NEY VITAL SACODE O FORRÓ COM BOM JORNALISMO AUDIÊNCIA RÁDIO AUMENTA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

O Ibope realizou um levantamento sobre o meio Rádio em todo o Brasil. O rádio é conteúdo que informa e emociona, eterniza momentos e vira referência na vida das pessoas.

Para passar uma lupa nas características dos ouvintes e entender com profundidade como se dá o consumo e o comportamento nesse meio, a Kantar IBOPE Media apresenta o Inside Radio.

De acordo com o estudo, o meio alcança 83% dos brasileiros e o consumo de horas por dia é de 4h33 em média. Para Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, o estudo reforça a relevância do rádio enquanto mídia, assim como o impacto do meio na vida das pessoas.

“O áudio é uma das primeiras coisas que experimentamos na vida, quando ainda estamos no ventre de nossas mães. Em um mundo cada vez mais tecnológico e influenciado por algoritmos, o áudio mantém a capacidade de nos humanizar e é importante entender isso para explorá-lo e valorizá-lo. E é no áudio que o rádio vive e se recria todos os dias”, comenta a executiva.

O principal termômetro da audiência da sua rádio é a quantidade total de horas que os ouvintes escutam a programação.

Mesmo com mudanças na rotina, o tempo médio de audiência segue estável, apontou o levantamento. Se comparado com o mesmo período do ano passado, há registro significativo de crescimento. O número de pessoas que ouvem rádio e mantêm o hábito com o distanciamento social aumentou para 74%.

A integração entre o rádio e as plataformas digitais é uma realidade que vem ganhando corpo nos últimos anos no Brasil. Se no início da ascensão digital se falava em ouvir rádio pelo site das emissoras, hoje muitas delas já contam com aplicativos e uma série de conteúdos e promoções exclusivas para os meios digitais. Para se ter uma ideia, segundo estudo recente do Kantar Ibope Media, 89% das pessoas escutam Rádio via mobile, pelo computador, enquanto 56% seguem nos receptores convencionais, em casa ou no carro.

A audiência ainda está ligada ao aparelho receptor comum, mas o ouvinte também está no computador e, principalmente, no celular.

O rádio continua sendo o principal veículo de comunicação do Brasil. Aliado a rede de computadores está cada vez mais forte e líder. Na rádio Cidade AM 870, Petrolina/Juazeiro, Bahia, o jornalista Ney Vital apresenta o Programa Nas Asas da Asa Branca-Viva Luiz Gonzaga e Amigos. O programa é transmitido todos os domingos,  a partir das 9hs da manhã, www.radiocidadeam870.com.br, também no instagram, YouTube.

A direção da emissora apostou na reinvenção, no projeto especial e aposta no conteúdo cultural e os resultados aparecem. 

O Programa NAS ASAS DA ASA BRANCA VIVA LUIZ GONZAGA e SEUS AMIGOS segue uma trilogia amparada na cultura, cidadania e informação. "É o roteiro usado para contar a história da música brasileira a partir da voz e sanfona de Luiz Gonzaga, seus amigos e seguidores", explica Ney Vital. 

O programa Nas Asas da Asa Branca-Viva Luiz Gonzaga é um projeto que teve início em 1990, numa rádio localizada em Araruna, Paraíba. "Em agosto de 1989 Luiz Gonzaga, o  Rei do Baião fez a passagem, partiu para o sertão da eternidade e então, naquela oportunidade, o hoje professor doutor em Ciência da literatura, Aderaldo Luciano fez o convite para participar de um programa de rádio. E até hoje continuo neste bom combate". 

O programa é o encontro da família brasileira. Ney Vital não promove rituais regionalistas, a mesquinhez saudosista dos que não se encontram com a arte e cultural, a não ser na lembrança. Ao contrário, o programa evoluiu para a forma de espaço reservado à cultura mais brasileira, universal, autêntica, descortinando um mar e sertões  de ritmos variados e escancarando a infinita capacidade criadora dos que fazem arte no Brasil. 

É o conteúdo dessa autêntica expressão nacional que faz romper as barreiras regionais, esmagando as falsificações e deturpações do que costuma se fazer passar como patrimônio cultural brasileiro.

Também por este motivo no programa o sucesso pré-fabricado não toca e o modismo de mau gosto passa longe."Existe uma desordem , inversão de valores no jornalismo e na qualidade das músicas apresentadas no rádio", avalia Ney Vital que recebeu o titulo Amigo Gonzagueano Orgulho de Caruaru, e Troféu Luiz Gonzaga 2014 Exu,  recentemente em evento realizado no Espaço Cultural Asa Branca, foi um dos agraciados com o Troféu Viva Dominguinhos em Garanhuns.

Ney Vital usa a credibilidade e experiência de 30 anos atuando no rádio e tv. Nas filiadas do Globo TV Grande Rio e São Francisco foi um dos produtores do Globo Rural, onde exibiu reportagens sobre Missa do Vaqueiro de Serrita e festa aniversário de Luiz Gonzaga e dos 500 anos do Rio São Francisco, além de dezenas de reportagens pautadas no meio ambiente do semiárido e ecologia.

Formado em Jornalismo na Paraíba e com Pós-Graduação em Ensino de Comunicação Social pela UNEB/Universidade Federal do Rio Grande do Norte faz do programa um dos primeiros colocados na audiência do Vale do São Francisco, segundo as pesquisas. 

O Programa Nas Asas da Asa Branca, ao abrir as portas à mais genuína música brasileira, cria um ambiente de amor e orgulho pela nossa gente, uma disseminação de admiração e confiança em nosso povo — experimentada por quem o sintoniza, dos confins do Nordeste aos nossos pampas, do Atlântico capixaba ao noroeste mato-grossense.

Ney Vital usa a memória ativa e a improvisação feita de informalidade marcando o estilo dos diálogos e entrevistas do programa. Tudo é profundo. Puro sentimento.O programa Flui como uma inteligência relâmpago, certeira e  hospitaleira.

"O programa incentiva o ouvinte a buscar qualidade de vida. É um diálogo danado de arretado. As novas ferramentas da comunicação permitem ficarmos cada vez mais próximo das pessoas, através desse mundo mágico e transformador que é a sintonia via rádio", finalizou Ney Vital.
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FILME O MENINO QUE TINHA MEDO DO RIO SERÁ EXIBIDO EM FESTIVAL NA FRANÇA

O filme "O menino que tinha medo do rio", produzido por ribeirinhos da cidade de Petrolândia, foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Contis, na França. O evento ocorrerá virtualmente entre os dias 02 a 06 de julho e apresenta uma programação diversificada com exibição de filmes de vários países, exposições, debates e competição europeia de curta metragens.

A produção ribeirinha selecionada compõe a modalidade "Éducation à l'image" (Cinema pela Educação), que é uma mostra não competitiva e será exibida no primeiro dia do Festival (02), a partir das 13h (horário de Brasília). 

O Filme "O menino que tinha medo do Rio" é uma realização do projeto "Cinema no Interior - Edição Especial Velho Chico" e tem alcançado reconhecimentos do público e da crítica através de premiações em outros festivais. No XXI Festival de Curtas de Pernambuco na categoria Ficção Formação, recebeu o prêmio de melhor filme. Já no XIII Festival Internacional Curta Taquary, na Mostra Dália da Serra, conquistou o prêmio de melhor ator pela atuação de Jerzeel Messias, como Inácio, o menino que tinha medo do rio.

A professora Natalia Maia, que interpreta a personagem Maria, a avó do menino que tinha medo do rio, pontua que o "Cinema no Interior" a transformou em uma atriz mais potente. "A Natália que foi à primeira reunião desse projeto, definitivamente não é a mesma que se vê na tela dos festivais hoje. Essa experiência ofereceu às pessoas comuns o mundo mágico das artes, e ser artista requer muito trabalho com o nosso interior. Toda aprendizagem, melhoramento intelectual e espiritual eu agradeço de coração a oportunidade oferecida pelo Projeto Cinema no Interior", elucida Maia.

O curta-metragem ficará disponível durante todo o evento e nesse encontro franco-brasileiro, terá a exibição de outro filme do projeto "Cinema no Interior", "Cine Liberdade", que retrata uma experiência audiovisual iniciada nos Centros Socioeducativos no estado do Ceará. Ocorrerá ainda a apresentação do filme francês, "LETTRES CONFINÉES" ('Cartas Confinadas'), realizado pela Douze Films, com legenda em português.

O projeto Cinema no Interior, tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento sociocultural de comunidades do Nordeste brasileiro por meio de ferramentas cinematográficas. O projeto foi selecionado no XI Edital de Fomento ao Audiovisual do Estado do Pernambuco e no Edital SAV/Minc/2018, já a edição especial Cine Liberdade foi realizada em parceria com a SEAS (Superintendência Estadual de Atendimento Socioeducativo do Ceará).

O idealizador e diretor geral do "Cinema no Interior", Marcos Carvalho, explica que, "É muito enriquecedor contribuir com o desenvolvimento da arte nos sertões através do víeis formativo, trabalhando em conjunto com as comunidades ribeirinhas e as prefeituras municipais locais, possibilitando a geração de sementes e frutos comprometidos com a exaltação da nossa cultura dentro e fora do país, de cuidado com o meio ambiente e respeito com os povos originários do Brasil", elucida Marcos.

Os interessados em apreciar e participar desse encontro franco-brasileiro na modalidade "Cinema pela Educação" e, prestigiar aos demais eventos do Festival Internacional de Cinema de Contis, devem acessar o site <http://www.cinema-contis.fr/education-a-limage/>, todo o conteúdo audiovisual estará disponibilizado gratuitamente a partir das 13h (horário de Brasília) da próxima quinta (02).

Serviço: O que?  Exibição do Curta metragem sobre o rio São Francisco "O Menino que tinha medo do rio"
Onde? Festival Internacional de Cinema de Contis, na França (Virtual) <http://www.cinema-contis.fr/education-a-limage/>
Quando? Próxima quinta-feira (02/07), a partir das 13hs. O filme ficará disponível durante todo o evento;
Duração do evento? De 02 a 06 de julho.

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PESQUISADOR REVELA QUE JÁ TEM PROJETO PARA OS 110 ANOS DE NASCIMENTO DE LUIZ GONZAGA

Paulo Vanderley, pesquisador, criador e mantenedor do mais completo site de Luiz Gonzaga no Brasil www.luizluagonzaga.com.br

O despertar de Paulo Vanderley pela valorização dos costumes da cultura brasileira e especial o Nordeste e sua música começou na infância. Em 1989, na cidade de Exu, Pernambuco, o paraibano de Piancó, de apenas 9 anos, filmou o cortejo de sepultamento de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Na época a família de Paulo Vanderley morava em Exu. Paulo tem o privilégio de ter fotos ainda criança ao lado de Luiz Gonzaga.

Adolescente Paulo Vanderley passou a colecionar tudo relacionado à cultura gonzagueana e o melhor da música ao ritmo da sanfona, zabumba e triângulo. Paulo reúne coleção, a exemplo de Jackson do Pandeiro, Marinês, Dominguinhos. O cantor e compositor Gonzaguinha é um capítulo valioso na vida de Paulo.

“Sou da Paraíba, fui criado no sertão. Meu pai era funcionário do Banco do Brasil e, pelas andanças pelo banco, fomos parar em Exu, no Pernambuco, terra do seu Luiz Gonzaga. Ele era cliente do banco e foi assim que ele e meu pai se conheceram e ficaram amigos”, contou Paulo.

Durante a Live Gonzaguear, promovida pelo pesquisador e escritor Rafael Lima, autor do livro, “O Rei do Baião e a Princesa do cariri”, onde relata sobre os momentos mais marcantes vividos por Luiz Gonzaga na cidade do Crato, Ceará, Paulo Vanderley contou que o apartamento onde mora em Fortaleza com a esposa Susana e os filhos Ana Paula e Paulinho é um acervo de objetos confeccionados em couro, madeira, barro, xilogravura e pinturas. Sem falar das coleções de chapéus, livros, cordéis, poemas e centenas de discos.

Durante a live Paulo revelou que ainda este ano o site, um dos mais completos sobre a vida e obra de Luiz Gonzaga, www.luizluagonzaga.com.br "vai voltar".

"Já estamos envolvidos no projeto 110 anos anos do nascimento de Luiz Gonzaga, em 2022. Muitas novidades virão", disse Paulo. 

Paulo ainda se emociona ao lembrar que foi amigo do “seu Dominguinhos” a ponto de viajar em turnês junto com a família. Recordou que no final de 2012, Dominguinhos, dona Joana e Eurides (pais do cantor Waldonys)  passaram uma tarde juntos em Exu, pouco antes da apresentação que ele faria em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. "E este show foi um dos mais emocionantes e a última vez que todos nós escutamos a voz de Dominguinhos no palco. Depois ele adoeceu e partiu".

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BARRAGEM DE SOBRADINHO RECEBERÁ INVESTIMENTO PARA MELHORIAS E MODERNIZAÇÃO

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) prepara pacote de melhorias e modernizações de suas Usinas, cujos valores a serem contratados, apenas em 2020, devem levar aproximadamente R$ 1 bilhão de investimentos.

Para este ano, além de diversas melhorias pontuais nas usinas, três grandes projetos estão em foco. O primeiro deles se trata da modernização e digitalização da Usina Hidrelétrica de Sobradinho, que receberá investimentos na ordem de R$ 258 milhões para obras que vão desde a tomada d’água até a sucção, com revisão das comportas e seus sistemas de acionamento, substituição dos sistemas auxiliares mecânicos e elétricos, revisão no rotor da turbina, além de digitalização dos sistemas de medição, proteção, controle, supervisão e regulação da usina e o aumento no número de grandezas monitoradas. O contrato foi assinado em abril e os trabalhos, com duração total de sete anos, se iniciam na primeira quinzena de julho.

O segundo processo, em fase de contratação, é para a modernização de 40 sistemas e equipamentos de elevação de carga nas usinas, com investimentos de cerca de R$ 88 milhões. E o terceiro e maior dos projetos, também já em fase de contratação, é a modernização e digitalização da Usina de Paulo Afonso IV, que receberá investimentos que superam os R$ 600 milhões.

À exceção de Sobradinho, o Programa de Modernização será executado com recursos da “GAG Melhoria”, verba específica destinada para esse tipo de benfeitoria.

Esses projetos trazem modernidade, confiabilidade e segurança operacional às instalações, trazendo avanço nas condições de operação e na disponibilidade das usinas, explicou Douglas Balduíno, Superintendente da Engenharia de Geração da Chesf. (Fonte: Chesf)

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AUTOR DO LIVRO LUIZ GONZAGA: O HOMEM, SUA TERRA E SUA LUTA FAZ LIVE OUTRAS PALAVRAS NA SEGUNDA (29)

Autor de "Luiz Gonzaga: o Homem, sua Terra e sua Luta", o escritor vai conversar sobre detalhes do imaginário social diante do patrimônio de Luiz Gonzaga

O escritor José Mário Austregésilo, autor do livro "Luiz Gonzaga: o Homem, sua Terra e sua Luta", é o próximo convidado da live do Outras Palavras, realizada por meio do Instagram da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o @culturape (http://www.instagram.com/culturape). 

O encontro está marcado para a próxima segunda-feira (29), às 20h, e vai aproveitar o período dos festejos juninos para debater questões como identidade e o imaginário social diante do patrimônio artístico de Luiz Gonzaga. A conversa terá a mediação da historiadora Leda Dias, gestora da Política Cultural da Secult-PE.

"Luiz Gonzaga - O homem, sua terra e sua luta" apresenta a linguagem popular presente na oralidade das canções de Gonzaga e os símbolos típicos da cultura nordestina. O livro discute a influência do rei do baião em movimentos artísticos e sua interferência decisiva na trajetória da música brasileira ao introduzir no cenário nacional os ritmos do Nordeste.

De acordo com Andréa Mota, coordenadora do Outras Palavras, a ideia é aproveitar o período das festas juninas para conversar com os jovens sobre esse importante personagem da cultura nacional que é Luiz Gonzaga. "Uma das vozes mais importantes da música brasileira, louva nossa gente, nossas histórias e nossas celebrações. Suas músicas nos lembram de quem somos. O Mestre Lua, pernambucano de Exú, nos orgulha com seu legado e tem importância fundamental na formação da identidade do povo nordestino".

José Mário Austregésilo também é ator, produtor e diretor de radio, TV, cinema e teatro. É formado em Economia, com mestrado em Comunicação Social e doutorado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Live do Outras Palavras - O objetivo da atual temporada do Outras Palavras é proporcionar, por meio das transmissões online, o acesso à cultura aos jovens em geral, mas focando nos que estudam nas escolas da rede pública do estado, por meio de conversas virtuais com artistas, escritores e produtores culturais no @culturape.

Realizado pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Educação e Esportes (SEE-PE) e apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), as lives do Outras Palavras também serão utilizadas como material didático pelos professores que atendem aos alunos das escolas públicas.

Outras Palavras - Política pública que integra cultura, educação e cidadania com as variadas expressões artísticas, o projeto tem como proposta promover a conexão entre estudantes e professores com escritores pernambucanos renomados e mestres da cultura popular do estado. 

Em quatro anos, o Outras Palavras beneficiou mais de 25 mil jovens de 658 escolas, que receberam nas suas bibliotecas mais de 7.100 livros nas 113 edições realizadas até aqui, sempre levando escritores, artistas e patrimônios vivos de Pernambuco para dialogar com os jovens.
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PAULINHO ROSA: PROGRAMA VIRE E MEXE NA RÁDIO USP, A SAUDADE DE DOMINGUINHOS E A VISÃO EMPREENDEDORA DO CANTO DA EMA

Todos os sábados às 11hs a Rádio USP 93.7 FM (Universidade de São Paulo), transmite o Programa Vire e Mexe. O programa é apresentado e produzido pelo produtor cultural Paulinho Rosa. A Rádio USP é a única que atinge as classes alta e média alta e coloca forró em sua grade de programação. O Programa Vira e Mexe é reprisado na madrugada da segundas-feira, logo após meia noite.

O programa Vira e Mexe apresenta a história do forró e traz um acervo de xotes, baiões, arrasta-pés e xaxados com seus principais personagens, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Jackson do Pandeiro. Há espaço para novos talentos e convidados especiais num bate-papo descontraído sobre histórias deste gênero musical.

O programa Vira e Mexe tem apresentação de Paulinho Rosa que também possui uma visão empreendedora e em 2000 montou o CANTO DA EMA, Casa de Forró, também em São Paulo. O Canto da Ema é destaque em shows, uma das referencias do espaço que valoriza o Forró na capital paulista. O Canto da Ema devido o decreto de calamidade pública devido o Coronavírus segue a orientação de não funcionar neste período mas em breve estará de volta com a programação que vai muito além do forró.

Paulinho apresenta e produz o programa VIRA E MEXE na RÁDIO USP desde 2010. Detalhe: neste mês de julho de 2020, mês de que se celebra a passagem de Dominguinhos para um outro plano (Domiguinhos faleceu no dia 23 de julho de 2013), o coração de Paulinho  bate no ritmo forte da saudade. Durante anos ele dividiu a apresentação do programa com DOMINGUINHOS. Foi o roteirista do filme “Dominguinhos Canta e Conta Gonzaga”.

"Foi mais de 10 anos que começamos o VIRA E MEXE. Em nome do FORRÓ, da minha vontade firme e explícita e com a generosidade do nosso grande sanfoneiro Dominguinhos, encaramos o desafio e seguimos em frente, na tentativa de fazer um programa de FORRÓ com entrevistas, temas  variados e muito bate–papo. Para minha sorte, ele topou a empreitada e, com a anuência, apoio e orientação de Beto Alves, um expert em radio, começamos um programa de rádio de FORRÓ, o VIRA E MEXE".

Paulinho Rosa revela que a Radio USP entendeu a proposta e sensivelmente colocou o programa é um bom horário, até porque, um programa de FORRÓ com Dominguinhos, é como um  programa de rock com Mick Jagger ou um de Blues com B. B. King.

"Isso tudo faz muito tempo. De lá pra cá, Dominguinhos nos abandonou bem antes do combinado, deixando uma lacuna impossível de completar. Tentamos: criamos o Cantinho do Dominguinhos, espaço em que, em todo programa, tocamos uma música que ele, nosso grande mestre, tocou, cantou ou compôs, tudo isso para amenizar um pouco a sua falta e sabedoria". 

Paulinho ainda revela que o legado ficou. "Entre os programas que ele fez conosco e aqueles em que ele esteve ausente somam-se muitos, algumas centenas, e  nesses tivemos inúmeras entrevistas com grandes personagens do ritmo, temas deliciosos e muita, muita música, tudo isso para entreter, trazer conhecimento sobre a cultura nordestina/brasileira, sobre FORRÓ e um pouco de alegria nas manhãs de  sábado e início das segundas-feiras".

Saudade foi o tema do programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido no dia 27 passado. Músicas que falam de saudade de vários tipos – da roça, de uma pessoa, de festas, de passeios ou de lugares – foram apresentadas no programa. “Todo mundo está com alguma saudade, da família, dos amigos… Tem gente que está com saudade até do trânsito”, brincou o apresentador Paulinho Rosa.

O programa começou com a música Saudade Imprudente, de José Marcolino, interpretada por Dominguinhos, no Cantinho do Dominguinhos – uma seção fixa do programa que homenageia uns dos maiores sanfoneiros do Brasil. Em seguida, foram ouvidas as composições Que Nem Jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, na voz de Luiz Gonzaga, e Um Baião Chamado Saudade, de Petrúcio Amorim e Rogério Rangel, interpretada por Elba Ramalho, entre várias outras.

Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa.

A Rádio USP de São Paulo foi criada em 11 de outubro de 1977, preenchendo o espaço vazio de emissoras educativas em FM na Grande São Paulo e, ao mesmo tempo, proporcionando um canal de comunicação entre a Universidade de São Paulo e a sociedade.

Ao longo de mais de 40 anos, a emissora recebeu diversos prêmios por sua linha de trabalho diferenciada. Em 2000, a Rádio USP recebeu o prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) como melhor programação musical. Destacam-se da mesma maneira as premiações pela melhor programação de cultura geral, melhor programa de variedades, conferidos também pela APCA, o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro e o Terceiro Concurso Internacional de Programas de Rádio promovido pela Rádio Cubana (vencido pelo Clip Atualidades).

A Rádio USP mantém uma programação jornalística voltada à divulgação das atividades da Universidade e um espaço aberto para debates sobre temas de interesse da sociedade e para prestação de serviços.

A programação musical vem se caracterizando como uma opção à segmentação das atuais emissoras de FM, oferecendo ao público o melhor de todos os ritmos no panorama musical brasileiro, da MPB ao rock, do jazz ao samba e é uma das poucas emissoras que inclui música instrumental em sua programação principal. A Rádio USP difunde ainda gêneros musicais que não encontram espaços nas emissoras comerciais como, por exemplo, a música erudita e músicas tradicionais de várias regiões do país.

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JOQUINHA GONZAGA, NETO DE JANUÁRIO E SOBRINHO DE LUIZ GONZAGA FAZ APRESENTAÇÃO EM LIVE SOLIDÁRIA NA VARANDA DO REI NO DIA 5 DE JULHO

O sanfoneiro e cantor Joquinha Gonzaga vai apresentar uma Live Solidária na "Varanda do Rei", no domingo 5 de julho, às 16hs. Para acompanhar a live é preciso estar inscrito no canal YouTube Joquinha Gonzaga Oficial.

Joquinha Gonzaga é o mais legítimo representante da arte musical de Luiz Gonzaga.  Ele é neto de Januário e sobrinho de Luiz Gonzaga. João Januário Maciel, o Joquinha Gonzaga é hoje um dos últimos descendentes vivos da família. Dos nove filhos de Santana e Januário, todos eles, ja "partiram para o Sertão da Eternidade".

Joquinha Gonzaga caminha para os 70 anos e reside atualmente em Exu, Pernambuco, no pé da serra do Araripe, como ele costuma dizer ao receber os amigos. Nesse contexto, a Live Solidária na Varanda do Rei vai proporcionar além de um encontro com os amigos, admiradores, pesquisadores da cultura mais brasileira, a oportunidade de ouvir o puxado do fole e a voz de Joquinha, com o seu canto, histórias e causos. 

No início deste ano a Câmara de Vereadores de Exu, encaminhou um projeto de apoio e solicitação do registro do cantor, compositor e sanfoneiro Joquinha Gonzaga, para ter o reconhecimento de Patrimônio Vivo da Cultura de Pernambuco.

Além de sobrinho do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Joquinha é neto de Januário (afamado tocador de 8 Baixos) e ainda tem como tios os Mestres da Sanfona, Zé Gonzaga, Chiquinha Gonzaga (tocadora de sanfona 8 Baixos) e Severino Januário.

A justificativa para Joquinha ser reconhecido Patrimônio Vivo de Pernambuco é o valor do seu legado para as futuras gerações e a contribuição e tem o objetivo de que mantenham os saberes e fazeres da cultura da sanfona. 

Detalhe: Joquinha Gonzaga também é tocador de sanfona de 8 baixos, um instrumento quase em extinção no cenário cultural brasileiro e também por isto um dos aspectos que faz Joquinha merecedor da aprovação para assim poder se dedicar mais a aulas, oficinas e palestras sobre o tema sanfona de 8 Baixos.

Ao ser inserido oficialmente no programa Patrimônio Vivo na Política Cultural do Estado, Joquinha Gonzaga dará continuidade nas realizações de oficinas de transmissão de saberes, exposições, apresentações culturais, palestras, entre outras ações, que significam a apropriação simbólica e o uso sustentável dos recursos patrimoniais direcionados à preservação e ao desenvolvimento econômico, social e cultural brasileiro, do Estado e garantir a visibilidade de Exu, onde Luiz Gonzaga deixou um patrimônio do Parque Asa Branca, onde está o Museu Gonzagão.

Este ano, no mês de janeiro 2020, Joquinha Gonzaga participou do primeiro Festival Nacional de Música 'Canta Gonzagão’, em Exu, onde ministrou para as crianças e adolescentes do Projeto Asa Branca, uma oficina de Sanfona. Em Ouricuri, Pernambuco, também em Janeiro fez apresentação no Forró do Poeirão onde mostrou a arte de tocar sanfona de 8 Baixos, a famosa Pé de Bode.

Contato para shows de Joquinha Gonzaga: WhatsApp (87) 999955829 e (87)996770618.
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