Rádio Cidade: ex-presidente Lula relata trajetória do Rei do Baião Luiz Gonzaga

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o destaque neste sábado 27,  no Programa Nas Asas da Asa Branca, Rádio Cidade Am870, www.radiocidadeam870.com.br.

Lula atribui ao conterrâneo forrozeiro, Rei do Baião Luiz Gonzaga, parte da própria trajetória. “Eu devo ao Luiz Gonzaga parte daquilo que eu sou”, disse o pernambucano de Caetés, na época distrito de Garanhuns, no Agreste do estado.

Lula equiparou a sina de retirante dele à de Luiz Gonzaga – ambos saíram de Pernambuco rumo ao Sul do país. O ex-presidente disse admirar o sanfoneiro por ser “um homem que enalteceu o sertão nesse país”.

O Programa Nas Asas da Asa Branca-Viva Luiz Gonzaga é apresentado às 7h da manhã.

 Ney Vital recentemente recebeu Troféu Tributo a Luiz Gonzaga-Exu Terra do Rei do Baião. A secretária de turismo e cultura de Exu, prefeitura e Conselho de Cultura justificaram que o jornalista exerce um trabalho "compromissado em construir o desenvolvimento de Exu e valorizar o legado de Luiz Gonzaga".


Solidariedade: Mãe e filha presenteiam há 10 anos com brinquedos e lanches crianças e jovens no Dia de Natal

Lucimar Freitas e a médica Mayllin presenteiam crianças há 10 anos
Parar! Olhar e Fazer Algo! Estes são os focos ensinados para aqueles que desejam fazer o bem, melhorar a vida do outro e criar motivos para acreditar na vida e fazer sorrir, transformar uma pessoa feliz.

Nesta quinta-feira 25 de dezembro, Dia de Natal, cerca de 400 crianças sertanejas, cuja famílias enfrentam o convívio com a seca tiveram motivos para acreditar na esperança. Isto foi possível com a ação da Policial Rodoviária Federal, Lucimar Freitas e a médica Mayllin Freitas. Mãe e filha doaram o dia de Natal 25 dezembro  para presentear crianças e jovens nas comunidades de São José, Cajueiro, Santa Rita, Barra das Melancias, Vereda da Onça, Sítio Perdida e Tiririca, localizados no município pernambucano de  Afrânio e Casa Nova, Bahia.

Mãe e filha carregam a alegria de saber que todos, principalmente,  as crianças e jovens, não perdem a esperança de o dia poder ficar mais belo. "A gratificação maior é o sorriso delas. O brilho no olhar. A gratidão. O presente maior é poder servir de instrumento de incentivo para que as crianças acreditem no futuro melhor", revelam.

Participaram da entrega dos brinquedos José Carlos e Michele Freitas.

Lucimar e Mayllin fazem uma autêntica jornada: são 10 anos que os presentes e lanches são distribuídos em clima de confraternização. A  cada ano, mãe e filha renovam o sentimento de olhar para o lado, para o próximo,  olhar para o mundo com os olhos da alma, colocar o coração na ação de fazer crianças e suas famílias sonharem e acreditarem que é possível tornar a vida mais humana, mais gratificante.


Feliz Natal 2014




Neto Tintas reúne funcionários e familiares para confraternização 2014

São 20 anos de parceria e empreendedorismo no setor de Tintas Automotivas em Geral. São 35 anos de vida empresarial que Anesio Lino de Souza, o conhecido Neto Tintas festejou durante este ano de 2014.

Neste final de semana aconteceu a confraternização entre a diretoria da empresa, familiares e funcionários.

Nascido em Campina Grande, Paraíba, lugar que aprendeu a amar a obra e vida de Luiz Gonzaga, Neto Tintas inaugurou  em 1994, as  lojas de Petrolina e Juazeiro-Ba.

Neto Tintas só trabalha com produtos de qualidade, o que o faz ter representatividade no mercado de pinturas na região em que atua. A confraternização da empresa foi marcado por Futebol, amigo secreto e o "amigo sacana".

Consolidado no mercado ao longo dos 35 anos Neto Tintas não faz segredo. "Fé em Deus. Acrescento além do amor e paixão, vontade de trabalhar todo dia, uma equipe que  mantêm o ótimo atendimento e o melhor relacionamento com nossos clientes. Estamos sempre atualizados sobre as boas novidades e inovações do setor de pinturas automotivas", revela Neto Tintas.


Rosil Cavalcanti completaria 99 anos se vivo fosse neste sábado 20

Jackson do Pandeiro e Rosil Cavalcanti-Dupla Café com Leite
Fonte: Rômulo Nóbrega e José Batista Alves
Revista de História da Biblioteca Nacional

As semelhanças não são poucas. Nasceram em regiões dominadas pela cultura da cana-de-açúcar e pela colonização negra. Quando adultos, foram casados, mas não tiveram filhos. E as coincidências não se restringem à vida. Em anos diferentes, morreram de infarto no mesmo dia e mês. Rosil Cavalcanti (1915 – 1968) e Jackson do Pandeiro (1919 – 1982) tiveram uma relação que muito além de 'Sebastiana'. Muito antes de ser proclamado o rei do ritmo, Jackson já convivia com o talento musical de Rosil.

No sábado dia 20 dezembro se vivo fosse Rosil Cavalcanti completaria 99 anos.

De família tradicional na política de Pernambuco, Rosil de Assis Cavalcanti trabalhou durante toda sua vida como funcionário público. Seu primo de segundo grau, Joaquim Francisco chegou a ser governador do estado. Em 1943, com pouco mais de 20 anos, outro parente de Rosil assumiu a prefeitura da cidade de Macaparana, que continua sob influência da família, pois Maviael Cavalcanti (DEM) é o atual prefeito da cidade. Mas a paixão de Rosil era outra.

Em João Pessoa, no ano de 1947, Rosil deu seus primeiros passos no rádio, participando em programas noturnos na Rádio Tabajara. Nesta ocasião, formou a dupla caipira ‘Café com Leite’ com um rapaz conhecido como Jack, que mais tarde seria o famoso Jackson do Pandeiro. O nome fazia alusão à aparência dos dois. Jackson, cafuzo de pele escura, era o café. Rosil, branco, era o leite. Tocando emboladas, a dupla alcançou um grande sucesso, garantido também pelas tiradas cômicas que faziam os ouvintes darem gargalhadas no auditório.

Quando a dupla se desfez, Jackson levou debaixo do braço várias músicas de Rosil. Uma delas seria o grande destaque do carnaval de 1953. Era o coco 'Sebastiana', que foi originalmente lançado em um disco pelo selo Copacabana e posteriormente regravado por Gal Costa. Por sua vez, Rosil ganhou destaque dez anos depois com o programa ‘Forró de Zé Lagoa’, que teve grande repercussão em Campina Grande.

Apresentado diariamente na Rádio Borborema, que transmitia em ondas médias e tropicais, a atração era uma mescla de notícias com brincadeiras, onde Rosil encenava o papel do capitão Zé Lagoa e contracenava com os soldados Jaca Mole e Jaca Dura. Entre uma piada e outra, muitos repentistas e cantores passaram por lá, como Genival Lacerda, Zé Calixto, Marinês e Abdias.

Mas, mesmo antes de Sebastiana, Rosil já havia composto uma música gravada comercialmente. Apresentada à cantora Dilú Melo, a canção se chama ‘Meu Cariri’ e foi interpretada por Ademilde Fonseca e Marinês, na sua versão mais famosa. Porém, Rosil não guardava boas recordações de sua estréia nas vitrolas. Apesar de ter composto música e letra, os créditos do disco apontavam Dilú como parceira de Rosil. Mas não faltariam oportunidades futuras para o devido reconhecimento.

Ao todo, Rosil teve mais de vinte músicas gravadas por Jackson do Pandeiro, como 'Cabo Tenório', 'Lei da Compensação', 'Quadro Negro', 'Forró na Gafieira' e 'Na Base da Chinela'. Feita em parceria com o rei do ritmo, esta última foi regravada posteriormente por Elba Ramalho. 

Na voz de Marinês destacam-se Saudade de Campina Grande e Aquarela Nordestina, que foi também interpretada por Luiz Gonzaga/ Rosil teve ainda canções gravadas pelo Trio Nordestino, Zé Calixto, Genival Lacerda, Anastácia, Ary Lobo, entre muitos outros. Ao contrário de Dilú, todos deram sua contribuição para inscrever o nome de Rosil Cavalcanti na história da música popular nordestina.


Jornalista Ney Vital recebe Troféu Tributo a Luiz Gonzaga, Exu Terra do Rei do Baião

A Semana  Cultural do aniversário de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco, teve momentos de celebração do rico legado do rei do baião.

O jornalista Ney Vital foi homenageado com o Troféu Tributo a Gonzagão e certificado conferido "por sua exímia contribuição no fortalecimento da cultura e na construção da história de Exu. Participaram do evento o prefeito Leo Saraiva e a Secretária de Cultura, Turismo de Exu.

Ney Vital, pós-graduado em Ensino de Comunicação Social(Uneb-UFRN), pesquisador e apresentador do Programa Nas Asas da Asa Branca-Viva Luiz Gonzaga.

"Muito feliz com o troféu. Ganho mais responsabilidade com o trabalho. Agradeço a povo de Exu a homenagem. A influência de Luiz Gonzaga não pode ser mensurada. É a tradução musical e imagética da própria alma nordestina definitivamente inscrita no cenário brasileiro", disse Ney Vital.


Aderaldo Luciano: É dia 13 dezembro!

O Nordeste continuaria existindo caso Luiz Gonzaga não tivesse aterrissado por lá há cem anos. Teria a mesma paisagem, os mesmos problemas. Seria o mesmo complexo de gentes e regiões. Comportaria os mesmos cenários de pedras e areias, plantas e rios, mares e florestas, caatingas e sertões.

 Mas faltaria muito para adornar-lhe a alma. Sem Gonzaga quase seríamos sonâmbulos. Ele, mais que ninguém, brindou-nos com uma moldura indelével, uma corrente sonora diferente, recheada de suspiros, ritmos coronários, estalidos metálicos. A isso resolveu chamar de BAIÃO.

Gonzaga plantou a sanfona entre nós, estampou a zabumba em nossos corpos, trancafiou-nos dentro de um triângulo e imortalizou-nos no registro de sua voz. Dentro do seu matulão convivemos, bichos e coisas, aves e paisagens. Pela manhã, do seu chapéu, saltaram galos anunciando o dia, sabiás acalentando as horas, acauãs premeditando as tristezas, assuns-pretos assobiando as dores, vens-vens prenunciando amores.

 O seu peito abrigava o canto dolente e retotono dos vaqueiros mortos e a pabulagem dos boiadeiros vivos. As ladainhas e os benditos aninhavam-se por ali buscando eternidade. Viva Luiz Gonzaga do Nascimento!


Jornalista Ney Vital recebe Troféu Tributo a Luiz Gonzaga Exu Terra do Rei do Baião

A Semana  Cultural do aniversário de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco, teve na noite de quinta-feira 11,  momentos de celebração do rico legado do rei do baião. A programação constou da palestra "Luiz Gonzaga, Exu e Identidade Cultural, do jornalista Ney Vital, no auditório da  Escola Municipal Bárbara de Alencar.

O jornalista foi homenageado com o Troféu Tributo a Gonzagão e certificado conferido "por sua exímia contribuição no fortalecimento da cultura e na construção da história de Exu, terra de Luiz Gonzaga. O prefeito Leo Saraiva e a Secretária de Cultura, Turismo de Exu, realizaram a entrega do prêmio.

Hove apresentação do Projeto Asa Branca que são crianças e jovens que aprendem tocar sanfona.

O jornalista Ney Vital, pós-graduado em Ensino de Comunicação Social(Uneb-UFRN), pesquisador e apresentador do Programa Nas Asas da Asa Branca-Viva Luiz Gonzaga, afirma que na busca obstinada pela essência sertaneja, Luiz Gonzaga encontrou nos arquivos da memória os instrumentos musicais para compor uma orquestração diferenciada, com o sotaque de sua terra, criando o primeiro trio de sanfona, zabumba e triângulo.

"Muito feliz com o troféu. Ganho mais responsabilidade com o trabalho. Agradeço a povo de Exu a homenagem. Luiz Gonzaga sempre será merecedor de toda atenção. Sua influência não pode ser mensurada. É a tradução musical e imagética da própria alma nordestina definitivamente inscrita no cenário brasileiro", explica Ney Vital.

Se fosse vivo, Luiz Gonzaga completaria 102 anos de idade, em 13 de dezembro de 2014.


Dona Priscila e Mundica guardias de um reinado Gozagueano


Dona Priscila: Eu rezo todo dia pensando em Luiz Gonzaga
O professor Aderaldo Luciano, pós-doutorando em Ciência da Literatura revela: o homem que pesquisa é um lutador. Desbravador. Deve vestir a roupa do destemor e despir os pés para adentrar os caminhos, sentindo o chão que pisa e a textura dos mortos.

Nesta trilha de desvendar a vida e obra de Luiz Gonzaga reporto que este ano teremos dois motivos de uma saudade, amarga!  Duas ausências.Duas amigas de infância de Luiz Gonzaga. Duas mortes sentidas.

A primeira é das conversas com Priscila Vicente dos Santos, amiga e cuidadora de Luiz Gonzaga. Priscila foi fundamental na vida familiar de Luiz Gonzaga. Morou ainda criança com os pais do Rei do Baião, Januário e Santana. Era considerada da família Gonzaga. Priscila morreu este ano aos 99 anos.

Priscila viveu quase 40 anos no Rio de Janeiro. Em 1982, Luiz Gonzaga voltou para o Sertão e Priscila o acompanhou até o dia em que ele morreu, em 2 de agosto de 1989.

Minha primeira conversa com Priscila, produção reportagem para a TV/afiliada Globo foi na Fazenda Araripe, local em que passou grande parte da vida com os Gonzaga. Contou-me que no Rio de Janeiro conheceu os artistas que admirava. Além de Caetano e Gil, conversou diversas vezes com Carlos Galhardo, Orlando Silva, Elizeth Cardoso, Emilinha Borba, Dolores Duran. Todos frequentavam os aniversários de Luiz Gonzaga.

Uma das frases que me fez refletir. Com a voz pausada disse: "Todo dia eu rezo por ele, Luiz Gonzaga. E me lembro das coisas que vivemos…”

A outra saudade é de dona Mundica. Cozinheira e guardia do Museu Parque Asa Branca. Passou quase 8 anos com a família de Luiz Gonzaga no Rio de Janeiro. Trabalhava recebendo os turistas que visitavam o Parque Aza Branca.

Raimunda Lopes, nome de batismo de Mundica e Priscila morreram fiéis ao reinado de Luiz Gonzaga. 

Discreta dona Mundica dizia que Luiz Gonzaga gostava de todo tipo de comida regional. Bode, carne de sol, baião de dois e galinha de capoeira estavam entre as prediletas.  “Luiz Gonzaga passava um limão na borda do copo e colocava dois dedos de cachaça para abrir o apetite."

Ah saudade nosso remédio é cantar cada vez mais! Saudades de dona Mundica e Priscila. Sanfona Sentida!.



Morre em Serra Talhada dona Maria do Carmo, viúva do Poeta José Marcolino.

Faleceu na tarde desta sexta-feira 05, a viúva do Poeta José Marcolio, dona Maria do Carmo Alves. Dona Maria do Carmo teve o privilégio de ouvir o nascimento de dezenas das canções de Zé Marcolino que ganharam interpretação de Luiz Gonzaga. Nos anos 70 o casal residiu em Juazeiro, Bahia.

José Marcolino Diante do desejo de conhecer Luiz Gonzaga, escreveu-lhe diversas cartas, porém nunca havia obtido resposta. Certo dia, sabendo que Luiz Gonzaga estava em Sumé,  hospedado no Grande Hotel, José Marcolino não se conteve, sabendo que aquele momento poderia ser a grande oportunidade para apresentar suas músicas a Luiz Gonzaga, e foi à sua procura.

O primeiro encontro foi tratado com certo desinteresse percebido por Marcolino, que de cara interrogou Luiz Gonzaga sobre o recebimento de suas cartas. O encontro não durou muito tempo, e o compositor foi embora desanimado com o desenrolar da conversa.

Decorrente de sua persistência, José Marcolino conseguiu com que Gonzaga lhe escutasse. Após a sua apresentação, Luiz Gonzaga perguntou ao compositor quantas canções iria lhe dar. Respondendo, José Marcolino disse: umas três.

Por fim, recebeu um abraço de Luiz Gonzaga, que convidou o novo parceiro para ir com ele para o Rio de Janeiro, dando início a uma importante parceria que originou várias canções de grande sucesso na carreira de Luiz Gonzaga.

José Marcolino faleceu No dia 20 de setembro de 1987, em  acidente de carro, em Afogados da Ingazeira (PE).


Luiz Gonzaga, Exu e Identidade Cultural será tema de palestra nas festividades dos 102 anos de Luiz Gonzaga




Encontro de Sanfoneiro no Recife homenageará Pinto do Acordeon e Geraldo Correia

Mantendo o objetivo de divulgar a música popular regional de Pernambuco, a 17ª edição do Encontro de Sanfoneiros será iniciada nesta sexta-feira (5), no Recife, com diversos artistas, grupos de xaxado, bacamarteiros, violeiros, aboiadores e trios de forró pé de serra. O evento é aberto ao público e acontece nos dias 5 e 6 de dezembro, sempre às 18h, no restaurante Nosso Quintal, localizado no bairro dos Torrões.

Entre os homenageados desta edição, estarão os músicos Geraldo Correia (mestre dos 8 baixos), Pinto do Acordeon, Anselmo Alves, Edinho da Zabumba, Zé Ronaldo da Zabumba e os Bacamarteiros de Abreu e Lima. Em memória, o encontro também homenageia os bacamarteiros Zé Carlos e Cícero Luís.

No dia 16 de dezembro, a partir das 20h, será realizada a continuidade do evento no Teatro de Santa Isabel. Para o produtor do encontro, Marcos Veloso, a noite também se trata de uma homenagem à memória de Luiz Gonzaga, pelo motivo do Velho Lua nunca ter se apresentado no referido local. “Gonzaga nunca tocou no Teatro Santa Isabel, porque naquela época não era permitido entrar atrações que tocassem algo relacionado à cultura popular”, frisa Veloso.

Confira a programação:
Sexta-feira (5/12)
Às 18h | Restaurante Nosso Quintal (Rua Leila Félix Karan, 15, Torrões – ao lado da sede da Chesf)
Acesso gratuito

Apresentação de O Matuto (Nerilson Buscapé)
Abertura: Pe. Moura e Irah Caldeira
Mostra do documentário Luiz Gonzaga – A luz dos Sertões, com produção executiva de Anselmo Alves
Apresentação de sanfoneiros, grupo de xaxado Cabras de Lampião (de Serra Talhada), Banda de Pífano de Caruaru Zé do Estado
Show especial de Terezinha do Acordeon, Lula do Acordeon e Ceiça Morenno

Sábado (6/12)
Às 18h | Restaurante Nosso Quintal (Rua Leila Félix Karan, 15, Torrões – ao lado da sede da Chesf)
Acesso gratuitoApresentação de O Matuto (Nerilson Buscapé)
Apresentação de sanfoneiros
Apresentação da dupla de violeiro Antônio Lisboa e Edmilson Ferreira
Tributo a Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva com Arlindo Moita, Biliu de Campina, Nerilson Buscapé
Apresentação do homenageado Pinto do Acordeon

Terça-feira (16/12)
Às 20h | Teatro Santa Isabel (Praça da República, s/nº, Bairro de Santo Antônio)
Acesso gratuito (Ingressos uma hora antes no local)Abertura: Vaqueiros e aboiadores encourados / Geno Melo e José Mário Austregésilo
Apresentação: Marcos Veloso
Participação especial: Lêda Dias
Participação: Rubem Braga e Valdir Livramento
Sanfoneiros participantes: Ivison Santos (Caruaru), Luizinho Calixto, Truvinca, Mestre Camarão, Vinicius Soares Amorim (aluno de Camarão), Beto Hortis, Johnanthan Malaquias (Carnaíba) e Mahatma Costa.
Apresentação do grande homenageado Geraldo Correia.



Anunciado Saraiva: um advogado a serviço da cultura gonzagueana

Anunciado Saraiva é  um conhecedor e utilizador das mais variadas técnicas e ferramentas de desenho. Nascido em Barbalha, Ceará, porém faz questão de registrar que é criado em Exu, terra de Luiz Gonzaga.

"Comecei a criar artes há 10 anos, por diversão, e acabei me apaixonando pela cultura gonzagueana, dai passei a criar artes em seu nome, hoje, 90% de tudo que eu crio é sobre o Gonzagão e seus seguidores", conta o advogado Anunciado Saraiva.

Um dos trabalhos mais usados no universo de Luiz Gonzaga é a criação da marca, do símbolo não oficial dos 100 anos. "O processo de comunicar visualmente utilizando imagens e textos para apresentar informação utiliza de habilidades de desenho, estética, tipografia, artes visuais e diagramação", conta o advogado que  expressa o valor de Luiz Gonzaga nas horas dedicadas a cultura.

O trabalho usado por Anunciado é um processo técnico e criativo para comunicar idéias, mensagens e conceitos. Batizado e amadurecido no século 20, é hoje o design gráfico a atividade projetual mais disseminada no planeta. Com objetivos comerciais ou de fundo social.

Segundo Anunciado Saraiva, Luiz Gonzaga é um ícone da música popular brasileira, "foi ele que levou o nome e os problemas do sertão para o Brasil e para o mundo, foi ele que abriu portas para o nordeste, cantando e decantando o seu povo, o sofrimento, as súplicas, sempre cantando músicas de cunho político, criticando os nossos governantes que insistiam em manter os olhos fechados para o Nordeste".

"Quero acrescentar a falta de divulgação da cultura gonzagueana aos jovens em especial, na minha opinião, deveria haver uma disciplina na rede municipal exuense sobre a vida e obra de Luiz Gonzaga, garantindo assim que nossos jovens, que não conheceram Luiz Gonzaga, possam desfrutar um pouco da riqueza que esse nome traz", finalizou Anunciado Saraiva.


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