A Agência Reguladora do Município de Petrolina (Armup) informou, nesta semana, que a situação das lagoas de tratamento de esgotos da cidade estão em situações precárias. Outro problema que vem preocupando o prefeito Julio Lossio (PMDB) é a qualidade da água disponibilizada para consumo. O anúncio foi feito pelo diretor-presidente da agência, Geraldo Júnior.
Atualmente, a concessão para trabalhar com o abastecimento de água e esgotamento sanitário de Petrolina é da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).
O diretor explica que as lagoas estão funcionando fora dos padrões ideiais, sem licença e sem monitoramento ambiental, além de não disponibilizar relatórios. “A Compesa praticamente não tem nenhuma equipe para fazer esse monitoramento de forma eficiente”, explicou.
Os problemas, segundo ele, vão além do tratamento da água e mostram que a qualidade do recurso natural apresenta riscos para à população. “Temos problemas com a qualidade da água de consumo. Detectamos coliforme na água e falhas gritantes, com procedimentos que inclusive põe em risco à saúde de funcionários da empresa nas estações de tratamento de água”, finalizou Geraldo.
O relatório deve ser divulgado nos próximos dias, com cópia para o Ministério Público, para que sejam tomadas todas as providências cabíveis.
Fonte: Blog Magno Martins
Atualmente, a concessão para trabalhar com o abastecimento de água e esgotamento sanitário de Petrolina é da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).
O diretor explica que as lagoas estão funcionando fora dos padrões ideiais, sem licença e sem monitoramento ambiental, além de não disponibilizar relatórios. “A Compesa praticamente não tem nenhuma equipe para fazer esse monitoramento de forma eficiente”, explicou.
Os problemas, segundo ele, vão além do tratamento da água e mostram que a qualidade do recurso natural apresenta riscos para à população. “Temos problemas com a qualidade da água de consumo. Detectamos coliforme na água e falhas gritantes, com procedimentos que inclusive põe em risco à saúde de funcionários da empresa nas estações de tratamento de água”, finalizou Geraldo.
O relatório deve ser divulgado nos próximos dias, com cópia para o Ministério Público, para que sejam tomadas todas as providências cabíveis.
Fonte: Blog Magno Martins
Uma
das experiências relatadas no encontro é desenvolvida por José Domingos
de Barros, 59 anos, o seu Loro. Nascido no município de Massaranduba,
no agreste paraibano, ele tem há 30 anos uma propriedade com três
hectares. No local, durante muito tempo, ele desenvolvia um cultivo
tradicional, sem preocupação em manter a biodiversidade e a mata nativa. Nessa época, ele ocupava seu terreno com plantações de mandioca,
milho, fava, batata-doce e feijão, até que uma seca severa fez com que
ele tivesse que rever a forma de plantio.
Hoje,
Loro cultiva espécies frutíferas para produção de caju, manga,
tangerina, graviola, além de três espécies de laranja: poncã, bahia e
mimo do céu, além dos limões taiti e galego, que são carros-chefes da
produção. Como lavoura temporária (culturas de curta duração), ele
plantou feijão-bravo, fava e melancia, em consórcio com joão-mole e
eucalipto.