COMISSÃO PASTORAL DA TERRA DIZ QUE BOLSONARO AINDA NÃO COMPREENDEU QUE NENHUM SISTEMA DE SAÚDE ESTÁ PREPARADO PARA SUPORTAR MILHÕES DE PESSOAS INFECTADAS

Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou, em pronunciamento na noite desta terça-feira (24) em rede nacional de televisão, o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa.

Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de "pavor". E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma "gripezinha".

Confiram Carta de repúdio após pronunciamento do presidente da República da Comissão Pastoral da Terra:
“Cada um zele, não apenas por seus próprios interesses, mas igualmente pelos interesses dos outros”. Filipenses 2,4. Povo brasileiro, paz e bem!

É missão das discípulas e discípulos de Cristo anunciar a Boa Nova e também denunciar as mazelas, injustiças e descasos de quem deveria cuidar da população.

Estamos passando por um momento de muita incerteza, medo e distanciamento social. A nossa fé, porém, nos mantém lúcidas e lúcidos e firmes no mandamento do amor, ensinado pelo Mestre: “Ame ao seu próximo como a si mesmo”. É seguindo este mandamento que nós, Pastorais e grupos ecumênicos do Regional Nordeste III, repudiamos a fala do Sr. Presidente da República Jair Bolsonaro, que “lava as mãos” diante dessa pandemia, aumentando o clima de intranquilidade e insegurança, ao convocar a população a sair do isolamento.

É fato que essa pandemia não é uma “histeria, uma gripezinha” ou um momento de politicagem. Os outros países, que foram afetados antes do Brasil, estão mostrando que são necessárias medidas restritivas, e que o vírus mata. Nenhum sistema de saúde está preparado para suportar milhares (ou até milhões) de infectados ao mesmo tempo.

 Em se tratando de um país como o Brasil, sabemos que populações vulneráveis sofrerão ainda mais, é o caso de mulheres, população em situação de rua, grupos LGBTQI+, pessoas com HIV, trabalhadoras/es informais, populações que vivem sem acesso a água potável. Para estas pessoas nenhuma proposta concreta há para enfrentar esta pandemia.

Não ouvir a Organização Mundial de Saúde (OMS) e demais especialistas da saúde, assim como desrespeitar as medidas tomadas pelos governos estaduais e municipais é uma ofensa aos profissionais que estão incansavelmente dedicando suas vidas para enfrentar este vírus.

Nas últimas semanas as igrejas em todo mundo, mais do que nunca, tem atuado através da Diaconia Solidária, do apoio espiritual aos seus fiéis, sem, no entanto, deixar de alertar para que permaneçam em casa e cumpram as orientações das Organizações de Saúde e de especialistas da área. O vírus é real e letal, coloca em risco a vida de milhares de pessoas.

Não podemos admitir que a preocupação com a recessão econômica seja mais importante do que a vida das pessoas. Diante do exposto, vamos cumprir as orientações das autoridades de saúde sem perdermos a fé e a esperança que tudo isso vai passar, o momento mais escuro da noite é um pouco antes da aurora. Juntos e juntas, em sintonia na ciranda da vida, logo, logo cantaremos: “Ó morte, onde está tua vitória?”

Que a paz do Cristo que venceu e vencerá a morte e todos os poderes opressores esteja sempre com cada um e cada uma!

Amém, axé, awerê, txai!

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PETROLINA: CAMINHONEIRO CONTA DESAFIOS DA PROFISSÃO E COBRA AÇÕES PARA GARANTIR A SEGURANÇA E PREVENÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS

O caminhoneiro Gildemar José da Silva é desses motoristas responsáveis pela maior parte do transporte de cargas e mercadorias nas rodovias do Brasil.

Nascido em Juazeiro, Bahia, criado em Queimada Nova, Piauí, e residente em Petrolina, Pernambuco, desde os 10 anos de idade Gildemar caminha para completar 20 anos de profissão cruzando o país de norte a sul. Literalmente Gildemar "mora viajando pelos estados brasileiros".

Em contato com a reportagem do BLOG NEY VITAL, Gildemar relata as grandes dificuldades para fazer chegar os produtos básicos à mesa do brasileiro em função da restrição de atividades e serviços imposta em vários estados, desde que foi decretado estado de pandemia devido o coronavírus. 

Com exclusividade a redação do BLOG fez contato com o caminhoneiro e obtve a informação dos problemas como restaurantes fechados nas estradas e falta de apoio nos postos que assegurem a manutenção do transporte de cargas.

“Caminhoneiros pedem socorro. Entre eles, os caminhoneiros que transportam o Brasil nas costas. O coronavírus agravou a situação, o comércio fechado nas estradas, postos cobrando caro e restringindo o acesso. Como os alimentos chegarão aos supermercados e na mesa do brasileiro?”, questionou, Gildemar.

Gildemar propões a união dos poderes políticos e judiciais para garantir aos caminhoneiros infraestrutura nas rodovias e estradas. "São pontos de apoio, locais de descanso, restaurantes para refeições, segurança sanitária”.

Em viagem para São Paulo, Gildemar disse que falta apoio nos postos que não oferecem produtos básicos de higienização e cuidados como álcool em gel, banheiros e produtos de limpeza e a inexistência desse suporte nos pontos onde há carregamento e descarregamento de cargas. Restaurantes, borracharias e até mesmo fazendas e locais para abastecer o caminhão e transportar os produtos estão fechando em razão do novo coronavírus.

"Eu tenho minha cozinha no caminhão. Quem tem uma cozinha no caminhão, onde consegue encontrar um supermercado, se encontrar, faz uma feira, coloca na sua caixa de cozinha e vai se virando na estrada. Mas quem não tem cozinha, não sei nem como está fazendo. Porque você não encontra mais restaurante aberto. Não encontra borracharia. As farmácias já não têm mais álcool em gel e máscara para vender. E em muitas situações, ficam 300, 400 caminhoneiros desprotegidos, em um único ponto, aguardando o carregamento ou descarregamento, todos aglomerados. Um grande risco. Não temos assistência de nada", afirmou Gildemar.

Esta semana em reunião no Congresso, o senador Major Olimpio (PSL-SP) sugeriu que os caminhoneiros fiquem isentos da taxa de pedágio cobrada por concessionárias em alguns estados.

“Nós precisamos dar condições para os caminhoneiros. Eles nunca puderam parar, e precisam de nós. Nossa mobilização não vai parar! É preciso que reduza ou os isente dos valores de pedágios. Propus isso, além de ponto de apoio em todas as praças, com banheiros e álcool em gel”, defendeu em suas redes sociais.

Durante reunião com secretários de transporte dos estados nesta semana, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, informou que o governo está atento às demandas da categoria. Segundo ela, as ações da pasta estão sendo direcionadas para a assistência aos caminhoneiros oferecendo todas as condições para que eles mantenham suas atividades com segurança e saúde.

"A gente tem uma preocupação com os caminhoneiros, que são fundamentais para o agronegócio. Nós não conseguimos rodar sem eles. Nossa preocupação é que eles tenham pontos para abastecer, para comer, postos que possam atender quem tiver problemas de saúde", enfatizou a ministra.

Para reforçar o apoio aos caminhoneiros, governadores como o da Bahia, Rui Costa e do Maranhão, Flávio Dino, publicaram decretos para manter os comércios, restaurantes, postos, farmácias e borracharias em pleno funcionamento nas estradas.

Já o senador Lasier Martins (Podemos-RS) solicitou ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que o estado também altere o texto do decreto estadual de calamidade pública para manter abertas as oficinas mecânicas e lojas de peças voltadas a caminhões.

“O governador me prometeu ajustar o decreto de modo a garantir o funcionamento desses estabelecimentos neste momento de extrema necessidade para impedir qualquer transtorno na distribuição de artigos de primeira necessidade”, informou. 

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PCdoB PARTIDO MAIS ANTIGO EM ATIVIDADE COMPLETA 98 ANOS DE FUNDAÇÃO

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) comemora nesta quarta-feira os seus 98 anos de fundação da legenda. A presidenta nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, falou de esperança e resistência.

“A esperança, camaradas e amigos, regada pela capacidade de luta e resistência de nossa gente, vai brotando e se espalhando pelos corações e mentes de um povo que ‘antes de tudo é um forte’, que não se rende e teima em ter uma vida digna e feliz”, discursou Luciana Santos.

Ela analisou a atual conjuntura política, relembrou momentos importantes da vida partidária e quadros históricos, como João Amazonas e os pernambucanos David Capistrano e Adalgisa Cavalcante.

No início deste mês Luciana participou de um evento com a presença do deputado João Paulo, o presidente estadual, Marcelino Granja; vice-prefeito do Recife e dirigente estadual e nacional, Luciano Siqueira.

Ao saudar o partido quase centenário, João Paulo destacou que “o PCdoB, no século 21 mantêm-se firme em defesa da essência socialista como instrumento da sociedade, atento às nossas transformações culturais e está ao lado dos trabalhadores e dos mais pobres em nome de um projeto nacional de desenvolvimento capaz de reduzir as imensas desigualdades sociais do país”.

Luciana Santos também divulgou nota em que ressalta a relevância histórica e a combatividade do partido mais antigo em atividade no país e destaca que a legenda segue firme rumo ao seu centenário.

Confira a íntegra da Nota:

A bandeira da esperança nos 98 anos do PCdoB

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) chega a seus 98 anos de atividades ininterruptas, que serão completados em 25 de março, em meio a mais uma conjuntura de ameaças à democracia, à soberania nacional e aos direitos do povo. Fortalecida com a incorporação do Partido Pátria Livre (PPL), a legenda comunista empreende resoluta oposição ao governo Bolsonaro para defender os interesses da nação e os direitos dos trabalhadores.

O Brasil vive uma situação em que as bases institucionais do regime democrático sofrem contínuo ataque e, se depender do projeto de poder do governo do presidente Jair Bolsonaro, podem ser destruídas.

Com a experiência de quem, ao longo de quase um século, enfrentou ditaduras e governos autoritários que infestaram a história de nossa República, o PCdoB comemora seu nonagésimo oitavo aniversário com o povo, seus eleitores, eleitoras, aliados e amigos, envidando esforços para unir um amplo leque de forças políticas, sociais, econômicas e culturais.

Estamos convictos de que essa frente ampla é condição indispensável para impedir o avanço da marcha insensata que pretende, mais uma vez, sufocar a democracia e eliminar as liberdades. Em situações assim, os próprios fundamentos da nação, a soberania da pátria, são minados.

O PCdoB compreende que a democracia é o alicerce no qual se ergue e se dinamiza o processo de luta pelo desenvolvimento soberano do país. É respirando o ar puro das liberdades que o povo e a classe trabalhadora melhor realizam as jornadas por seus direitos. E o bolsonarismo não deixa margens para dúvidas de que representa o histórico oligárquico que nunca aceitou a via da democracia como caminho para o desenvolvimento nacional, com independência e garantia de direitos sociais.    

O PCdoB é longevo, jovem e, sobretudo, contemporâneo. Seu Programa, assentado na formação e história de nosso país, associa reformas e revolução, socialismo e democracia, soberania e desenvolvimento, produção de riqueza e garantia de direitos e vida digna para o povo.

O caminho que aponta é o fortalecimento da nação por meio da luta por um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento; o rumo é a transição do capitalismo ao socialismo. Esse Programa é a essência do itinerário que percorre desde 1922 e esteve presente em praticamente todos os embates da história da República. Nessa conjuntura do seu 98º aniversário, ele se revela, mais uma vez, essencial ao povo e ao país.
O PCdoB traz consigo o legado de gerações de revolucionários que, com ideias, lutas e realizações, ajudaram a construir o Brasil. À frente delas estiveram lideranças da envergadura de Astrojildo Pereira, Luiz Carlos Prestes e João Amazonas. Na galeria de honra de nossa nação, fulgura a memória de centenas de heróis e heroínas de nosso Partido que tombaram, ao defenderem as grandes causas de nosso povo, vítimas de violências e torturas.

Hoje, temos o privilégio de usufruir do talento e da experiência de Renato Rabelo, ex-presidente de nossa legenda e hoje presidente da Fundação Maurício Grabois. O Partido se projeta na atualidade com lideranças que, em meio a tanto desalento, despertam esperança e confiança, alimentam o ânimo do povo. Entre elas, o governador Flávio Dino, Manuela d’Ávila e João Vicente Goulart, a deputada federal Jandira Feghali, Líder da Minoria, do campo da oposição, e demais integrantes de nossa aguerrida e respeitada bancada de deputados e deputadas federais. E, ainda, lideranças das entidades da classe trabalhadora, dos estudantes, da juventude, das mulheres e do conjunto de movimentos sociais.

Na atualidade, o desafio é a luta contra os efeitos do agravamento da crise do capitalismo. Ao mesmo tempo, o Partido busca interpretar os saltos que se operam com o avanço vertiginoso da tecnologia que, nesse sistema, exclui boa parte da humanidade de seus benefícios.

A voracidade predatória do lucro do rentismo, do capital especulativo, concentra riquezas, aumenta a exploração dos trabalhadores e destrói o meio ambiente. O povo e a classe trabalhadora em especial arcam com o ônus da crise, amargando desemprego em massa, baixos salários, trabalho em condições precárias e a violência que ceifa a vida, sobretudo de jovens, nas comunidades e periferias.

O combate a essas mazelas sociais tem sido um grande desafio que se agiganta com a opção de parte considerável das classes dominantes de empoderar a extrema-direita e impor governos autoritários.

Essa onda de neofascismo impõe uma verdadeira regressão civilizacional: insufla o racismo, o preconceito religioso, a homofobia, as discriminações contra as mulheres, o ódio e a intolerância no âmbito da sociedade.

Para o PCdoB, o combate a essa tendência reacionária e regressiva assume a condição de prioridade máxima. Como alternativa, reiteramos: em perspectiva, a saída é a luta pelo desenvolvimento soberano do país, projeto que assume a dimensão de caminho brasileiro para o socialismo.

Nestas circunstâncias, as eleições municipais de 2020 são um ponto importante para enfrentar as ameaças bolsonaristas. Com esse objetivo, o Partido apoia a plataforma Comuns e lançou o Movimento 65. Essas iniciativas visam a acolher lideranças de todas as esferas da vida social para ser candidatos e candidatas, por cidades democráticas, sustentáveis e seguras. Reforçamos nosso convite, nosso chamado: venha se candidatar, venha se eleger pelo Movimento 65.

Apesar das iniquidades que nos cercam, o PCdoB chega aos 98 anos de existência com plena convicção de que, a exemplo de outros graves momentos da história, as forças democráticas, populares e patrióticas derrotarão esse governo inimigo da democracia, carrasco do povo e traidor de nosso país.

A esperança, regada pela capacidade de luta e resistência de nossa gente, vai brotando e se espalhando pelos corações e mentes de um povo que “antes de tudo é um forte”, que não se rende e teima em ter uma vida digna e feliz.

Recife, março de 2020. Luciana Santos
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UNIVASF: NOTA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (SEAD)

Diante do momento vivenciado, em que todos os esforços estão empregados em conter a propagação do novo coronavírus (Covid-19), a Secretaria de Educação a Distância da Univasf, em consonância com as orientações da Organização Mundial da Saúde e para manter suas atividades em funcionamento, divulga nota sobre o desenvolvimento de trabalho remoto, durante o período  de isolamento social.
Confira na integra Nota:

Prezados(a)s, É tempo de nos cuidarmos, ainda mais, a distância!
Assim, tendo em vista a necessidade de suspensão das atividades acadêmicas e administrativas da Univasf, como medida de contenção da propagação do Novo Coronavírus (Covid-19), informamos que todas as atividades administrativas da Secretaria de Educação a Distância(Sead) serão realizadas por meio de trabalho remoto.

O atendimento ao público será realizado por e-mail, sendo o principal contato o sead@univasf.edu.br. Também, continuamos atento(a)s às demandas enviadas pelo Sistema de Atendimento Acadêmico (http://www.sead.univasf.edu.br/esic/login.php), bem como pelas que nos são encaminhadas pela Nova Plataforma EAD(https://plataformaead.univasf.edu.br/sead/login/).

Além disso, ressaltamos que todos os cronogramas dos editais de seleção de
processos seletivos, para os cursos a distância, e todas as suas etapas seguem
sendo executadas, também, via trabalho remoto. 

O(a)s interessado(a)s poderão acessar as fases públicas pelo Portal da Sead: http://sead.univasf.edu.br/editais/ e pelo Sistema de Inscrições em Processos Seletivos, por meio do link: https://www.sistemas.univasf.edu.br/ps. 


As informações e as dúvidas, referentes a esses processos seletivos, estão sendo atendidas/esclarecidas, diariamente, pela Coordenação de Processos Seletivos da Sead, utilizando-se o e-mail processoseletivo.sead@univasf.edu.br.


Como modo de atender as demandas específicas e/ou emergenciais, disponibilizamos os diversos canais e contatos dos nossos setores:
Coordenação Administrativa e Acadêmica: siga.sead@univasf.edu.br
Gestão de Bolsas do Sistema UAB/Univasf: uabunivasf@gmail.com
Suporte técnico da Plataforma Virtual de Aprendizagem: caitano.suporte.sead@gmail.com e moodle.sead@univasf.edu.br
Apoio Pedagógico: apoiopedagogicovirtual@univasf.edu.br
Coordenação Financeira da Sead: financeiro.sead@univasf.edu.br

Registramos, ainda, que cada curso, realizado pela Sead, com exceção dos cursos online e abertos, continuará com o atendimento às suas demandas pelo e-mail da respectiva Secretaria e/ou da Coordenação:

Graduação:
Bacharelado em Administração Pública: curso-ap@univasf.edu.br
Licenciatura em Ciências Biológicas: biologia.ead@univasf.edu.br
Licenciatura em Ciência da Computação: computacao.ead@univasf.edu.br
2/2
Licenciatura em Educação Física: educacaofisica.ead@univasf.edu.br
Licenciatura em Pedagogia: pedagogiaead@univasf.edu.br
Especialização:
Desenvolvimento Infantil: especialdesenvolvimentointanfil@yahoo.com.br
Educação Ambiental Interdisciplinar: eeai.ead@univasf.edu.br
Educação, Contemporaneidade e Novas Tecnologias: secretariaecnt@univasf.edu.br
Ensino de Matemática: eem.ead@univasf.edu.br
Ensino de Química e Biologia: eeqb.ead@univasf.edu.br
Gestão em Saúde: secretariags@univasf.edu.br
Gestão Pública: secretariagp@univasf.edu.br
Gestão Pública Municipal: secretariagpm@univasf.edu.br
Libras: librasead@univasf.edu.br
Estágio:
Estágio Administração Pública: estagio.sead@univasf.edu.br

Esperando que, brevemente, possamos retomar nossas atividades com toda a
segurança que a Comunidade Acadêmica requer e merece, reforçamos que estamos à disposição sempre!
Atenciosamente.
PROFESSOR DOUTOR FRANCISCO RICARDO DUARTE
SECRETARIO

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SECRETÁRIOS DE SAÚDE DO NORDESTE SE MANIFESTAM APÓS PRONUNCIAMENTO DE BOLSONARO

Após o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na noite desta terça-feira (24), no qual voltou a se referir à Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, como uma “gripezinha” e criticou medidas de isolamento social adotadas pelos governos estaduais no intuito de evitar a disseminação do vírus no País, os secretários de Saúde do Nordeste publicaram uma carta fazendo contrapontos em relação ao posicionamento dele.

No documento, disseram ter recebido as colocações com espanto e frisaram o desejo de não politizar o problema, uma vez que “já temos dificuldades demais para enfrentar.

Leia a carta na íntegra:

Carta dos Secretários de Saúde do Nordeste após pronunciamento do Presidente da República

Assistimos estarrecidos ao pronunciamento em cadeia nacional do Presidente Jair Bolsonaro, onde desfaz todo o esforço e nega todas as recomendações para combate à pandemia do coronavírus.

Não é nosso desejo politizar esse problema. Já temos dificuldades demais pra enfrentar. Não podemos cometer esse erro. Vamos continuar fazendo nosso trabalho. Não nos parece que a posição exposta pelo Presidente seja a do Ministério da Saúde, que tem se conduzido tecnicamente.

Percebemos, com espanto, os graves desencontros entre o pronunciamento do Presidente e as diretrizes cotidianas do Ministério da Saúde. Esta fala atrapalha não só o ministro, mas todos nós!

Sabemos que iremos enfrentar uma grave recessão econômica, mas o que nos cabe lidar diretamente é a grave crise sanitária.

Vamos seguir tocando nossas vidas com decisões baseadas em evidências científicas, seguindo exemplos bem sucedidos ao redor do mundo.

A grande maioria dos países do mundo, ocidentais e orientais, já firmaram seu curso no combate ao vírus e é este curso que o Nordeste Brasileiro seguirá.

Que Deus abençoe cada um de nós que pouco temos dormido. Que Deus nos abençoe!
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EM PRONUNCIAMENTO NA TV BOLSONARO CRITICA AUTORIDADES, IMPRENSA E FECHAMENTO DE COMÉRCIO E ESCOLAS DURANTE PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou, em pronunciamento na noite desta terça-feira (24) em rede nacional de televisão, o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa.

Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de "pavor". E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma "gripezinha".

"O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?", declarou.

"Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. 90% de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine. Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde."

"No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão. Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença."

Até a última atualização desta reportagem, o Ministério da Saúde, consultado, ainda não tinha se pronunciado sobre o pronunciamento do presidente.

Leia abaixo a íntegra do pronunciamento:
Boa noite. Desde quando resgatamos nosso irmãos em Wuhan na China numa operação coordenada pelos ministérios da defesa e Relações Exteriores surgiu para nós o sinal amarelo. Começamos a nos preparar para enfrentar o coronavírus, pois sabíamos que mais cedo ou mais tarde ele chegaria ao Brasil.

Nosso ministro da saúde reuniu-se com quase todos os secretários de saúde dos estados para que o planejamento estratégico de enfrentamento ao vírus fosse construído.

E desde então, o doutor Henrique Mandetta vem desempenhando um excelente trabalho de esclarecimento e preparação do SUS para o atendimento de possíveis vítimas.

Mas o que tínhamos que conter naquele momento era o pânico, a histeria e, ao mesmo tempo, traçar a estratégia para salvar vidas e evitar o desemprego em massa. Assim fizemos, contra tudo e contra todos.

Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália. Um país com grande numero de idosos e com o clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país.

Percebe-se que, de ontem para hoje, parte da imprensa mudou seu editorial, pedem calma e tranquilidade. Isso é muito bom. Parabéns, imprensa brasileira. É essencial que o bom senso e o equilíbrio prevaleçam entre nós.

O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade.

Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa.

O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas? Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. 90% de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine.

Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde.

No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão.

Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença. O FDA americano e o hospital Albert Einstein, em São Paulo, buscam a comprovação da eficácia da cloroquina no tratamento do Covid-19. Nosso governo tem recebido notícias positivas sobre esse remédio fabricado no Brasil e largamente utilizado no combate à malária, ao lúpus e à artrite.

Acredito em Deus, que capacitará cientistas e pesquisadores do Brasil e do mundo na cura dessa doença. Aproveito para render minha homenagem a todos os profissionais de saúde: médicos, enfermeiros técnicos e colaboradores que na linha de frente nos recebem nos hospitais, nos tratam e nos confortam.

Sem pânico ou histeria, como venho falando desde o princípio, venceremos o vírus e nos orgulharemos de viver nesse novo Brasil que tem, sim, tudo para ser uma grande nação. Estamos juntos, cada vez mais unidos.

Deus abençoe nossa pátria querida.
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ADVOGADO COBRA DAS AUTORIDADES INFRAESTRUTURA PARA GARANTIR INTERNET PARA USUÁRIOS DURANTE O PERÍODO DA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

A alteração na rotina da população brasileira com o avanço do coronavírus tende a sobrecarregar parte da infraestrutura de internet. O cálculo é simples: crianças fora do colégio passam a consumir vídeos do YouTube e a jogar videogame online em casa. Profissionais que usavam a rede corporativa para trabalhar agora fazem videoconferências e usam o streaming em horários e locais em que as redes estavam ociosas.

Neste contexto o advogado Junior Parente, presidente da Organização Não Governamental Parque Asa Branca (Museu do Gonzagão), em Exu, Pernambuco, cobrou nesta terça-feira 24, das autoridades federais, estaduais e municipais para colocar os provedores de internet na lista de serviços essenciais. "Afinal ficar sem internet, em caso de problemas técnicos, nesse momento seria desastroso. Também pode existir pessoas que não tenham conexão em casa e precisem a partir de agora tê-la. Não sei se há possibilidade, mas se tiver pensem nisso", justificou o advogado.

A redação do BLOG NEY VITAL em contato com pessoas que moram em Petrolina, Juazeiro, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande, Caruaru, Curaça, Bahia, Senhor do Bonfim, Crato, Sobral, reclamam que o sinal da internet tem 'caído" várias vezes ao dia. Quem mora na zona rural tem sentido mais a falta de infraestrutura.

Esta semana o Jornal Folha de S.Paulo destacou que neste momento de isolamento social, a população não pode ficar sem internet. De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, o uso da internet no Brasil está distribuído em 32,5 milhões de acessos na banda larga fixa e 226,7 milhões na rede móvel, segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Nas classes D e E, 83% do acesso é móvel, ou seja, essas pessoas priorizam pacotes de celular finitos, e não a internet residencial.

Com crianças em casa usando a rede móvel para lazer ou estudo, o consumo aumenta e a franquia termina antes. Nas zonas mais ricas, pode haver estrangulamento de alguns pontos, mas as operadoras podem remanejar o tráfego, o que exige investimento.

Em situações de emergência como a atual, uma das preocupações é que a população consiga acessar informações essenciais de saúde pública, como comunicados oficiais divulgados em portais dos governos e ficar atenta para fake news.

As grandes operadoras se movimentam para lidar com essa mudança no uso. A Claro instaurou um comitê de crise para avaliar a capacidade de sua rede. Diz que oferecerá mais internet na banda larga de casa e, também, em pontos públicos de wi-fi.

A Oi afirma que reforçou os plantões de implantação, reparo e manutenção de seus serviços. A Vivo informou que dará bônus de internet para clientes móveis.

Os problemas devem aparecer mais na esfera operacional do que em um possível “desabastecimento” da internet, de acordo com Julio Sirota, gerente no IX.br, braço do Comitê Gestor da Internet que cria a infraestrutura para a interconexão de redes.

“Do ponto de vista técnico, não vejo problemas [de fornecimento]. Estamos num estágio inicial, o problema é o estágio operacional, o acesso aos datas centers, a dificuldade de transporte. Agora, as próprias operadoras estão aumentando a capacidade dos usuários”, afirma.

As operadoras, que se manifestaram por meio da associação SindiTelebrasil, afirmaram que têm “compromisso com a garantia de conectividade” e que ela é elemento-chave para viabilizar as relações pessoais, de estudo e de trabalho neste momento.

A Anatel diz que as redes de telecomunicações são projetadas e implementadas “com capacidade além do trafego normal, de modo a suportar aumentos repentinos de demanda”.

Em nota, a agência também afirmou que as prestadoras “têm obrigação regulatória de ter planos de continuidade e qualidade”. A Anatel ainda diz que chegou até a recomendar a provedores que aumentem a capacidade fornecida aos usuários por causa da doença, inclusive com acesso sem cobrança na franquia de dados a informações oficiais do Ministério da Saúde. As operadoras de telefonia, em posicionamento conjunto, afirmaram que "reforçaram o compromisso com a garantia de conectividade".
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