TRABALHADORES DE JUAZEIRO E PETROLINA ENFRENTAM FILAS PARA RECEBER AUXÍLIO DE R$ 600 EM DINHEIRO

As filas enormes em Juazeiro e Petrolina para o pagamento em dinheiro dos R$ 600 para quem perdeu a fonte de renda por causa do novo coronavírus, mostra um cenário de desolação e angústia. 

A poesia dos versos da música Petrolina Juazeiro, por momentos se perde, no sentimento das Marias, Anas, Socorros, Chico, João, Antônios e Severinos, os mesmos da poesia de João Cabral de Melo Neto, autor do livro Vida e Morte Severina, o Severino é um entre muitos outros, que tem o mesmo nome e o mesmo destino trágico do sertão: morrer de emboscada antes dos vinte anos, de velhice e de fome um pouco a cada dia.

A desigualdade social e a necessidade de comprar alimentos é a justificativa para os qu se expõem nas filas. Alguns enfrentam a fila desde o dia anterior. As filas são nas agências da Caixa e lotéricas.

Nas imediações da Caixa de Petrolina e Juazeiro, o cenário parece ser uma guerra. Guerra para vencer o tempo, a fila e o vírus. Homens, mulheres usam máscaras. Olhar de medo. ”Eu preciso comprar alimento, já não tem mais nada em casa. Antes eu tinha um ganha pão, sou trabalhador. Tenho filhos”, diz meu constrangido Francisco.

Para evitar filas, a Caixa escalonou pagamentos pela data de aniversário dos beneficiários que abriram a poupança social digital porque não tinham conta bancária. Mas não adianta. Ontem dia 27, e hoje terça-feira 28, o dia de saque, filas já na madrugada dão voltas no quarteirão da Caixa.

Reginaldo, vendedor ambulante diz que "ninguém dá informação e ninguém dá uma solução" e todos acabam ficando numa fila absurda sem uma solução, sem uma resposta, apenas com um "restinho de esperança".

Nest terça-feira (28), podem sacar dinheiro os aniversariantes de março e abril. Dia 29, saca quem nasceu em maio e junho. No dia 30, julho e agosto. Na semana que vem, dia 4, vão poder sacar os nascidos em setembro e outubro. E no dia 5 de maio, quem nasceu em novembro e dezembro.

A Caixa afirmou que já creditou o auxílio emergencial para mais de 39 milhões de pessoas, que adotou medidas para reduzir filas, como a abertura antecipada de agências. E reforçou que as informações sobre o cadastro e o pagamento do socorro estão disponíveis na página do banco na internet e pelo telefone 111.
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MUDANÇA NA FORMA DE ESCOLHA DE REITORES GERA CRÍTICAS NO SENADO

A mudança no rito para a eleição e nomeação dos reitores das universidades e institutos federais, prevista na Medida Provisória 914/2019, tem gerado reações de senadores. 

O texto, editado em dezembro, prevê que o presidente da República poderá não acatar o nome mais votado da lista tríplice de candidatos apresentada pela instituição.

Tradicionalmente, o reitor das universidades e institutos federais é escolhido pelo corpo de professores, alunos e funcionários das universidades, por meio de uma votação que resulta em três nomes. O mais votado dessa lista costuma ter seu nome confirmado pelo presidente, para um mandato de quatro anos. 

A MP 914, no entanto, estabelece que o presidente poderá escolher qualquer um dos três nomes apresentados, não necessariamente o mais votado.

“Precisamos entender a razão pela qual não estão sendo nomeados candidatos escolhidos pela maioria dos alunos, professores e servidores das instituições. Afinal, quem melhor para indicar um reitor do que as pessoas que estão dentro das universidades?”, questionou, pelas redes sociais, o senador Fabiano Contarato.

Na segunda-feira (20), a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, pediu esclarecimentos ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre o descumprimento dos resultados das eleições realizadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia no Rio Grande do Norte (IFRN) e em Santa Catarina (IFSC). O prazo para a resposta é de dez dias.

Revolta
Também pelas redes sociais, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) classificou como intervenção no IFRN a decisão de nomear como reitor alguém que não havia participado das eleições. 

O vencedor pelas urnas havia sido o professor José Arnóbio de Araújo Filho, com 48,25% dos votos, mas o nomeado foi o professor Josué de Oliveira Moreira para o cargo de reitor pro tempore (temporário) da instituição. A eleição de Arnóbio ocorreu 20 dias antes da edição da MP.

“A intervenção do Ministério da Educação no IFRN, nomeando um reitor-interventor, é um verdadeiro golpe contra estudantes, professores e servidores da instituição. É mais um ataque direto à educação de um governo que despreza a democracia”, disse o senador pelas redes sociais. 

Ele apontou a intenção do governo de aparelhar o instituto.

Em protesto contra a decisão, professores, funcionários e estudantes bloquearam a entrada do IFRN na quarta-feira (22).

Também pelas redes sociais, a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) afirmou que a nomeação fere a democracia no lugar onde ela deve nascer: a educação. Para a senadora, a intervenção é autoritária e não tem base legal.

“O governo federal nomeou alguém que sequer concorreu ao pleito, desrespeitando uma prática democrática dos institutos federais. Uma pergunta que não quer calar: quem indicou o reitor pro tempore do IFRN?”, questionou a senadora.

A MP está na Câmara dos Deputados, onde aguarda votação. Depois, ainda terá que ser aprovada pelo Senado. 

Na consulta pública do portal e-Cidadania, mais de 600 mil cidadãos já se manifestaram sobre a medida, a maioria contra a aprovação.

Em pronunciamento feito em fevereiro, o senador Paulo Rocha (PT-PA) já havia criticado a medida. Para ele, o governo é autoritário, e implementa suas políticas por meio de medidas provisórias. 

A MP 914, segundo o senador, resume o que o presidente Jair Bolsonaro quer para a área da educação.

 "Ele não só modifica todo o critério de escolha democrática, que, ao longo de décadas, foi sendo construído, mas também a conquista, na Constituição brasileira, da autonomia que têm as universidades para gerar conhecimento, desenvolver nossas pesquisas e produzir nossos doutores, nossos mestres", criticou o senador. (Fonte: Agência Senado)

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ILUSTRAÇÕES PARA COLORIR DESTACAM O PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO

Parte do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, tão rico e repleto de histórias, é o tema de um e-book desenvolvido especialmente para este período de isolamento social e pensado para o público infanto-juvenil. Recheado com uma série de ilustrações para serem coloridas, o material, batizado de Desenhos para Colorir, está disponível para download gratuito. As imagens, criadas pelo ilustrador Adeildo Leite, trazem fachadas dos equipamentos culturais gerenciados pela Secult-PE/Fundarpe.

"Após selecionar as imagens, fiz os desenhos utilizando carvão. Fotografei essas imagens e organizei no PDF ao lado de imagens reais dos equipamentos para serem usadas como referência na hora de pintar", explicou Adeildo Leite.

O resultado é um arquivo com seis imagens para colorir que, além de divertir e ajudar a passar o tempo durante o isolamento social, ainda ensina mais sobre os espaços culturais que são patrimônio dos pernambucanos. Nesta edição, estão retratados Casa da Cultura, Cinema São Luiz, Museu do Estado de Pernambuco, Teatro Arraial Ariano Suassuna, Museu do Trem/Estação Central do Recife e Museu de Arte Sacra de Pernambuco. Agora, é pegar os lápis de cor e deixar a imaginação correr solta.

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TEU PEDIDO DE DESCULPAS MURILO É VOLÁTIL, NÃO TEM SUBSTÂNCIA E É SEM ALMA

No sábado passado fiquei feliz e terrivelmente puto. Fiquei feliz porque vi Luzinete, A Rainha da Seresta, equipada com seus mais de 60 anos, atravessar com galhardia 4 horas de live cantando e homenageando os nossos ídolos da música nacional. 

Vida longa a Luzinete, bela e poderosa, decidida, ousada, mulher nordestina, fortaleza, herdeira e sucessora de nossa ancestralidade. Sem tua presença e poder, Luzinete, estaríamos fadados à nulidade. A música romântica, loucamente chamada de brega pelas elites culturais brasileiras, mas que usa essa designação como trampolim para a transcendentalização de si mesma, tem em ti, mulher, o alicerce mais profundo.

Mas como disse, fiquei também extremamente puto. Vi o vídeo podre de preconceito, nefasto de ignorância, ensebado de agressões de Murilo Couto se referindo ao nosso poderosíssimo Assisão. Debochar de outrem para tentar fazer humor é o rés do chão de quem tenta ser humorista. A ignorância é a mãe de todos os males, já dizia Rabelais, um velho como Murilo o chamaria. 

As elites culturais, mais uma vez elas, criam esse tipo de aberração. Ainda mais quando se referem ao Nordeste. Não é a primeira vez, nem será a última, na qual a excrescência eclode mundialmente se atirando contra nós, nordestinos. Não será também a última vez na qual nos levantaremos contra esse tipo de investida.

Aí, hoje, vejo o pedido de desculpas do Murilo Couto. A emenda pior do que o soneto porque ele diz literalmente "eu pensei que fosse apenas um véi". E multiplica seu preconceito. Trata-se, Murilo, de um velho, de verdade. E todos os velhos merecem respeito, todas as pessoas merecem respeito. Mas que desgraceira de país foi parido desse ventre insidioso? Lembram daquela turminha de playboys brasilienses que tocou fogo em um índio? A desculpa: "nós pensamos que fosse apenas um mendigo." 

O Nordeste é foda, Murilo. Teu pedido de desculpas, nós sabemos, é volátil, não tem substância, tampouco alma. O veneno é o mesmo: o ódio contra os nordestinos. A Luzinete e Assisão: vocês são imensos!

*Fonte: Aderaldo Luciano é doutor e mestre em Ciência da Literatura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor, poeta, escritor e músico 
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ORDEM DOS ADVOGADOS REPUDIA ATO DE DISCRIMINAÇÃO PROFERIDAS CONTRA O CANTOR ASSISÃO

Em tempos de pandemia, em que milhares de pessoas estão sofrendo com as consequências do COVID-19, fomenta-se cada vez mais a solidariedade, humanidade e empatia. Em nosso país, por exemplo, constatamos diversos artistas promovendo lives para arrecadar toneladas de alimentos ou contribuições financeiras para serem distribuídas a todos que necessitam.
No entanto, na contramão do espírito humanitário, o comediante Murilo Couto promoveu recentemente em seu canal no YouTube, uma live para emitir palavras preconceituosas contra o grande artista nascido em Serra Talhada/PE, Francisco de Assis Nogueira, mais conhecido por Assisão, que possui uma trajetória de sucesso e de respeito na música nordestina.
Aqueles que ultrapassam os limites da liberdade da expressão devem ser responsabilizados e penalizados. A OAB Caruaru rechaça qualquer tipo de comentário preconceituoso e se solidariza com o cantor, familiares, fãs e nordestinos. (Fonte: OAB Caruaru)
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DUNAS DE CASA NOVA, BAHIA, O OÁSIS DE ÁGUA DOCE NO SERTÃO

Dunas: o dicionário define como substantivo feminino plural Dunas. Montes e/ou colinas de areia que se movem de acordo com a ação do vento.

No coração dos sertanejos que conhecem as Dunas de Casa Nova é um Oásis, um paraíso Mar de água doce. O que já era bonito agora pode ser traduzido como muito mais belo e exuberante. 

Explica-se: após oito anos de escassez hídrica o Rio São Francisco dá sinais de aumento de volume de água, com a defluência (água que sai) da barragem de Sobradinho, Bahia, as Dunas de Casa Nova, Bahia, ganham um aspecto que merece o título: o Oásis do Sertão. A cheia do Rio São Francisco abençoa as dunas com mais beleza.

Desde o mês de março foi suspensa a visitação as Dunas do Velho Chico, Opará, na linguagem indígena, o Rio que é Mar. As Dunas está localizada a 58 km da sede de Casa Nova.

A professora e empresária Andréa Passos Araújo, moradora de Casa Nova, sempre foi apaixonada pelo rio São Francisco e as dunas. Andréa revela que o local não era ainda visitado, e tampouco muito conhecido e ela já vislumbrava o potencial turístico do local.

"Temos o privilégio de ter a melhor praia de água doce da região do norte da Bahia e do Vale do São Francisco", afirma Andréa ressaltando a beleza traduzida na mistura de águas cristalinas com a quase misteriosa presença da areia branca das dunas.

Andréa revela que é gratificante observar que quando os turistas chegam para conhecer as dunas, logo, todos ficam admirados com o contraste da vegetação da caatinga junto com um "mar de água doce". "É o nosso oásis do sertão. Sem falar na culinária regional da região comercializada nas barracas. Os passeios de quadriciclo e lanchas, as caminhadas, sol exuberante", diz Andréa.

De acordo com a professora, nas dunas de Casa Nova tudo é atração. Ela destaca a Ilha da Pedra, conhecida como o antigo Serrote da Cidade Velha, que foi inundada pela barragem de Sobradinho e também um ilha deserta de areia conhecida como Paraíso do Sertão.

No momento, o reservatório de Sobradinho ultrapassa 91% do seu volume útil. A Chesf avalia que Sobradinho chegará, no máximo, a 95% de sua capacidade, no início de maio.

Andréa faz planos objetivando ações que conservem o meio ambiente e provoquem uma conscientização das riquezas presentes nas dunas de Casa Nova.

"Com essa pandemia do coronavírus e a proibição  da visitação ao local, poucos tem o privilégio de contemplar o rio São Francisco neste momento de gratidão, respeito e paixão.  Quando voltarmos será realizado um trabalho de conscientização na preservação do Velho Chico, tanto com os turistas evitando jogar lixo nas margens do rio, quanto de agricultores ribeirinhos para evitar o uso de agrotóxicos no leito. Assim todos evitaram a poluição e evitaremos que aconteça o que diz a música de Sá e Guarabyra, o sertão vai virar mar, dá no coração, o medo que algum dia o mar também vire sertão", finalizou Andréa.
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MEIO AMBIENTE: PESQUISA REVELA QUE 40% DO BIOMA CAATINGA FOI DESMATADO

De acordo com dados do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), em Pernambuco, de um total de aproximadamente sete milhões de hectares de Caatinga  mapeados, apenas 46,89% apresenta hoje cobertura florestal, ou seja, mais da metade, 51,06%, foi convertida em áreas para usos agrícolas e pastagens. 

Nas áreas localizadas às margens de cursos hídricos, denominadas pela lei de proteção à vegetação nativa de Áreas de Preservação Permanente (APPs) onde há a obrigatoriedade de cobertura florestal em toda sua extensão,  apenas 30,3% estão cobertas por floresta. Os 64,3% restantes estão ocupados com atividades agropecuárias. 

O levantamento faz parte da primeira fase do projeto O Papel da Restauração Ecológica na Sustentabilidade da Caatinga, realizado em parceria com o Laboratório de Ecologia Aplicada da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e com professores e pesquisadores convidados de diversas Universidades.

Considerando um total de 60 milhões de hectares distribuídos entre os estados do Nordeste e a região Norte de Minas Gerais, cerca de 40% do bioma foi desmatado e é ocupado por  agricultura e pastagens, e cerca de 20% está em processo ou suscetível à desertificação. O estudo aponta ainda que 37,97% do bioma é ocupado por atividades que têm como destaque as pastagens, e 59,4% dessas áreas são de floresta, enquanto o restante dos territórios está dividido em outros usos. 

Já em relação às APPs ao longo de toda área mapeada, o estudo demonstra que apenas 50,3% têm cobertura vegetal, enquanto 43,23% estão ocupadas com atividades agropecuárias ilegais. A ausência de vegetação nessas áreas promove um impacto negativo, inclusive às populações humanas do bioma, pois a vegetação assegura a qualidade dos rios, ajudando a reter sedimentos e minimizando os danos causados às calhas, além de ajudar na melhoria da qualidade e disponibilidade hídrica ao longo do ano na região.

“Esses dados são preocupantes e denotam a importância de criarmos mais unidades de conservação para preservar o que ainda existe e, além disso, estimular as atividades de restauração”, afirma o coordenador de Projetos do Cepan, Joaquim Freitas. 

À medida que as fronteiras de desertificação avançam, pressionam a população a situações extremas, podendo chegar até à necessidade de relocação. Segundo os dados do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), a Caatinga é um dos biomas a serem mais afetados pelos efeitos nocivos das mudanças climáticas no mundo. Ainda segundo o órgão, é possível que em cerca de 50 anos, já se inicie um quadro de refugiados do clima.

 “Esse cenário em que você tem os efeitos prejudiciais das mudanças climáticas agindo no bioma e uma pressão sobre os recursos naturais aliados a um cenário de desmatamento, que está em avanço na região, demanda urgentemente políticas públicas para a sua resolução”, destaca.

Na Caatinga, especialmente, as questões sociais e ambientais se confundem, devido à vulnerabilidade social do bioma. “Quando falamos na Caatinga, estamos nos referindo ao ecossistema semiárido mais populoso do planeta. São cerca de 27 milhões de pessoas morando nessas áreas que, muitas vezes, fazem parte das regiões mais pobres do Brasil e mais carentes de todos os tipos de recursos” reforça.

 Nessa direção, a análise utilizou a diretriz Nexus, que trabalha os eixos de sustentabilidade hídrica, alimentar e energética, que ajuda a  identificar regiões onde as atividades de restauração florestal podem trazer benefícios para estas temáticas, estendendo-os à população do bioma.

“Os dados são importantíssimos para que atestemos a intrínseca relação entre as atividades de restauração florestal para a garantia da segurança hídrica, energética e alimentar, abordagem fundamental para a garantia de ações executivas de recuperação de áreas degradadas no contexto social do Semiárido brasileiro, defende Severino Ribeiro, diretor-Presidente do Cepan”.

A equipe da UFPE, liderada pelo professor Felipe Melo, vai prosseguir o estudo realizando a validação dos dados coletados junto a atores sociais. Em seguida, será feita uma análise de custos e precificação do cenário necessário para restaurar o bioma. O documento servirá como base para permitir a discussão em diversos níveis, a fim de que haja a aplicação de políticas públicas voltadas a recuperar a Caatinga.

“A ideia desse projeto é trazer os primeiros experimentos e modelos de reparação para que tenhamos uma base conceitual e saibamos como efetivamente fazer o trabalho com baixo custo. Ao final, além do documento norteador de políticas públicas, teremos um documento científico e técnico que vai nortear todas as atividades, mostrando as oportunidades identificadas e desafios a serem vencidos”, finaliza Freitas. (Fonte: Diário de Pernambuco)
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