Brasil realizou um Campeonato Mundial de Futebol de muito sucesso, diz Joseph Blatter, presidente da Fifa


O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter, disse hoje em cerimônia fechada no Estádio do Maracanã que marcou a transferência da sede do Brasil para a Rússia, com a presença dos presidentes Dilma Rousseff e Vladimir Putin, que a Copa do Mundo de 2014 foi um sucesso. Na ocasião, Blatter apresentou um certificado de transferência simbólica do evento para Putin e entregou bolas oficiais da partida autografadas aos dois chefes de Estado.

"A Copa do Mundo da Fifa no Brasil apresentou uma mensagem muito especial – uma mensagem de união, conectando as pessoas, uma mensagem de paz e antidiscriminação”, disse Blatter. “A Copa do Mundo em 2014 foi de muito sucesso e certamente veremos um legado neste país”.
A presidenta Dilma desejou sorte ao povo russo na organização do torneio e disse que o Brasil se orgulha muito de ter recebido a Copa mais uma vez e que o mundo esteve conectado com o país por 30 dias, celebrando gols com emoção nas 12 cidades-sede.

“Estou certa de que todos os que vieram ao Brasil, como os turistas e as delegações, levarão de volta as lembranças da nossa hospitalidade e alegria, e nós, brasileiros, também teremos memórias inesquecíveis”. Desejo ao povo russo muito sucesso na organização da Copa do Mundo da Fifa 2018.”

O presidente russo agradeceu a oportunidade de seu país poder realizar a Copa de 2018, disse que o futebol ajuda a solucionar problemas sociais e elogiou a organização do torneio feito pelo Brasil.  “Faremos tudo o que pudermos para organizar o evento no mais alto nível”, completou Putin.

Fonte: Agencia Brasil
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Alemanha é Tetra Campeã Mundial de futebol



A Alemanha é agora Tetra campeã  Mundial de Futebol.  Após 24 anos da conquista do terceiro campeonato. Na partida  neste domingo  no Maracanã os alemães venceram os argentinos por 1 x 0.
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Higino Canuto Neto: o talento de Oseas Lopes, João Mossoró e Hermelinda, o Trio Mossoró

O livro Minha História de Oseas Lopes, Trio Mossoró a Carlos André, conta em detalhes a trajetória dos artistas mossoroenses que mais fizeram sucesso década de 1960. Formado por três irmãos, Oseas Lopes, rebatizado artisticamente de Carlos André, mais Hermelinda e João Batista, o livro tem a apresentação de Raimundo Fagner e o prefácio de Luiz Vieira. Essa primeira edição sai pelo Projeto Rota Batida, da Fundação Vingt-un Rosado, da Coleção Mossoroense, sob o patrocínio da Petrobras.

O pesquisador Higino Canuto Neto relatou o talento do Trio Mossoró Confira:

“João Batista Almeida Lopes, conhecido artisticamente por João Mossoró, começou a carreira musical em 1956, quando participou com seus irmãos Oséas Lopes e Hermelinda, do lendário Trio Mossoró, uma homenagem à cidade natal, no Estado do Rio Grande do Norte.

Com a formação do Trio Mossoró, com Oséas na sanfona, Hermelinda no triângulo e João Mossoró no zabumba, o grupo seguiu a mesma estética introduzida por Luiz Gonzaga, caracterizada pela forte representação nordestina, nas vestimentas com o gibão e o chapéu de couro e nas músicas a cadência rítmica alegre e festeira do xote, do xaxado e do baião. 

Apadrinhado por personalidades como José Messias, que atualmente é jurado do programa do Raul Gil e o poeta cantador Luiz Vieira, o Trio teve o privilégio de contar com a parceria de grandes compositores como Antonio Barros, Cecéu, Anastácia, Dominguinhos e o maranhense João do Vale.

Em 1965, conquistaram o troféu Euterpe, o prêmio de maior importância da Música Popular Brasileira, na época. A cerimônia de premiação aconteceu no Palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tendo como sucesso premiado a música “Carcará”, composta por João do Vale e José Cândido. No mesmo ano, Maria Bethânia também gravou a canção que se tornou sucesso nacional e símbolo da resistência do povo nordestino ante as agruras da seca e o sistema repressor ditatorial que governava o Brasil na época.

Durante o tempo em que tocava nos programas na Rádio Mayrink Veiga, João Mossoró conheceu e trabalhou com Luiz Gonzaga, tocando zabumba. Pelo Rei do Baião foi apelidado de Cibito, numa referência às suas pernas, cuja alcunha providenciou gravar em seu instrumento a frase “Cibito – O rei do zabumba”.
O Trio Mossoró se desfez em 1972 com 12 LP´s gravados, verdadeiras referências do cancioneiro nordestino em todo o Brasil. Em carreira solo, João Mossoró se manteve fiel às suas raízes, divulgando a sua arte como um menestrel dos cantares e saberes do povo nordestino. 

Em 2004 o artista concretiza o seu desejo de prestar uma homenagem ao seu ídolo maior – Luiz Gonzaga, gravando o CD ‘O Mito e a Arte de Luiz Gonzaga’, com reconhecimento pelo critico e historiador musical Ricardo Cravo Albin, que dedicou todo um programa transmitido pela Rádio MEC à divulgação do trabalho. O Sucesso do disco rendeu um novo álbum: ‘O Mito e a Arte de Luiz Gonzaga’ – volume 2, complementando o ciclo de homenagens, prefaciado pelo Cravo Albin que escreveu: ‘bela voz, lindo repertório, tudo isso faz deste disco uma alegria em ligar o aparelho de som, no mais das vezes, emudecido por lançamentos bisonhos, quase insuportáveis’.

Em seu mais recente CD ‘Conexão Nordeste – O Arauto das Raízes Nordestinas’, João Mossoró interpreta canções de outros artistas também consagrados (Belchior, Chico Salles, Gonzaguinha, Nando Cordel, Dominguinhos, dentre outros), como num reconhecimento pela cumplicidade em produzir música de qualidade inspirado pela essência que brota do interior profundo do nordeste brasileiro.

Juntamente com seus irmãos Oséas e Hermelinda, João Mossoró insere o estado do Rio Grande do Norte na geografia musical brasileira, com a mesma grandiosidade com que Jackson do Pandeiro introduziu a Paraíba, com a mesma intensidade com que João do Vale revelou o Maranhão e o mesmo ideal e devoção com que Luiz Gonzaga apresentava ao Brasil o seu estado Pernambuco, carregando todo o sentimento nordestino em sua genialidade musical. 

João Mossoró é um arauto, um menestrel, um dos últimos ícones do forró em plena atividade, contemporâneo de outros forrozeiros históricos que o Brasil precisa reconhecer e aplaudir em sua grandiosidade.”
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ExpoCrato terá a I Feira de Cultura e Turismo de Municipios do Cariri



Pela primeira vez, municípios do Cariri estarão apresentando suas principais potencialidades na  I Feira de Cultura e Turismo de Municípios do Cariri. 

Serão nove cidades, com os seus principais atrativos na área do turismo, além das riquezas culturais sendo expostas para um público estimado em cerca de 20 mil pessoas, de 13 a 20 de julho, no Ginásio Poliesportivo da Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, Ceará, com  o tema “Abraçando os Municípios, nos 250 anos do Crato”.

Segundo a pró-reitora, Sandra Nancy, a ExpoCrato é o maior evento da região e a própria universidade já tem um espaço determinante, levando aos visitantes, todos os anos, a sua produção científica, ações junto à sociedade e também essas riquezas. Conforme ela, a feira nasce com a diversidade e a cara do Cariri, com toda a sua riqueza e peculiaridades. “É uma forma não apenas de fortalecer esses segmentos, mas também de divulgar”, diz. 

 As cidades de Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Santana do Cariri, Missão Velha, Nova Olinda, Varzea Alegre,  Assaré estão entre as que deverão compor o consórcio de turismo a ser criado, e para isso contará com um mapeamento das principais potencialidades dessas localidades. Também foi  convidado para participar da feira  o município  de Exu, Pernambuco.

 Como forma de divulgar a gastronomia desenvolvida na região e mais especificamente nessas localidades, será criado o espaço regional, com a degustação dos principais pratos com o sabor caririense. A feira terá abertura oficial no dia 13, às 20 horas, e contará com três palcos no espaço.

Fonte: Assessoria Imprensa Urca
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Técnico Alemão elogia Argentina mas diz que não teme os rivais



O técnico da Alemanha, Joachim Löw, elogiou os adversários da final da Copa do Mundo que será disputada neste domingo (13), no Maracanã, e fez questão de ressaltar que a Argentina é mais do que o craque Lionel Messi. 

Para ele, os sul-americanos têm uma equipe compacta, com muitas variações de jogo e que se fortaleceu na defesa para chegar à decisão no Rio de Janeiro. Apesar disso, o treinador disse não temer os rivais e mostrou confiança em seus comandados.
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O cantor Amazan comemora sucesso da Fábrica de Sanfonas Leticce



O cantor e acordeonista Amazan sempre foi responsável pelo conserto de seus próprios instrumentos. Também fazia alguns reparos especiais nos acordeons dos colegas. Ele era o único na região habilitado a realizar tais serviços.

Certo dia, em conversa com um amigo e também sanfoneiro, Amazan ouviu a sugestão de abrir uma fábrica de acordeon. Desde aquele instante Amazan ficou determinado em implantar uma fábrica pioneira em Campina Grande (PB).

Amazan contratou um marceneiro, comprou algumas máquinas, montou uma pequena marcenaria e começou a tentar tornar real o desejo de confeccionar o primeiro acordeon. Mas enfrentou extremas dificuldades para encontrar peças, materiais específicos, até mesmo alguns parafusos com espessuras e dimensões especiais. Então resolveu ir à Itália para comprar matéria-prima, conhecer fornecedores de peças e aprender o processo de montagem do acordeon.

Em dezembro de 2004 foi noticiada a abertura da Fábrica na cidade de Campina Grande (PB). Um prédio totalmente equipado e com funcionários contratados. Foram seis meses de trabalho duro até que em junho de 2005 toda a equipe se emocionou ao escutar as primeiras notas do modelo experimental do acordeon LETICCE.

Na Italia Amazan fez amizade com um grande mestre em fabricação de acordeons que lhe tirou todas as dúvidas e também ensinou os segredos do ofício.

Amazan retornou ao Brasil e aplicou com maestria tudo o que aprendeu no velho mundo. Graças à coragem e determinação de um homem, e à contribuição de muitos outros, o Nordeste do Brasil se orgulha imensamente de fabricar os melhores acordeons.

Atualmente a LETICCE é distribuída para todo o Brasil. Os produtos fabricados e comercializados são sanfonas de 120 e de 80 baixos, e foles de 8 baixos.

Além de fabricação, a empresa realiza restaurações e consertos em geral de acordeons: afinação, substituição couros e feltros das válvulas, alinhamento de teclas, alinhamento da baixaria, conserto de teclado e registros, conserto da mecânica dos baixos, restauração geral de fole, revestimento com celuloide, limpeza interna geral, fabricação de cavaletes e fabricação de telas personalizadas.
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