JUAZEIRO RECEBE A 37º EDIÇÃO DA FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

Juazeiro recebe a 37° edição da Feira de Economia Solidária que tem como propósito fortalecer as iniciativas de pequenos empreendimentos solidários de todo estado da Bahia.A comercialização acontecerá nos dias 03 e 04 de junho, a partir das 16h, no estacionamento da Orla II e contará com apresentações artísticas do evento Bule Cultural.  

A feira contará com cerca de 70 expositores e expositoras, atendidos pelo Centro Público de Economia Solidária Sertão do São Francisco (CESOL-SSF), que atuam com a produção de doces, geleias, licores, queijos, artesanatos e confecções.

Esses grupos encontraram, nos últimos anos, uma nova alternativa de geração de renda, baseado na autogestão, no cooperativismo, que tem empoderado e transformado a vida de muitas famílias em todo o estado.

Dirlei Brito trabalha com a produção de rapadura de banana, produto que será comercializado durante a feira. O doce é uma receita de família oriunda da comunidade de Goiabeira II, no Salitre, distrito de Juazeiro.

A equipe do Cesol Sertão do São Francisco identificou o empreendimento em uma feira realizada em 2019, na zona rural e o produto era comercializado em formato de um quilo, com um preço baixo e sem rótulo de identificação.

A partir do trabalho de adequação do produto no tamanho, peso, embalagem apropriada, rotulagem, precificação justa e abertura de mercados, a Rapadura de Banana do Vale do Salitre é hoje a principal renda da família de Dirlei. "Depois que o Cesol-SSF adequou o nosso produto, aumentamos a comercialização e hoje, reduzi o trabalho na roça para dar conta das encomendas do produto", afirmou Dirlei Braga.

 "As Feiras de Economia Solidária tem ajudado a fortalecer os empreendimentos solidários da região, prejudicados com a pandemia do novo Coronavírus. São espaços que oportunizam a apresentação de produtos preparados para a comercialização, com embalagens e rótulos contendo todas as informações necessárias para serem comercializadas nesses espaços, e que muitas vezes, são desconhecidos pelos próprios moradores da cidade", explicou a coordenadora do Cesol-SSF, Aline Craveiro.

A Feira de Economia Solidária 100 edições integra o edital 009/2019 do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), através do termo de colaboração com o Instituto de Integração e Formação Casa da Cidadania, com o CESOL-SSF, e conta com o apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), da Prefeitura Municipal de Juazeiro, da TV São Francisco e do Centro de Cultura João Gilberto.

BULE CULTURAL: O projeto Bule Cultural acontecerá em Juazeiro nos dias 18 de maio, 02, 03, 04 e 05 de junho, em homenagem ao músico Antônio Ribeiro da Conceição, conhecido popularmente como Bule Bule. O evento que vai reunir música, literatura de cordel, saraus poéticos lançamentos de livros e shows gratuitos e contará com o apoio do Centro Público de Economia Solidária Sertão do São Francisco.

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EMPREENDEDORA E HISTORIADORA AREENSE FAZ PALESTRA NO SALÃO DE TURISMO DO VALE DO SÃO FRANCISCO

Com quatro dias de intensa programação, o Salão de Turismo do Vale do São Francisco chega a Petrolina com mais de 50 atividades abertas ao público. Entre os destaques estão as palestras e oficinas, exposições de rotas turísticas e de artesanato, encontro literário e os festivais de bebidas, carnes e sabores da região.

Esse é o maior evento de turismo já realizado no sertão nordestino e são esperadas cerca 20 mil visitas na feira. A abertura oficial acontece na próxima quinta (19), às 17h30, na orla de Petrolina. A programação completa pode ser acessada no site www.salaodeturismovsf.com.br.

Durante toda a programação, estarão abertos para visitação o Espaço Literário, onde acontece o 1º Encontro de Leitores, Escritores e Influencers Literários do Vale do São Francisco (Editora Vecchio), além da Galeria dos Artistas, que expõe obras de pintores, artesãos, grafiteiros e outros. A Feira de Artesanato, com a maior variedade de produtos feitos por empreendedores da região, também ficará aberta para visitação durante os quatro dias de evento.

Outros destaques são o 1º Festival da Cerveja Artesanal Nordestina (Nordhaus); 1º Festival de Vinhos, Espumantes e Frisantes (Vinícolas Tropical, Rio Valley, Garziera e Terroir do São Francisco); 1º Festival de Cachaça, Cultura e Sabores (Butiquim Cachaçaria); e o Festival de Churrasco (Gelo & Sal Steak House), que acontecem na praça de alimentação.

Partindo para a programação mais técnica, no primeiro dia de evento, quinta-feira (19), os estandes já estarão abertos para visitação e algumas atividades serão realizadas no auditório e na arena gastronômica. O turismo rural será tema de palestra ministrada pela presidenta do Instituto Brasil Rural, Andreia Roque. Também acontece neste dia o 1º Seminário de Queijos de Cabras e Vinhos do Vale do São Francisco, organizado pela Univasf, Embrapa e Senac.

A partir do segundo dia, sexta-feira (20), palestras desenvolvidas pelo Sebrae e ITC Bio e oficinas ministradas pelo Senac e pelo IF Sertão Pernambucano movimentam a feira. Também vale o destaque para o 1º Fórum Interestadual Secretários, Dirigentes de Turismo, Desenvolvimento e Cultura, as visitas técnicas, tanto nas vinícolas (necessária inscrição prévia durante o Salão de Turismo) quanto na sede da Embrapa Semiárido.

Visitas técnicas, cases de sucesso e mais palestras e oficinas movimentam o terceiro dia do Salão de Turismo do Vale do São Francisco, já no sábado (21). O grupo responsável pela Expedição Científica do Velho Chico, da Universidade Federal de Alagoas, marca presença com palestra sobre o avanço das pesquisas para a preservação do Rio São Francisco. Também nesse dia acontece o 1º Encontro de Mulheres Empreendedoras do Vale, com trocas de experiências e homenagens.

Para finalizar, no domingo (22), terceiro e último dia de evento, além das palestras e visitas técnicas, o visitante também poderá acompanhar a exposição de veículos náuticos e se aventurar em passeios em lanchas, jet skis e outros. Nesse dia também será lançada a segunda edição da feira, que deve acontecer em 2023, na cidade de Juazeiro-BA.

Com uma diversidade na programação, o Salão de Turismo do Vale do São Francisco ainda busca valorizar a dança, os cantos e ritmos da região. Durante o evento, diversas atrações culturais irão se apresentar no palco da feira, alegrando ainda mais esse momento histórico para o Vale. As performances começam a partir das 17h e acontecem nas quatro noites do evento. Entre os convidados estão grupos de coco, maracatu, reisado, forró, além de apresentações de artistas regionais.

"Vai ser um momento histórico para o nosso Vale do São Francisco e a gente vem aqui convidar todos vocês para celebrar o turismo, nossas raízes e nossa cultura", reforça Gilberto Pires, um dos idealizadores do evento. A programação completa, com todas as palestras, oficinas, festivais, exposições e atrações culturais podem ser encontradas no site www.salaodeturismo.com.br.

SERVIÇO-1º Salão de Turismo do Vale do São Francisco

Data: 19 a 22 maio de 2022

Local: Orla de Petrolina-PE

CONTATOS-Sérgio Martins (Coopemvale): (87) 9 9997-7661

Cynthia Clause (Criatur): (87) 9 8809-7201

Gilberto Pires: (87) 9 8823-1262

Luciano Correia: (74) 9 8804-8233

www.salaodeturismovsf.com.br

salaodeturismovsf@gmail.com

Instagram: @salaodeturismovsf

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FÉ E EMOÇÃO NA EDIÇÃO 52º DA MISSA DO VAQUEIRO DE SERRITA PERNAMBUCO, ANO 2022

Este ano 2022, a Missa do Vaqueiro acontece no dia 24 de julho. Será a 52ª Missa do Vaqueiro de Serrita Pernambuco. Compreender que a história vem se tecendo com a força da própria vida. E por isto, disse o cantador, escritor Virgilio Siqueira, daí não ser possível guardar na própria alma a transbordante força de uma causa. 

“Tengo lengotengo lengotengo lengotengo … O vaqueiro nordestino/morre sem deixar tostão/o seu nome é esquecido/ nas quebradas do Sertão ...Os versos ecoam pelo lugar, realçados pelo trote dos animais e o balançar natural dos chocalhos trazidos pelos vaqueiros. É música. É arte.

A música, a Morte do Vaqueiro, composta por Nelson Barbalho, ainda ecoa nos sertões brasileiros: Raimundo Jacó, um vaqueiro habilidoso na arte de aboiar. Reza a lenda que seu canto atraía o gado, mas atraía também a inveja de seus colegas de profissão, fato que culminou em sua morte numa emboscada. O fiel companheiro do vaqueiro na aboiada, um cachorro, velou o corpo do dono dia e noite, até morrer de fome e sede.

Cada arte emociona o ser humano e maneira diferente! Literatura, pintura e escultura nos prendem por um viés racional, já a música nos fisga pelo lado emocional. Ao ouvir música penetramos no mundo das emoções, viajamos sem fronteiras.

A viagem mais uma vez é o destino Serrita, Pernambuco, sítio Lages, ali um primo de Luiz Gonzaga, Rei do Baião, no ano de 1951, Raimundo Jacó, homem simples, sertanejo autêntico, tendo por roupa gibão, chapéu de couro tombou assassinado.

Realizada anualmente sempre no mês de julho, a Missa do Vaqueiro de Serrita tem em suas origens uma história que foi consagrada na voz de Luiz Gonzaga, criada com os amigos Padre João Câncio e Pedro Bandeira, violeiro.

Este ano a Missa do Vaqueiro de Serrita completa 51 ano. As celebrações serão virtuais devido ao decreto de pandemia que não permite aglomerações.

A história de coragem se transformou num mito do Sertão e três anos após o trágico fim, sua vida foi imortalizada pelo canto de Luiz Gonzaga, A morte do vaqueiro. O Rei do Baião, que era primo de Jacó, transformou “A Morte do Vaqueiro” numa das mais conhecidas e emocionantes canções brasileiras. 

Luiz Gonzaga queria mais. Dessa forma, ele se juntou a João Câncio dos Santos, na época padre que ao ver a pobreza e as injustiças sociais cometidas contra os sertanejos passou a pregar a palavra de Deus vestido de gibão, para fazer do caso do vaqueiro Raimundo Jacó o mote para o ofício do trabalho e para a celebração da coragem.

Assim, em 1970, o Sítio Lajes, em Serrita, onde o corpo de Raimundo Jacó foi encontrado, recebe a primeira Missa do Vaqueiro. De acordo com a tradição, o início da celebração é dado com uma procissão dos vaqueiros a cavalo, que levam, em honras a memória do vaqueiro, oferendas, como chapéu de couro, gibao, queijo, farinha e rapadura, ao altar de pedra rústica em formato de ferradura. 

A missa, uma verdadeira romaria de renovação da fé, acontece sempre ao ar livre. A Missa do Vaqueiro enche os olhos e coração de alegria e reflexões. O poeta cantador de viola, Pedro Bandeira, falecido em agosto de 2020, era conhecido como o príncipe dos poetas populares do Nordeste, morreu aos 82 anos e se fez  presente em todas as missas, nas últimas venceu o peso da idade e iluminava com uma mágica leveza rimas e versos nos improvisos da inteligência.

Pedro Bandeira é autor de centenas de músicas, entre elas a  “Graça Alcançada”, que veio a ser gravada por mais de 20 intérpretes e pode ser considerada o hino dos romeiros e das romarias em Juazeiro do Norte.  

Vaqueiros e suas mãos calejadas, rostos enrugados pelo sol iluminam almas. Em Serrita ouvimos sanfonas tocando alto o forró e o baião. Corpo e espírito ali em comunhão. A música do Quinteto Violado, composto por Janduhy Filizola é fonte de emoção. A presença de Jesus Cristo está no pão, cuscuz, rapadura e queijo repartidos/divididos na liturgia da palavras.

Emoção! Forte Emoção é o sentimento na Missa do Vaqueiro ao ouvir sanfona e violeiros:

“Quarta, quinta e sexta-feira sábado terceiro domingo de julho/Carro de boi e poeira cerca, aveloz, pedregulho Só quando o domingo passa É que volta os viajantes aos seu locais primitivos/Deixa no caminho torto/ o chão de um vaqueiro morto úmido com lágrimas dos vivos".

E aqui um assunto místico: quando o gado passa diante do mourão onde se matou uma rês, ou está esticado um couro, é comum o gado bater as patas dianteiras no chão e chorar o "sentimento pelo irmão morto". O boi derrama lágrimas e dá mugidos em tons graves e agudos, como só acontece nos sertões do Nordeste!

Assim eu escutei e aqui reproduzo... Texto-Ney Vital-jornalista

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RIO SÃO FRANCISCO: EXPEDIÇÃO VAI PERCORRER CERCA DE 400 KM PARA OBSERVAR SITUAÇÃO DEPOIS DA CHEIA DO VELHO CHICO

Entre os dias 23 e 27 de maio, um grupo de expedicionários vai percorrer um trecho aproximado de 400 km do Rio Paracatu. A expedição ‘Rio Paracatu: a joia preciosa do São Francisco’ tem como objetivo analisar, através da calha do Rio Paracatu, a situação em que se encontra a bacia após as enchentes ocorridas no recente período chuvoso.

A iniciativa é uma ação conjunta entre o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paracatu (CBH Rio Paracatu), o Movimento Verde de Paracatu (MOVER), o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, a Agência Peixe Vivo, e vários outros apoiadores.

De acordo com o presidente do CBH Paracatu, Antônio Eustáquio Vieira, o Tonhão, “este ano, a expedição vai levar educação ambiental para as cidades e comunidades do percurso, ensinando e disseminando os cuidados para a preservação e recuperação não só do Rio Paracatu, mas de toda a bacia. Serão realizadas atividades educativas nas cidades de Brasilândia (24/01), Santa Fé de Minas (26/05), e São Romão (27/05)”. Além disso, será produzido um vídeo mostrando a real situação da calha do Rio Paracatu, com as imagens coletadas durante o trajeto.

A Expedição, coordenada e executada pela ONG MOVER e pelo CBH PARACATU, contará com uma equipe de 15 pessoas, composta por pilotos profissionais, membros dos comitês dos rios Paracatu e São Francisco, representantes do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), do Movimento Verde de Paracatu, entre outros e a equipe de comunicação do CBH Rio São Francisco. Serão utilizados quatro barcos.

A saída será no dia 23 de maio, às 7:00 h, na ponte sobre o rio Paracatu, na BR 040. Todo o trajeto terá o apoio por terra, com um veículo cedido pela ONG MOVER/CBH Paracatu.

Confira a programação:

23/05: Saída às 07h – Ponte da BR040

PERNOITE: Rancho da Associação do Entre Ribeiros

24/05: Saída às 07h do Rancho da Associação do Entre Ribeiros

ATIVIDADES e PERNOITE: Brasilândia de Minas

25/05: Saída às 07h de Brasilândia de Minas

PERNOITE: Curralinho

26/05: Saída às 07h do Curralinho

ATIVIDADES e PERNOITE: Remanso do fogo (Santa Fé de Minas)

27/05: Saída às 07h do Remanso do fogo

CHEGADA e ATIVIDADES em SÃO ROMÃO

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CIDADES EM MOVIMENTO PROMOVE DEBATE VIRTUAL SOBRE SAÚDE E JUSTIÇA AMBIENTAL NESTA QUINTA (19)

Em 2022, se completam 30 anos desde a ECO 92, a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, marco nas discussões globais sobre os recursos naturais e a sociedade. 

Nesta quinta-feira (19), o canal Cidades em Movimento convida especialistas que atuam para a transformação das iniquidades socioambientais a nível local e nacional, debatendo as ações desenvolvidas e a participação na Cúpula dos Povos Rio+30. O debate será transmitido ao vivo, às 15h (horário de Brasília). 

O evento receberá Simone Mamede, professora de Turismo Patrimonial e Socioambiental e doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional pela Universidade Anhanguera; Jacqueline Guerreiro, professora e educadora ambiental, integrante da Coordenação do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais e especialista em Meio Ambiente; e Rennisy Rodrigues Cruz, gestora ambiental e professora, especialista em Educação e Meio Ambiente, mestra e doutoranda em Meio Ambiente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

A mediação será feita por Rejany Ferreira, geógrafa, integrante do Observatório da Bacia Hidrográfica do Canal do Cunha e do projeto de Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis em Centros Urbanos da Cooperação Social da Fiocruz (PTSSCU/CCSP/Fiocruz).

“Cidades em Movimento” é a plataforma de comunicação do projeto de Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis em Centros Urbanos, da Coordenação de Cooperação Social da presidência da Fiocruz. Por meio de debates, a plataforma traz à público a experiência de especialistas e militantes nas questões relativas às condições de vida em territórios socioambientalmente vulnerabilizados. Todos os temas são definidos à luz do conceito de Promoção da Saúde - que visa capacitar a comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo maior participação social.

Serviço-Debate “Saúde e Justiça Ambiental”

Data: 19/05/2022

Horário: 15h

Plataforma Cidades em Movimento

Mais informações: comunicacao.cooperacaosocial@gmail.com 

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LUIZ GONZAGA SEMPRE INOVADOR. ELE CRIOU A ECONOMIA CRIATIVA DO SERTÃO

Ninguém mais do que Luiz Lua Gonzaga do Nascimento contribuiu, através da música, para o conhecimento do Nordeste brasileiro. Telúrico, contou e cantou a saga nordestina, inovando com sua sanfona os ritmos, tal e qual fez com o forró e o baião, o xote e o xaxado.

Uma sanfona que ele juntou ao triângulo e à zabumba, fazendo o esqueleto do Brasil remexer. Superando obstáculos, Gonzaga ganhou o mundo e no Rio de Janeiro, quando a sua musicalidade ganhou dimensão, a ponto de ter merecido um busto na Universidade de Oxford.

Fui amigo de Lua, apelido colocado por Paulo Gracindo, numa referência ao seu rosto arredondado. A sua doença, câncer de próstata, descoberta em junho de 1989, deixou-o fora do ciclo junino, uma frustração para ele.

Em 2 de agosto do mesmo ano, 1989, chegou o dia nefasto para a cultura pernambucana. Gonzaga, imortalizado na sua arte, fechava os olhos, para ganhar a eternidade.

Luiz Gonzaga deixa o legado da nordestinidade, colimando-se com os maiores da música popular brasileira, muitos dos quais também compondo e cantando o forró e o baião. Um outro legado, o da economia criativa quando se interligou ao artesanato de couro no chapéu de cangaceiro, no gibão de vaqueiro, nas alpercatas também de couro, sendo esta a indumentária de Gonzagão, o Rei do Baião.

Tinha firmeza no produto defendido, a sanfona, sendo ele um autodidata, mas exímio nas tocatas que realizava a cada apresentação. Luiz Gonzaga perseverou diante de todos os seus sonhos, tendo realizad quase todos. Divulgou, o mais que possível, Pernambuco, além de ter cantado, com o seu vozeirão, a saga nordestina. 

Cantou a gastronomia e a culinária pernambucanas, incentivando os restaurantes a colocar, nosseus cardápios, pratos das letras de suas músicas ou das músicas de seu repertório, a exemplo da Feira de Caruaru e Ovo de Codorna, que fizeram sucesso na sua voz e, dentre tantas da sua autoria, Liforme Instravagante, que cria uma roupa à base de comidas nordestinas, como está, por exemplo, nos seus dois primeiros versos: “Mandei fazer um liforme / como toda a preparação / para botar no arraiá / na noite de São João.” “Chapéu de arroz doce / forrado com tapioca / as fitas de alfinim / e as fi velas de paçoca / a camisa de nata / e os botões de pipoca.”

Ainda podemos citar no plano da cultura (economia) criativa o quanto Luiz Gonzaga serviu de inspiração ao artesanato, principalmente o do couro, com relação à sua vestimenta, mas, também, ao artesanato de madeira, do barro etc., além da inspiração à música, à gastronomia e à moda. Estes valores culturais, da produção do Rei do Baião, formaram – e ainda formam –, com louvor, parte do tecido artístico-cultural pernambucano e nordestino, brasileiro.

Escolheu bons parceiros, o médico Humberto Teixeira e o advogado Zé Dantas, que abriram, ambos, portas à elite para o cancioneiro de Gonzagão. Disputou mercado com a música popular brasileira, cantando o forró e o baião, o xote e o xaxado, com um vasto repertório que ensejou uma grande produção de discos, que ocuparam posição de destaque no hanking nacional de tiragens e vendas. Toda essa cadeia produtiva foi motivada por Gonzaga, o Rei do Baião, gerando, desde então, a economia criativa, que nem tinha sido ainda conceituada como tal.

 (Fonte: Roberto Pereira-ex-secretário de Cultura de Pernambuco-JC On Line)-Artigo Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.

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CHAPADA CULTURAL DO ARARIPE – MOSTRA INTERNACIONAL DE PATRIMÔNIO E TURISMO ACONTECE ENTRE OS DIAS 03 E 05 DE JUNHO EM NOVA OLINDA CEARÁ


A Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri em parceria com a Secretaria de Turismo do Ceará, dentro do programa Rotas Cariris, apresenta a ”CHAPADA CULTURAL DO ARARIPE – Mostra Internacional de Patrimônio e Turismo”, um evento internacional que reunirá representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN e convidados da Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Peru e Portugal. 

O evento Acontecerá entre os dias 03 e 05 de Junho de 2022 em Nova Olinda, Ceará, Brasil e tem como objetivo promover a articulação e o intercâmbio de profissionais de áreas multidisciplinares através de ciclos de debates, formação de rede e celebrações musicais, com vistas para a disseminação do conteúdo em suas diversas formas e linguagens. 

A Mostra promoverá a rememoração do Povo Kariri, celebrando de forma inovadora a disseminação de conteúdo, conexões culturais e midiáticas entre pessoas, instituições e coletivo de artistas, formando uma grande rede que busca integrar, interagir e promover a formação de crianças e jovens apartir do encontro com o espaço de vivência em gestão institucional: a Fundação Casa Grande e a gestão do patrimônio cultural da Chapada do Araripe.

 A CHAPADA DO ARARIPE: A Chapada do Araripe é um platô central situado na divisa dos estados do Ceará, Pernambuco, Piauí e Paraíba, que abriga fontes naturais, grutas, sítios paleontológicos e arqueológicos, além de uma vasta cultura popular.

No Ceará, ela está situada no sul do Estado, no Cariri, uma região onde a cultura é viva, pulsante e original. Talvez por isso, a Chapada tenha recebido de Gilberto Gil o poético apelido de “bacia cultural”.

Araripe na língua tupi significa “lugar das araras”. Sua riqueza natural é tamanha que a Chapada abraça quatro biomas: a mata atlântica, caatinga, cerrado e o carrasco, sendo praticamente um resumo da biodiversidade do Nordeste.

Toda a região da Chapada do Araripe, bem como sua cultura, está em processo de candidatura ao título de Patrimônio da Humanidade. É nesse lugar de diálogos atemporais entre passado, presente e futuro, com bases em uma diversidade cultural e natural particular, no entanto em constante diálogo com o universal, que sediaremos a Mostra Internacional Chapada Cultural do Araripe.

Confira Programação:

09:00h - Grupo de Tradição Popular - Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, Crato, Ceará, Brasil.

09:30h - Abertura Oficial – Mesa de Abertura:

Iriane Inácio – Diretora Administrativa da Fundação Casa Grande, Nova Olinda, Ceará, Brasil;

 Arialdo Pinho - Secretário de Turismo do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

Fabiano Piúba - Secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

Luiz Gastão Bittencourt - Federação do Comércio do Estado do Ceará, Brasil;

 Tassos Lycurgo – Diretor do Departamento de Cooperação e Fomento do IPHAN, Brasil;

 Francisco Lima Junior – Reitor da Universidade Regional do Cariri - URCA, Ceará, Brasil.

10:00h às 12:00h - 1º Ciclo Matinal de Conversa: Dossiê, Candidatura e Plano de Gestão da Chapada do Araripe - Patrimônio Dá Humanidade: estratégias e articulação política e institucional.

Alemberg Quindins - Gestor Cultural criador da Fundação Casa Grande, Ceará, Brasil;

Fabiano Piúba - Secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

 Candice Ballester – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN, Brasil;

Isabel de Freitas Paula – Coordenadora de Cultura da UNESCO, Brasil;

Mediador: Patrício Melo - Coord. Grupo de Pesquisa Dossiê de Candidatura da Chapada do Araripe, Brasil.

12:00h - Almoço no Restaurante das Mães da Casa Grande.

14:00h às 15:00h - Formação de Redes

Jefferson Bob - Museu Casa dos Pássaros do Sertão, Potengi, Ceará, Brasil;

 Ernesto Rocha - Museu Casa Telma Saraiva, Crato, Ceará, Brasil;

15:00h às 16:00h - Formação de Redes

 Mestre Zé Artur – Sitio Escola de Agrofloresta, Nova Olinda, Ceará, Brasil;

 Damiana Vicente - Agricultura Familiar na Chapada do Araripe, Santana do Cariri, Ceará, Brasil;

17:00h às 18:00h - Cortejo dos Grupos de Tradição Popular - Passeio Público Cultural Dra. Rosiane Limaverde.

19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural

20:00h - Abertura da Exposição “A LENDA da Paisagem Sonora na Chapada do Araripe

Local: Galeria de Arte Luiz Gastão Bittencourt

21:00h – A LENDA - Audição da Paisagem Sonora da Chapada do Araripe

Local: Teatro Violeta Arraes - Engenho de Artes Cênicas.

2º Dia - SÁBADO-04 DE JUNHO DE 2022

09:00h às 11:00h - 2º Ciclo Matinal de Conversa: Patrimônio da Humanidade - Caminhos para o reconhecimento a partir de experiências implantadas.

 Ana da Silva - REDPES - Rede Portuguesa de Economia Solidária – Portugal;

Nuno Ribeiro Lopes – Arquiteto coordenador da Candidatura da Paisagem da Ilha da Vinha do Pico, Açores, Portugal;

Conceição Lopes – Coordenadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciência do Patrimônio da Universidade de Coimbra, Portugal.

11:00h às 1200h - 3º Ciclo Matinal de Conversa: Museologia Social e Turismo Responsável

 Bernarda Delgado - Diretora do Museu do Túcume, Peru;

 Juan Muñoz - Diretor do Museo Nacional Terry, Argentina.

12:00h – Almoço no Restaurante das Mães da Casa Grande.

14:00h às 15:00h - Formação de Rede

Weber Girão - Biólogo, Sócio da ONG Aquasis, Projeto Soldadinho do Araripe, Crato, Ceará, Brasil;

 Eduardo Guimarães – Diretor do Geopark Araripe, Ceará, Brasil;

15:00h às 16:00h - Formação de Rede

 Gerardo Sousa - Cajuína São Geraldo, Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil;

 Demétrio Jereissati – IU-Á HOTEL, Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil;

16:00h - Visita ao Museu Orgânico do Mestre Antônio Luiz e Terreirada com o Reisado do Couro em Potengi, Ceará, Brasil.

19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural.

20:00h - Concerto com Juan Quintero – Argentina

Local: Teatro Violeta Arraes - Engenho de Artes Cênicas.

3º Dia - DOMINGO-05 DE JUNHO DE 2022

09:00h às 10:30h – 4º Ciclo Matinal de Conversa: Patrimônio Mundial na América do Sul

 Viviana Usubiaga - Diretora Nacional de Gestão Patrimonial, Argentina;

Claudia Prado - Secretária Técnica do Sistema Vial Andino - Qhapaq Nana, Chile;

 Tatiana Plazas - Assessora da Direção de Patrimônio e Memória, do Ministério da Cultura, Colômbia.

10:30h às 12:00h – 5º Ciclo Matinal de Conversa: Turismo Responsável e Desenvolvimento Social

 Gustavo Pinto - Membro fundador do MUDA - Coletivo Brasileiro Pelo Turismo Responsável, Brasil;

 Ederon Marques – Membro do Projeto Bagagem, Brasil;

 Ana Lima - Rede Tucum Cearense de Turismo Comunitário do Assentamento Sabiaguaba, Amontada, Ceará, Brasil

Junior dos Santos – Rede de Turismo Comunitário da Chapada do Araripe, Ceará, Brasil.

12:00h – Almoço no Restaurante da Fundação Casa Grande

14:00h às 16:00h - Formação de Rede

 Marcilene Barbosa - Artesã e Presidente da Associação Mulheres da Várzea Queimada, Jaicós, Piauí, Brasil;

 Cicero Marcelino - Coordenador de Turismo de Exú, Sertão do Araripe, Pernambuco, Brasil;

Valdir Nogueira - Membro da Associação Cultural Pedra do Reino, São José do Belmonte, Pernambuco, Brasil.

16:00h às 17:00h - Estratégias e articulação da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade

 Juca Ferreira – Conselheiro Científico da Pesquisa Dossiê da Chapada do Araripe, Ceará, Brasil.

17:00h às 18:00h - Lições aprendidas: síntese e observações sobre as experiências e estratégias apresentadas

Mercês Parente - Consultora e Comunicadora Social especialista em Gestão Política Cultural, Brasília, Brasil.

19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural

20:00h – Noite de Celebração - Roda de Toré com a Mestra Bizuga no Passeio Público Cultural Dra. Rosiane Limaverde.

Confira Programação:

09:00h - Grupo de Tradição Popular - Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, Crato, Ceará, Brasil.

09:30h - Abertura Oficial – Mesa de Abertura:

 Iriane Inácio – Diretora Administrativa da Fundação Casa Grande, Nova Olinda, Ceará, Brasil;

Arialdo Pinho - Secretário de Turismo do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

Fabiano Piúba - Secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

 Luiz Gastão Bittencourt - Federação do Comércio do Estado do Ceará, Brasil;

Tassos Lycurgo – Diretor do Departamento de Cooperação e Fomento do IPHAN, Brasil;

Francisco Lima Junior – Reitor da Universidade Regional do Cariri - URCA, Ceará, Brasil.

10:00h às 12:00h - 1º Ciclo Matinal de Conversa: Dossiê, Candidatura e Plano de Gestão da Chapada do Araripe - Patrimônio Dá Humanidade: estratégias e articulação política e institucional.

 Alemberg Quindins - Gestor Cultural criador da Fundação Casa Grande, Ceará, Brasil;

 Fabiano Piúba - Secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará, Brasil;

Candice Ballester – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN, Brasil;

Isabel de Freitas Paula – Coordenadora de Cultura da UNESCO, Brasil;

Mediador: Patrício Melo - Coord. Grupo de Pesquisa Dossiê de Candidatura da Chapada do Araripe, Brasil.

12:00h - Almoço no Restaurante das Mães da Casa Grande.



14:00h às 15:00h - Formação de Redes


● Jefferson Bob - Museu Casa dos Pássaros do Sertão, Potengi, Ceará, Brasil;


● Ernesto Rocha - Museu Casa Telma Saraiva, Crato, Ceará, Brasil;


 


15:00h às 16:00h - Formação de Redes


● Mestre Zé Artur – Sitio Escola de Agrofloresta, Nova Olinda, Ceará, Brasil;


● Damiana Vicente - Agricultura Familiar na Chapada do Araripe, Santana do Cariri, Ceará, Brasil;


 


17:00h às 18:00h - Cortejo dos Grupos de Tradição Popular - Passeio Público Cultural Dra. Rosiane Limaverde.


 


19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural


 


20:00h - Abertura da Exposição “A LENDA da Paisagem Sonora na Chapada do Araripe


Local: Galeria de Arte Luiz Gastão Bittencourt

21:00h – A LENDA - Audição da Paisagem Sonora da Chapada do Araripe

Local: Teatro Violeta Arraes - Engenho de Artes Cênicas.

2º Dia - SÁBADO-04 DE JUNHO DE 2022

09:00h às 11:00h - 2º Ciclo Matinal de Conversa: Patrimônio da Humanidade - Caminhos para o reconhecimento a partir de experiências implantadas.


● Ana da Silva - REDPES - Rede Portuguesa de Economia Solidária – Portugal;


●Nuno Ribeiro Lopes – Arquiteto coordenador da Candidatura da Paisagem da Ilha da Vinha do Pico, Açores, Portugal;


●Conceição Lopes – Coordenadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciência do Patrimônio da Universidade de Coimbra, Portugal.

11:00h às 1200h - 3º Ciclo Matinal de Conversa: Museologia Social e Turismo Responsável

Bernarda Delgado - Diretora do Museu do Túcume, Peru;

Juan Muñoz - Diretor do Museo Nacional Terry, Argentina.

12:00h – Almoço no Restaurante das Mães da Casa Grande.

14:00h às 15:00h - Formação de Rede

Weber Girão - Biólogo, Sócio da ONG Aquasis, Projeto Soldadinho do Araripe, Crato, Ceará, Brasil;

Eduardo Guimarães – Diretor do Geopark Araripe, Ceará, Brasil;

15:00h às 16:00h - Formação de Rede

Gerardo Sousa - Cajuína São Geraldo, Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil;

 Demétrio Jereissati – IU-Á HOTEL, Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil;

16:00h - Visita ao Museu Orgânico do Mestre Antônio Luiz e Terreirada com o Reisado do Couro em Potengi, Ceará, Brasil.

19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural.

20:00h - Concerto com Juan Quintero – Argentina


Local: Teatro Violeta Arraes - Engenho de Artes Cênicas.


3º Dia - DOMINGO-05 DE JUNHO DE 2022

09:00h às 10:30h – 4º Ciclo Matinal de Conversa: Patrimônio Mundial na América do Sul

Viviana Usubiaga - Diretora Nacional de Gestão Patrimonial, Argentina;

Claudia Prado - Secretária Técnica do Sistema Vial Andino - Qhapaq Nana, Chile;

Tatiana Plazas - Assessora da Direção de Patrimônio e Memória, do Ministério da Cultura, Colômbia.

10:30h às 12:00h – 5º Ciclo Matinal de Conversa: Turismo Responsável e Desenvolvimento Social

Gustavo Pinto - Membro fundador do MUDA - Coletivo Brasileiro Pelo Turismo Responsável, Brasil;

Ederon Marques – Membro do Projeto Bagagem, Brasil;

Ana Lima - Rede Tucum Cearense de Turismo Comunitário do Assentamento Sabiaguaba, Amontada, Ceará, Brasil

 Junior dos Santos – Rede de Turismo Comunitário da Chapada do Araripe, Ceará, Brasil.

12:00h – Almoço no Restaurante da Fundação Casa Grande

14:00h às 16:00h - Formação de Rede

Marcilene Barbosa - Artesã e Presidente da Associação Mulheres da Várzea Queimada, Jaicós, Piauí, Brasil;

Cicero Marcelino - Coordenador de Turismo de Exú, Sertão do Araripe, Pernambuco, Brasil;

Valdir Nogueira - Membro da Associação Cultural Pedra do Reino, São José do Belmonte, Pernambuco, Brasil.

16:00h às 17:00h - Estratégias e articulação da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade

 Juca Ferreira – Conselheiro Científico da Pesquisa Dossiê da Chapada do Araripe, Ceará, Brasil.17:00h às 18:00h - Lições aprendidas: síntese e observações sobre as experiências e estratégias apresentadas

 Mercês Parente - Consultora e Comunicadora Social especialista em Gestão Política Cultural, Brasília, Brasil.

19:00h – Jantar no Nova Olinda Café Cultural

20:00h – Noite de Celebração - Roda de Toré com a Mestra Bizuga no Passeio Público Cultural Dra. Rosiane Limaverde.

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