GOVERNADOR DA BAHIA DIZ NÃO TER COMO ASSEGURAR QUE NÃO HAVERÁ ATRASO DE SALÁRIO PARA SERVIDORES

O governador Rui Costa afirma que não há como garantir que os salários do funcionalismo público será pago em dia nos próximos meses. A declaração do chefe do Executivo se dá diante do cenário de incertezas em meio à pandemia do coronavírus.

"Hoje, não tem previsão de atrasar salário. Mas não tenho como saber o impacto que isso terá mas adiante. Não posso dar garantia em função da imprevisibilidade dos próximos meses", explicou o governador durante entrevista à rádio Sociedade, Salvador Bahia.

O governador chamou a atenção para o caso de Minas Gerais, onde há a previsão de atraso no pagamento dos salários dos funcionários públicos.

Na última semana, Rui Costa já havia alertado para o caso do funcionalismo público baiano. "Por causa da pandemia, a situação financeira do mundo se complicou. Por isso, oriento aos servidores públicos não contraiam dívidas a longo prazo”, disse.
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DOCUMENTÁRIO CONTA HISTÓRIA DE ZÉ LAURENTINO PARA MANTER VIVA A MEMÓRIA DO POETA

Um documentário produzido durante quatro anos foi lançado em 2020 com o objetivo de disseminar a poesia do paraibano José Laurentino da Silva e manter viva a história e a arte do poeta.  “Zé Laurentino – O Poeta do Povo” está disponível na internet e também vai ser exibido em vários festivais de cinema pelo país.

“Nós disponibilizamos o documentário de forma gratuita na internet para que as pessoas tenham acesso a um conteúdo de qualidade neste tempo de distanciamento social e possam desfrutar da história de Laurentino em suas casas”, disse o jornalista e poeta Rafael Melo. 

O DOC de mais de 20 minutos traz imagens inéditas do poeta poucos meses antes de sua partida. Nas imagens, Zé Laurentino aparece em dois momentos importantes da reta final da vida: o período em que esteve cego e a fase em que voltou a enxergar. Entre recitações e narrativas da própria história, e algumas doses de cachaça brejeira, o artista se emociona e toca o público que o acompanhou por anos.

“São imagens nunca antes exibidas que tivemos o prazer de coletar e de tratar com muito carinho e cuidado durante todo este tempo para trazer ao público de uma forma singela, serena, bonita, assim como tudo o que fazia Zé Laurentino”, disse um dos idealizadores do projeto, Sandro Branco, ativista cultural do estado do Paraná, que se encantou com o poeta no contato que teve com o paraibano em 2015.

As imagens foram captadas durante a realização do projeto “Encontro de Raízes”, nascido da parceria de artistas de Campina Grande, na Paraíba, com ativistas e artistas da associação Caracol, do estado do Paraná. “Os paranaenses perceberam o valor da poesia de Zezinho e voltaram num segundo momento do projeto e aproveitaram para gravar e extrair o máximo dele. Pouco tempo depois nasceu a ideia do documentário”, disse Rafael.

O filme que conta um pouco da história de Zé Laurentino escutou pessoas importantes na vida dele e que também tiveram influência do “poetinha”, como carinhosamente era conhecido. Braulio Tavares, Astier Basílio, Afrânio de Brito, José Laurentino Neto, Aziel Lima, Robson Borracha, Tiago Monteiro, Gabriel Diniz e Rafael Melo são alguns dos entrevistados.

José Laurentino da Silva tem centenas de poemas populares que o elevam à categoria dos grandes poetas da poesia, cabocla do Brasil. Dentre os principais poemas estão “O mal se paga com o bem”; “Existe felicidade”; “Carona de passageiro”; “Eu, a cama e Nobelina”; “Matuto no futebol”. Zé publicou vários livros e cordéis: “Sertão. Humor e poesia”; “Meus versos feitos na roça”; “Carta de matuto”; “Poesia do Sertão”; “Dois poetas, dois cantares”; “Poemas, prosas e glosas”.

José Laurentino  nasceu em 11 de abril de 1943 no sítio Antas, na cidade de Puxinanã, anteriormente poetizada em um poema famoso de Zé da Luz. Zé Laurentino cresceu em uma casa onde sempre eram realizadas cantorias de repentistas violeiros. Na fase adulta foi político (vereador) e ficou bastante conhecido pela poesia nos programas de rádio que apresentava. Zé Laurentino atuou durante muito tempo na Rádio Borborema, Rádio Cidade de Esperança, e apresentou o programa Sala de Reboco na TV Borborema ao lado do poeta Amazan. Ele também foi destaque no programa Som Brasil da Rede Globo.

Nos últimos anos de vida, depois de fazer sucesso inclusive fora do país, Laurentino ficou cego e também passou por uma fase de problemas com a bebida alcoólica. O poeta morreu em 2016 com 73 anos de idade vítima de um câncer de fígado.


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EXPORTAÇÕES DE FRUTAS BRASILEIRAS PELO MODAL AÉREO ESTÃO PRATICAMENTE PARADAS

As exportações de frutas brasileiras pelo modal aéreo estão praticamente paradas. O volume exportado por via aérea não é suficiente para lotar um avião cargueiro, e ia principalmente nos porões dos aviões de passageiros, que estão em terra para cumprir a quarentena no mundo todo. Do total exportado, cerca de 10% das frutas viajavam pelo ar, principalmente mamões, figos e goiabas, e em menor volume, uvas e mangas.
Foi o que informou o gerente técnico e de projetos da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Jorge de Souza, sobre as exportações durante a pandemia.
Segundo Souza, a demanda continua existindo e o fluxo dos embarques por via marítima está próximo da normalidade. Frutas como limões, uvas e mangas e melões seguem viagem de navio, apenas com um tempo de trânsito um pouco maior.
“Na média, a demanda permaneceu inalterada de maneira geral para todos os destinos. O que aconteceu foi que o trânsito, a logística, ficou um pouco prejudicada, pelas dificuldades das linhas marítimas. O tempo normal que era de cerca de 28 dias para o Oriente Médio agora está entre 35 e 38 dias, o que preocupa um pouco em termos de qualidade”, disse.
Souza afirmou que alguns locais como Dubai, por exemplo, são pontos de distribuição por via terrestre para países vizinhos. “Mandamos a fruta para Dubai de navio e o trânsito terrestre para outros países ficou mais demorado também porque tem toda a questão de higienização e cuidado com os funcionários, mas como um resultado geral, comparando com outros setores da economia, eu diria que a fruticultura foi muito pouco afetada”, avaliou.
No primeiro trimestre, o Brasil exportou mais de 234 mil toneladas de frutas, queda de 2% se comparado ao volume do mesmo período do ano anterior. Apesar da redução, algumas frutas apresentaram crescimento significativo, como abacates (126%), maçãs (56%) e limões (46%).
Em receita, as exportações totais somaram US$ 183 milhões, valor 8% menor em comparação aos três primeiros meses de 2019. Entre as principais frutas exportadas, houve queda no embarque de laranjas (58%), uvas (44%), mangas (23%) e melões (8%). Os dados são da Abrafrutas.
“Houve uma redução de volume e valor, caiu um pouco, mas foi por questões mercadológicas, de concorrentes, de condições climáticas – quando fica mais frio, diminui um pouco o consumo. No segundo trimestre conseguiremos avaliar melhor o impacto, mas a demanda continua, as pessoas querem continuar comendo frutas, como tem o aspecto da saúde, das vitaminas, muito importantes nesse momento”, declarou.
Souza afirmou que o novo coronavírus não está sendo uma questão seríssima no setor fruticultor, mas que há uma grande preocupação quanto à saúde do trabalhador rural.
“A exportação depende daquela fruta ser colhida, se tivermos uma questão [de contágio] muito grave no campo, aí podemos ter problema para o mundo todo e para os árabes também. Nas fazendas estamos tomando muito cuidado, no transporte com ônibus higienizados e desinfectados, com lotação de 50%, no campo estamos mantendo o distanciamento e procedimentos de higiene. Estamos tomando os cuidados necessários para isso não acontecer”, disse. (Fonte: Agência de notícias Brasil-Árabe)
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PROFISSIONAIS AUMENTAM JORNADA COM TRABALHO EM CASA USANDO PLATAFORMAS DIGITAIS

O advogado e coordenador-executivo do Procon de Juazeiro, Bahia, Ricardo Penalva recebe mensagens, telefonemas sobre solicitações, consultas, orientações, denúncias de consumidores, ligações de colegas à quase meia noite, hora de almoço e nos domingos. Desde que o distanciamento social foi decretado o trabalho dobrou. "É intenso o trabalho. Não tem dia nem hora", revela Penalva.

Uma web designer cujo quarto serve de escritório precisa acionar um alarme para se lembrar de almoçar durante a jornada de trabalho sem parar. Em outra empresa, uma funcionária com quatro filhos fica logada 13 horas por dia enquanto tenta conciliar a tarefa de cuidar deles e o trabalho.

Após mais de 30 dias experimento de trabalho em casa sem um fim à vista, quaisquer que fossem as fronteiras que restavam entre trabalho e vida pessoal desapareceram quase inteiramente. A cultura de trabalhar a qualquer hora em Juazeiro e Petrolina alcançou novos patamares. A jornada de trabalho das 8h às 12h e de 14h às 18h, ou qualquer coisa parecida, parece relíquia de outra era.

Formalidades como se desculpar por ligar ou enviar e-mails em horários inadequados são coisas do passado. Profissionais de todas as classes e níveis já sentem que têm menos tempo livre, por exemplo, do que quando "perdiam" horas no transporte para ir ao trabalho.

Profissionais se abrigaram em casa no que se pensava ser um hiato temporário. Muitos mapearam planos para preencher o tempo que gastavam no deslocamento para ter novos hobbies, como aprender um idioma, fazer cursos à distância. Parecia o começo de uma revolução do teletrabalho.

A professora, engenheira agrônoma, Candida Beatriz, mestre e doutora em Ciências Agrárias, afirma que já tinha afinidade com a tecnologia, mas não imaginava que a plataforma digital e todas as novas formas tecnológicas agora é lugar oficial de trabalho. "É estranho, sinto falta da interação direta. Mas tenho dito, que esses desafios nos fazem crescer profissionalmente e isto é muito importante, agora e para o futuro. O processo de aprendizagem é constante e temos compromisso com a qualidade do ensino", diz Candida.

O professor e jornalista Josenaldo Rodrigues, montou "o escritório de trabalho em casa". É na garagem agora que ele produz o programa de rádio,  faz contatos, assessora, participa de videoconferências.

 Pesquisas revelam, pessoas que trabalham em casa se conectam três horas, em alguns casos muito mais que 5 horas a mais por dia do que antes dos confinamentos na cidade e no estado, de acordo com dados, que rastreiam quando os usuários se conectam e desconectam do trabalho. Funcionários também voltam a se logar tarde da noite. Provedores observam picos de uso da meia-noite às 3h da madrugada que não estavam presentes antes do surto de COVID-19.
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"NÃO VAMOS PERMITIR RETORNO AS AULAS. CONTINUARÃO SUSPENSAS NA REDE ESTADUAL E MUNICIPAL", DIZ GOVERNADOR

O governador Rui Costa anunciou que nenhuma cidade da Bahia vai ter festas juninas neste ano, como medida de combate à disseminação do novo coronavírus. A informação foi divulgada na noite desta sexta-feira (28), durante o programa #PapoCorreria, transmitido nas redes sociais do governador.

"As pessoas vão levar o vírus. Não há perspectiva que, em junho, vamos ter grandes aglomerações. Espero que a gente chegue lá sob controle. Mas, mesmo que esteja sob controle, não podemos correr risco de perder o controle", concluiu o governador.

O governador também prorrogou a suspensão das atividades em todas as escolas do estado - incluindo as da rede particular - por mais 15 dias.

"Vamos adiar por mais 15 dias e, depois desse prazo, avaliar situação. Por que esse período? Porque é o período de nós recebermos os respiradores. Não podemos correr o risco de iniciar as aulas nessa situação. Vamos adiar início das aulas por mais 15 dias. Lá para o dia 18 de maio vamos avaliar. Vamos ter que reprogramar (o ano letivo). As férias de meio de ano não vai haver mais", contou.

"Vamos entrar por dezembro e janeiro para cumprir ano letivo de 2020. Aulas por internet só para manter alunos em atividade. Não temos condição de padronizar. A maioria dos alunos da Bahia são simples, muitos não têm internet em casa. Uma parcela grande da população, os estudantes moram na zona rural. Não há como pensar em substituir as aulas da internet pela aula presencial. Não queremos deixar milhares de alunos para trás. Tem cidade da Bahia em que 50% dos alunos vêm da zona rural. Isso faz com que as famílias não tenham internet. Não há como falar de substituir aula presencial por aula pela internet".

Questionado a respeito da possibilidade de retorno das aulas nas escolas particulares, Rui Costa foi categórico:

"Não vamos permitir, por enquanto, retorno as aulas. Nem estadual, nem municipal, nem particular. Não há o que se falar nesse momento de voltar as aulas", concluiu.
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DNIT CONFIRMA OFICIALMENTE A INSTALAÇÃO DE REDUTOR ELETRÔNICO DE VELOCIDADE NA PONTE PRESIDENTE DUTRA

O Núcleo de Comunicação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) confirmou oficialmente a reportagem do BLOG NEY VITAL que vai retomar a instalação de redutores eletrônicos de velocidade nas rodovias federais. Um dos pontos fiscalizados será a Ponte Presidente Dutra, divisa entre Pernambuco e Bahia, no limite Juazeiro e Petrolina.

"Estão sendo instalados redutores eletrônicos de velocidade em diversos pontos nas rodovias federais em Pernambuco, medida tomada em cumprimento de decisão judicial, entre eles a Ponte Presidente Dutra, que liga Juazeiro à Petrolina, pertencente à BR-407, onde está programado um equipamento com limite de velocidade de 50 km/h", afirmou em nota o Dnit.

O Dnit fará a instalação dos redutores eletrônicos de velocidade em diversas áreas consideradas críticas. A data da instalação na foi informada. (Fonte: Dnit)

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DIA NACIONAL DA CAATINGA É COMEMORADO NESTA TERÇA 28 DE ABRIL

O Dia Nacional da Caatinga é celebrado anualmente em 28 de abril no Brasil. Esta data foi criada com o intuito de não apenas homenagear este bioma único, 100% brasileiro mas também conscientizar as pessoas sobre a importância da sua conservação para o equilíbrio ambiental.

A caatinga engloba os seguintes estados brasileiros: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte de Minas Gerais. Esta data foi oficializa através do Decreto Federal de 20 de agosto de 2003, que determina que anualmente, em 28 de abril, seja comemorado o Dia da Caatinga no país.

O dia 28 de abril foi escolhido em homenagem ao professor João Vasconcelos Sobrilho (1908 – 1989), um dos pioneiros nos estudos ambientais no Brasil.

Nos últimos anos, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ampliou o número de unidades de conservação federais neste bioma e comemora a repatriação de 52 exemplares de ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), que retornaram ao seu lar, a caatinga baiana, em março deste ano. Essa ave estava extinta na natureza e é endêmica da região.

Com a participação do juazeirense e ex-Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte,com o objetivo de ampliar a conservação da biodiversidade da Caatinga, o ICMBio criou três unidades de conservação federais: a Área de Proteção Ambiental (APA) Boqueirão da Onça, o Parque Nacional Boqueirão da Onça e o Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul, todas na Bahia. 

A criação da APA e do Parque Boqueirão da Onça, que juntas têm quase 9.000 km², foi fundamental na proteção das onças-pintadas. No Brasil, a onça-pintada vive em diversos biomas, mas é na Mata Atlântica e na Caatinga que a espécie está mais ameaçada, sendo considerada criticamente em perigo de extinção.

Extintas da natureza, 52 exemplares de ararinha-azul retornaram ao seu lar em março deste ano: a caatinga baiana. As aves vieram da Alemanha, por meio da organização não-governamental alemã Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP) que, em parceria com o Governo Federal, trouxe as aves para o Brasil. Elas estão no Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul, unidade de conservação federal criada em 2018 especialmente para recebê-las, antes de serem soltas na natureza.

O ICMBio tem outra unidade que protege o bioma, como a Estação Ecológica (Esec) Raso da Catarina (BA), que abriga uma área significativamente conservada do bioma Caatinga. E é nesta região do Raso da Catarina e no Boqueirão da Onça que vive outra espécie endêmica da caatinga: a arara-azul-de-lear. A espécie é categorizada como Em Perigo de extinção e está contemplada no Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves da Caatinga, coordenado pelo Cemave. Um censo, realizado em 2018 pelo Cemave e instituições parceiras, apontou que nesta região vivem 1.700 arara-azul-lear.

São registradas para o bioma, até o momento, 3.200 espécies de plantas, 371 de peixes, 224 de répteis, 98 de anfíbios, 183 de mamíferos e 548 de aves. A Caatinga é o lar da ave com maior risco de extinção no Brasil, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), e de outra espécie ameaçada, a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari). 

Outras aves endêmicas identificadas pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do ICMBio, na Paraíba, são o soldadinho-do-araripe, beija-flor-de-gravata-vermelha, bico-virado-da-caatinga, tem-farinha-aí, zabelê. Na lista de animais endêmicos, há também o sapo-cururu, asa-branca, cotia, gambá, preá, veado-catingueiro, tatu-peba e o sagüi-do-nordeste, entre outros.

A região se caracteriza por apresentar clima tropical semiárido, com chuvas inferiores a 750mm anuais na maior parte do domínio e temperatura média anual em torno de 36°C. 

“As Caatingas são espaços de resiliência, poucas regiões vivem stress hídricos tão permanentes, mas as formas de vida que ali residem se relacionam com a abundância e a escassez de uma forma equilibrada, harmônica e de fruição, vivendo cada dia cada estação como se fosse única”, argumenta o analista ambiental do Cemave, em Cabedelo, na Paraíba, Elivan Souza, que vive o dia a dia na caatinga.
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