PREFEITOS DE JUAZEIRO E PETROLINA SERÃO NOTIFICADOS POR ESGOTOS NÃO TRATADOS DESPEJADOS NO RIO SÃO FRANCISCO

Na semana passada, o Sertão do Moxotó, a cidade pernambucana de Ibimirim, reuniu membros da Câmara Consultiva Regional do Submédio São Francisco para uma reunião ordinária do grupo.

Este Blog Ney Vital apurou que uma das deliberações da plenária foi o posicionamento a ser adotado a acerca da existência de efluentes (esgotos) não tratados lançados no Rio São Francisco, nos municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). Efluentes são os resíduos provenientes das indústrias, dos esgotos e das redes pluviais, que são lançados no meio ambiente, na forma de líquidos ou de gases.

Colocado em votação, optou-se pela formação de uma comissão para a elaboração de um relatório, apontando as irregularidades detectadas nas duas cidades, para ser avaliado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e, posteriormente, encaminhado aos gestores das duas cidades, no menor tempo possível. 

A mesma comissão deve produzir também outro relatório mais abrangente, abarcando um diagnóstico geral sobre o lançamento de efluentes no rio em todos os municípios que fazem parte da calha no Rio São Francisco, na região do Submédio. 

Este deverá ser entregue na plenária do Comitê, no fim do ano.
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Escola estadual cria orquestra de sanfona e amplia aprendizagem por meio da arte musical

O som marcante e encantador do acordeon, também conhecido como sanfona, está criando novas possibilidades de aprendizagem para os estudantes da Escola Estadual Irmã Rosa Aparecida, localizada no Dispensário Santana, em Feira de Santana (a 108Km de Salvador). 

A arte de tocar esse instrumento está sendo ensinada por meio do projeto Fortalecendo Laços IV - Acordeando, que tem como proposta estimular o protagonismo juvenil, por meio da arte, da cultura e do esporte, para alunos da escola e, também, para crianças, adolescentes, jovens e adultos da comunidade do entorno.

A coordenadora do projeto, professora Ana Cristina Silva, conta que a oficina de acordeon surgiu na unidade em 2015, como forma de homenagear e realizar um sonho da gestora do complexo, Irmã Rosa.

“Foi o amor pelo instrumento e pelo forró que levou a nossa gestora a criar o projeto Acordeando. Hoje temos cerca de 20 estudantes, entre 10 e 18 anos, da escola e da comunidade, participando da orquestra, que realiza ensaios diariamente, no período oposto ao das aulas”, explica a coordenadora.

Segundo a professora Ana Cristiana, com o projeto, os estudantes aprendem a ler partituras e aprofundam o conhecimento sobre a cultura regional de várias formas, desde o estudo sobre a história da música e de artistas consagrados, até a relação do instrumento com o modo de vida do nordestino e como é usado em outras regiões do país. Ela também falou sobre outros impactos do projeto no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. 

“Depois das oficinas de acordeon, os estudantes ficaram mais disciplinados. Muitos se identificaram com a arte, por meio da música, e querem seguir carreira. Eles perderam a timidez e elevaram a autoestima”, avalia.   

A orquestra, que tem como regente o maestro Val Santana, se apresenta em atos comemorativos do município, bem como em aberturas de conferências, encontros e seminários nas escolas públicas, privadas e faculdades. 

Para os festejos juninos, época em que a sanfona é muito lembrada nas festas, os integrantes preparam um repertório com muito xote, xaxado e baião. Músicas religiosas também entram no repertório da orquestra.  

“O repertório é produzido em conjunto. O professor indica algumas músicas e escolhemos as que nos agradam”, explica o estudante Talisson Hebert Coutinho, 16, 9º ano do Ensino Fundamental II, que faz parte da orquestra há dois anos e diz que escolheu participar das oficinas de acordeon por ser um instrumento que tem um som encantador. 

“Tocar acordeon é bom demais. Quando estou tocando, viajo nos meus pensamentos. Durante esse período que estou no grupo, estudo muito sobre a importância desse instrumento na música, sua história e quem são os maiores sanfoneiros do país para me inspirar neles, pois quero me profissionalizar na área, ser um grande sanfoneiro”, revela.

Já Railane Sampaio, 14, também do 9º ano do Ensino Fundamental II, a única menina do grupo, diz que resolveu participar da orquestra depois de uma visita a oficina de acordeon. “Fiquei encantada com o som da sanfona. Foi algo que me conquistou. Pensei logo: é isso que quero para mim, para minha vida”, confessa a estudante, que também fala sobre ser a primeira e, até agora, a única menina da orquestra.

 “No começo fiquei um pouco tímida por só ter meninos, mas ao longo do tempo fui acostumando. Os meninos me deram apoio e, hoje, somos um grupo unido. Agora busco incentivar outras meninas a participarem, porque acredito que seria bem legal ter um número maior de mulheres tocando sanfona e, quem sabe, até criar uma orquestra de sanfona só de meninas”, comemora.

Fonte: Consed
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MISSA DO VAQUEIRO, SERRITA, FÉ E MISTICISMO

Cada arte emociona o ser humano e maneira diferente! Literatura, pintura e escultura nos prendem por um viés racional, já a música nos fisga pelo lado emocional. Ao ouvir música penetramos no mundo das emoções, viajamos sem fronteiras.

A viagem dessa vez é o destino Serrita, Pernambuco, município próximo a Exu, terra onde nasceu Luiz Gonzaga, ali no sítio Lages, um primo do Rei do Baião, no ano de 1951, Raimundo Jacó, homem simples, sertanejo autêntico, tendo por roupa gibão, chapéu de couro tombou assassinado.

Logo os amigos abalados pela atrocidade criam a Missa do Vaqueiro. Luiz Gonzaga, Pedro Bandeira, João Cancio e João Bandeira usam a música para advertir sobre a natureza subversiva de um crime: desigualdade social, injustiça social.

Com a poesia do compositor Janduhy Finizola ao gosto do estilo e do povo desde 1971 é cantada a Missa do Vaqueiro, ato de Fé e Memória de Raimundo Jacó. Homenagem a todos vaqueiros que ocorre sempre no terceiro sábado do mês de julho.

Serrita durante um final de semana torna-se a Capital do Vaqueiro. Forró e uma gastronomia ao sabor do milho, umbuzada, queijo e carne de sol. Aproveito e saboreio uma lapada de cachaça com caju antes da missa iniciar.

Serrita enche os olhos e coração de alegria e reflexões. O poeta cantador de Viola se faz presente ao evento e o peso dos seus mais de 80 anos ilumina com uma mágica leveza rimas e versos nos improvisos da inteligência. Vaqueiros e suas mãos calejadas, rostos enrugados pelo sol iluminam almas.

Em Serrita ouvimos sanfonas tocando alto o forró e o baião. Corpo e espírito ali em comunhão. A música do Quinteto Violado é fonte de emoção. A presença de Jesus Cristo está no pão, cuscuz, rapadura e queijo repartidos/divididos na liturgia da palavras.

Emoção! Forte Emoção é que sinto na Missa do Vaqueiro ao ouvir sanfona e violeiros:
“Quarta, quinta e sexta-feira/sábado terceiro de julho/Carro de boi e poeira/cerca, aveloz, pedregulho/Só quando o domingo passa/É que volta os viajantes aos seu locais primitivos/Deixa no caminho torto/ o chão de um vaqueiro morto úmido com lágrimas dos vivos.
Assim eu vi é assim que conto...
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JUIZ SANFONEIRO EDNALDO FONSECA LANÇARÁ EM AGOSTO O CLUBE DA SANFONA

Ednaldo Fonsêca, o Juiz Sanfoneiro, como ficou conhecido após uma entrevista no Programa do Jô Soares, participou na manhã desta segunda-feira (15) do Programa na Rádio Jornal, em Petrolina.

Ednaldo declarou que está em processo de aposentadoria da magistratura e este ano retoma a carreira como cantor, compositor e sanfoneiro e vai lançar o "revolucionário projeto Clube da Sanfona".

O Projeto Clube da Sanfona tem como um dos objetivos resgatar a história e a prática da sanfona de 8 baixos, a famosa "pé-de-bode", que ficou conhecida nacionalmente pelas mãos do músico Januário, pai de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

O Juiz Sanfoneiro revelou que pretende inaugurar uma escola de música, com ênfase no aprendizado da sanfona de 8 baixos,. Segundo ele, a sanfona de 8 baixos, "está sendo esquecido não só pela dificuldade do seu manejo, como também pela pouca divulgação".

Ainda de acordo com Ednaldo, o "forró deve muito a este instrumento, a sanfona de oito baixos que foi o precursor de um reinado no Nordeste".

A  escola de música também cuidará em levar o aprendizado aos interessados no manejo da sanfona de teclas (acordeon), de 80 ou 120 baixos.

Para isso, já estão sendo mantidos contatos com nomes nacionalmente conhecidos, como Genaro do Acordeon, Verônica do acordeon e Luizinho Calixto (8 baixos) para transmitirem as técnicas e práticas aos alunos.

Além da escola, haverá oficina para consertos e amplificações desses instrumentos, além da comercialização "para facilitar a aquisição do instrumento e movimentar esse mercado que anda esquecido", comentou Ednaldo Fonsêca, cheio de entusiasmo com o novo projeto.

O Clube da Sanfona vai funcionar na estrada da Tapera em Petrolina e vai servir a toda a região, numa área muito agradável, com restaurante de comidas típicas nordestinas, com local para shows, com área reservada para crianças, estacionamento privativo, além da majestosa visão do Rio São Francisco.

O Juiz Sanfoneiro, que também é radialista, apresenta atualmente um  programa ao vivo, na Rádio Grande Rio Am e retransmitida pelo Trans Rio Fm com entrevistas, apresentações de artistas regionais, informações sobre o mundo artístico do segmento do forró.




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PESQUISADORA DA UFPB DESCOBRE LÍQUIDO EXTRAÍDO DO SISAL MATA MOSQUISTO DA DENGUE

A pesquisadora do Departamento de Biologia Celular e Molecular da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Fabíola Cruz descobriu que o líquido extraído do sisal, planta cultivada em regiões semiáridas, mata rapidamente o Aedes aegypti, mais conhecido como o mosquito da dengue.

Agora, na última fase da pesquisa, a também coordenadora do Laboratório de Biotecnologia Aplicada a Parasitas e Vetores (Lapavet) investiga as formas seguras de utilização da substância, com previsão de conclusão em dois anos.

“A eficácia como inseticida já foi comprovada, tanto no uso direto quanto na produção de iscas”, confirma a pesquisadora.

Segundo Fabíola Cruz, a descoberta foi por acaso e teve início a partir do relato de pequenos agricultores sobre a utilização do suco do sisal para eliminação de carrapatos de bois.

“No processo de extração da fibra do sisal, é obtido também um suco, que compõe 95% da planta. A partir desses relatos, a Embrapa Algodão propôs parceria para descobrir as propriedades biológicas do extrato”.

Ao aplicar o extrato bruto do suco do sisal nas larvas do Aedes aegypti, Fabíola Cruz descobriu que o líquido é letal para as larvas do mosquito. “A princípio, pretendia estudar a ação larvicida, mas a pesquisa cresceu”.

Quando aplicou o extrato do sisal em diferentes fases de vida do mosquito, obteve resultados também positivos. O líquido foi transformado em pó, para facilitar as pesquisas enquanto inseticida comercial. Mais informações sobre a pesquisa através do e-mail fabiola_cnunes@hotmail.com.

Bruna Ferreira | Ascom/UFPB
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LUIZ GONZAGA E O DIA QUE JOÃO GILBERTO SINCOPOU NO VIOLÃO O BAIÃO

Na madrugada fria de Paris, França,  o telefone toca. Do outro lado a reclamação: Ninguém lembra do fuso horário, só pode ser do Brasil. A ligação era do músico João Gilberto cuja voz sussurrou triste informa: Luiz Gonzaga morreu.

Foi neste tom que a pesquisadora, jornalista e cineasta Dominique Dreyfus, soube do falecimento de Luiz Gonzaga, numa quarte-feira 02 de agosto de 1989. Francesa, Dominique é autora do livro “A Vida do Viajante: A saga de Luiz Gonzaga”.

Esta história consta no livro que é considerado a mais completa biografia do sanfoneiro Luiz Gonzaga. Dominique é professora em Letras e Literatura pela Universidade Paris I (Sorbonne), trabalhou como repórter, editora e diretora de revistas e programas especializados em música, colabora para conceituadas publicações de arte sul-americanas e é doutora em música popular brasileira.

Além desse gabarito acadêmico e profissional, ela passou a infância e parte da adolescência entre Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, Olinda e Recife. Mudou-se com a família da França para o Brasil para ficar longe da 2° Guerra que assolava a Europa. 

Poucos sabem, mas,  João Gilberto homenageou Luiz Gonzaga. E mais, a homenagem aconteceu durante o Festival de Rock de Águas Claras, interior de São Paulo. Na oportunidade João Gilberto cantou a música Baião de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, acompanhado apenas pelo ritmo sincopado do seu violão.

Tom Jobim sobre esta homenagem declarou: "É algo que jamais ouvi igual e acho que não ouvirei...E João Gilberto como nordestino nascido às margens do Rio São Francisco, não fugiu à regra: era fã de Luiz Gonzaga. A prova disso é o telefonema entristecido que deu para Dominique Dreyfus, biógrafa de Luiz Gonzaga, residente em Paris, a 02/08/1989, comunicando-lhe o falecimento do criador do baião".

Com a chegada da Bossa Nova, Luiz Gonzaga e os sanfoneiros tiveram um período difícil. As rádios, publicidade e produtores de shows e TV da época "esqueceram", o reinado do baião. A Bossa Nova "fez Luiz Gonzaga tombar" e momentaneamente o Rei do Baião chegou até a ensaiar a sua retirada do campo da nossa música. "Ninguém me quer mais", ele resmungou aos ouvidos de Dominguinhos, seu mais autêntico sucessor. Mas recompôs-se ao surgir o boato de que os beatles iam gravar Asa Branca.

Dominique Dreyfus garante que o sanfoneiro Luiz Gonzaga, de certo modo,  sabia da sua importância no cenário musical brasileiro, mesmo quando ele foi “atropelado” pela bossa nova. “Ele encarava com tranquilidade e até certo humor. Dizia que 'aquela' bossa nova acabou com todo mundo, que ninguém mais queria saber dele, mas que continuaria a fazer música para o povo dele.”

Outro detalhe: A importância do gênero musical inventado por Luiz Gonzaga foi reverenciado também por João Gilberto no baião Bim, Bom, no qual ele diz: “É só isso o meu baião/ E nao tem mais nada não"...


Mas isto é assunto para outra prosa"

Além de Luiz Gonzaga, Dominique Dreyfus também escreveu sobre a vida de um dos maiores violonistas brasileiros em “Violão Vadio de Baden Powell”, de 1999.

Foto: Ivan Cruz Jacaré
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FILME JACKSON, NA BATIDA DO PANDEIRO SERÁ TEMA DE DEBATE NA PARAÍBA

O documentário de Marcus Vilar e Cacá Teixeira, ‘Jackson – Na batida do pandeiro’, terá duas sessões e debate no Cine Banguê da Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. As exibições serão dia 27 deste mês, às 18h e às 20h, com debate após a segunda sessão.

As sessões integram a programação do Festival de Artes Jackson do Pandeiro, que será realizado pela Funesc de 25 a 28 de julho.

Os convidados para o debate são Fernando Moura (consultor), Heleno Bernardo (produção), Cacá Teixeira (diretor), Marcus Vilar (diretor) e André Dib (mediador). “Nós vivemos num país de pouca memória. Então é fundamental esse trabalho sobre Jackson do Pandeiro para que as pessoas conheçam de onde saiu, quem foi e qual é a importância dele para a cultura brasileira”, disse Marcus.

Conforme Marcus, o documentário conta com depoimentos de diversos artistas e estudiosos da música brasileira, como Gilberto Gil, Biliu de Campina e Zuza Homem de Mello. Também dão depoimentos sobre a importância de Jackson do Pandeiro artistas do porte de Geraldo Azevedo, Gal Costa, Pedro Luís, João Bosco e Lenine (que fará o show de abertura do Festival de Artes).

O filme convidado para a programação tem 100 minutos de duração e classificação indicativa livre. Além de roteiro e direção de Cacá Teixeira e Marcus Vilar, o longa conta com produção de Heleno Bernardo e montagem de Thiago Marques. Desenho de som e mixagem ficam por conta de Zé Newton Filho. Já a consultoria musical e trilha original, com Carlos Anísio. Equipe técnica também tem Bráulio Tavares e Rômulo Azevedo na consultoria de roteiro.

A programação cultural do Festival de Artes Jackson do Pandeiro abrangerá shows, cortejos, apresentações, performances, intervenções, espetáculos, palestras, exposições, mostras, oficinas, encontros e outras atividades de formação artístico-culturais. Serão quatro dias de atividades intensas concentradas no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. O evento contará, ainda, com shows de Lenine e Margareth Menezes.

O Espaço Cultural se dividirá em polos e cada um deles será nomeado com títulos ou trechos de canções de Jackson do Pandeiro. A Praça do Povo se chamará ‘Sebastiana’. Já a Sala de Concertos Maestro José Siqueira será o ‘Canto da Ema’ durante os quatro dias de evento.

O Teatro Paulo Pontes será ‘Cabeça Feita’ enquanto o Teatro de Arena será ‘Chiclete com Banana’. O Cinê Banguê passará a ser ‘Jack Perrin’. Até o Estacionamento entrará no ritmo com o nome ‘A Ordem é Samba’.

A Feira Criativa que acontecerá ao longo do festival será ‘A Feira’ enquanto que o Planetário ganhará o sugestivo nome ‘Sputnik, a Galeria Archidy Picado será o ‘Quadro Negro’ e o Mezanino 2 ‘Luz do Saber’. A Escola de Dança é o ‘Baile da Gabriela’. ‘Sina de Cigarra’ é o nome do polo na Sala de Coro. Já o auditório da EEMAN será o polo ‘Acorda, meu povo’.

Jackson do Pandeiro: Nome artístico de José Gomes Filho, nascido em Alagoa Grande, em 31 de agosto de 1919, e que passou boa parte da vida em Campina Grande. Começou a admirar a música por meio da sua mãe, a cantadora de coco Flora Maia, que colocou o filho para tocar zabumba aos sete anos.

Seu primeiro sucesso, “Sebastiana”, na década de 1950, o lançou para o Brasil e para o mundo. 

Jackson chegou a fazer duetos e parcerias com nomes  Edgar Ferreira e Rosil Cavalcanti e ganhou o título de “Rei do Ritmo”. Ele morreu vítima de embolia pulmonar e cerebral em 10 de julho de 1982, aos 62 anos, em Brasília (DF).
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