MAIS DE 158 MILHÕES DE BRASILEIROS PODEM VOTAR NESTE DOMINGO (04)

Mais de 158 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais. Para tanto, é comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.  

São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital: 

e-Título (desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo) 

carteira de identidade 

identidade social 

passaporte 

carteira de categoria profissional reconhecida por lei 

certificado de reservista 

carteira de trabalho física 

Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar. 





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NEY VITAL SACODE O RITMO O FORRÓ TODOS OS DOMINGOS NA RÁDIO EDUCADORA DO CARIRI FM 102.1


O Programa ‘Nas Asas da Asa Branca – Viva Luiz Gonzaga e seus Amigos’  é apresentado aos domingos a partir das 10h na Rádio Educadora do Cariri FM 102.1, no Crato, Ceará.

Em defesa do Meio Ambiente e Valorização da Cultura Brasileira

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EXPLORAÇÃO DE TRABALHADORES RURAIS SUSTENTA FRUTICULTURA BILIONÁRIA, AFIRMA REPORTAM DA AGÊNCIA BRASIL

O Brasil movimenta R$ 15 bilhões por ano nas cadeias produtivas de manga, uva e maçã, e se consolidou na posição de terceiro maior produtor de frutas do mundo. O setor, no entanto, se mantém bilionário a partir de um processo de exploração dos trabalhadores rurais, que inclui violação dos direitos trabalhistas, descarte de mão de obra e adoecimento.

A conclusão é do estudo Dinâmicas do Trabalho Assalariado Rural, realizado pela Oxfam Brasil e pela Molina Consulting, que analisou o trabalho rural das cadeias de fruticultura no Vale do São Francisco, em Pernambuco e na Bahia, e na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

“O agronegócio de exportação perpetua seu crescimento financeiro apoiado em uma massa de brasileiros tratada como insumo temporário, inviabilizando qualquer perspectiva de ascensão social ou segurança trabalhista para quem cultiva a terra no Brasil”, diz trecho do estudo.

Segundo a diretora executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago, a riqueza gerada pela exportação do setor se alimenta da vulnerabilidade histórica dos trabalhadores do campo.

“O estudo revelou uma contradição que nós precisamos colocar sobre a mesa. O setor que lucra bilhões não consegue socializar a riqueza produzida. Muito pelo contrário, produz essa riqueza a partir dessa exploração”, afirmou.

A Agência Brasil entrou em contato com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e aguarda posicionamento.

Falta de fiscalização-Na avaliação da Oxfam, a ausência de fiscalização em fazendas é um dos elementos que contribui para a perpetuação das violações de direitos contra trabalhadores do agronegócio.

“Trabalhadores safristas, que vão trabalhar principalmente na colheita, [têm jornada de] mais de 16 horas por dia. No Rio Grande do Sul, são expostos a temperaturas extremas, de 8 ou 9 graus negativos”, relata Viviana.

Na cadeia da manga no Nordeste, os trabalhadores também estão expostos a longas jornadas, inclusive de forma ininterrupta.

“Muitas vezes, essas pessoas cortam o consumo de água e as idas ao banheiro para conseguir bater a meta diária, acarretando um imenso adoecimento.” 

Além disso, o estudo aponta que o adoecimento derivado da exaustão física, do frio extremo, da exposição a agrotóxicos e da falta de equipamentos adequados sofre omissão crônica nos registros do sistema de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

Os pomares de Pernambuco e Bahia submetem ainda os colhedores à contaminação por agrotóxicos de modo contínuo. Segundo o estudo, lideranças sindicais do Vale do São Francisco estimam a notificação de apenas um caso formal de intoxicação nas unidades de saúde para cada cinquenta ocorrências reais.

“Isso é possível porque não tem fiscalização suficiente. A gente sabe dos limites, em termos de efetivo de trabalho, no Ministério Público do Trabalho (MPT). A quantidade de pessoas atuantes é insuficiente, e isso deixa uma grande quantidade de fazendas descobertas”, explicou Viviana, que defende a ampliação da capacidade de auditorias pelo MPT.

Ela acrescenta que as visitas de fiscalização programadas dão às fazendas a possibilidade de mascarar violações de direitos.

Importância dos sindicatos-Os sindicatos dessas categorias são fundamentais para avançar na garantia de direitos dos trabalhadores, conforme apontou o estudo. No entanto, essas entidades enfrentam obstáculos na capacidade de organização coletiva diante da alta taxa de informalidade, dos contratos de pequena duração e da migração sazonal.

Segundo Viviana, é preciso fortalecer a atuação de sindicatos rurais.

“Os sindicatos têm um papel vital nesse contexto de violação de direitos no campo, porque conseguem atuar a partir de uma dimensão coletiva. Isso acrescenta uma camada de proteção para esses trabalhadores, porque não vai ser uma pessoa negociando o seu próprio direito”, disse.

“Quando estão fortalecidos e conseguem sindicalizar os trabalhadores, os sindicatos conseguem conquistar melhores condições de trabalho e remuneração a partir das negociações coletivas.”

Descarte de mão de obra-Segundo a Oxfam, a realidade nos polos exportadores demonstra que a formalização temporária absorveu a instabilidade do mercado informal. O fato de ter carteira assinada não tem garantido estabilidade ao trabalhador rural.

Das 117.341 contratações formais registradas no Vale do São Francisco (BA/PE) e na Serra Gaúcha (RS), em 2024, nas cadeias de manga, uva e maçã, apenas 39,2% ainda estavam ativas em dezembro. Ou seja, seis em cada dez contratos acabam antes do fim do ano.

Na Serra Gaúcha, as contratações têm alta em janeiro e fevereiro, enquanto os desligamentos se concentram em março. A janela de colheita atrai fluxos migratórios do Mato Grosso e do Paraguai. Indígenas compõem 21,4% da força de trabalho na maçã gaúcha.

No Vale do São Francisco, o pico vai de julho a outubro. Segundo a Oxfam, esses ciclos são conhecidos, e poderiam ter seus impactos mitigados por políticas públicas e ações sindicais mais estratégicas.

Além disso, segundo o estudo, a mecanização no campo avança e reduz postos de trabalho.

“A máquina faz em uma semana o que 100 trabalhadores fariam em um mês. Na manga, reduziu mais de 40% os empregos”, relatou um dirigente sindical do Vale do São Francisco aos pesquisadores, durante coleta das informações.

Desamparo-Esse cenário de violações trabalhistas faz parte de um contexto de alta informalidade no setor agropecuário de modo geral.

A análise da Oxfam estima que sete em cada dez (69,2%) trabalhadores de todo o setor atuam na informalidade. O dado estatístico projeta, portanto, um colapso social futuro, já que mais da metade (52%) dos assalariados rurais não recolhem contribuições para a Previdência Social.

“Um ponto principal de vulnerabilidade [na agropecuária] é a informalidade. Mas isso se adensa quando há [recorte de cor e gênero], porque, dentro desse grupo de trabalhadores, as mulheres negras estão numa situação de maior vulnerabilidade do que o restante do grupo”, mencionou Viviana.

O estudo mostra que recortes de cor e gênero têm impacto na estrutura de remuneração no campo. A mulher preta está na base da pirâmide salarial da categoria, com um rendimento médio de R$ 1.449 mensais. O homem branco, na mesma atividade, recebe R$ 2.494.

O perfil da força de trabalho alia ainda baixos salários a uma escolaridade restrita. Mais da metade dos ocupados não concluiu o ensino fundamental, o que compromete as possibilidades de mobilidade ocupacional.

Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil*Colaborou Odair Braz Junior 

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RÁDIO EDUCADORA DO CARIRI FM 102.1 REALIZA COBERTURA DAS ELEIÇÕES 2026

Neste domingo (4), dia do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, a RÁDIO EDUCADORA DO CARIRI, FM 102.1, Crato, realiza uma cobertura especial, a partir das 16h, levando em tempo real informações sobre as eleições gerais de 2026. 

Do momento do voto à marcha da apuração, acompanhe as principais informações e os resultados das Eleições 2026, em primeira mão, através da RÁDIO EDUCADORA DO CARIRI.

A equipe de jornalismo é comandada pelo jornalista Rafael Silva.

158 milhões 745 mil 463 eleitores vão às urnas. Isso contando quem tem de ir mesmo votar e quem tem o voto facultativo, que são os maiores de 70 anos e os entre 16 e 18 anos.

São 5.571 municípios. A maior parte do eleitorado tem entre 40 e 44 anos e é essencialmente feminino.


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CRATO SE DESTACA NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO

O Crato se destaca entre os municípios do Ceará no pilar de Qualidade da Educação do Ranking de Competitividade dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). De acordo com os resultados apresentados pelo levantamento, o município ocupa a 6ª posição no Ceará e a 8ª colocação entre os municípios do Nordeste, além de figurar como o primeiro colocado no recorte do Cariri informado no levantamento.

O Ranking de Competitividade dos Municípios é uma ferramenta de análise que reúne indicadores relacionados à gestão pública e à oferta de serviços à população. Na edição de 2026, o estudo avalia municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes e disponibiliza dados e relatórios técnicos para comparação entre as cidades.

Indicadores de qualidade-O pilar Qualidade da Educação busca avaliar os resultados educacionais dos municípios, complementando a dimensão de acesso aos serviços de educação. Entre os indicadores considerados estão resultados do IDEB nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, IDEB do Ensino Médio e desempenho médio no ENEM, taxas de frequência líquida dos Ensinos Fundamental e Médio e Taxa de Atendimento do Ensino Infantil, conforme a metodologia do ranking.

O IDEB 2025, divulgado pelo Ministério da Educação ainda este ano, trouxe destaque para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental. Além disso, o município também alcançou 24 escolas nota 10, mostrando a educação como um pilar importante na construção de uma sociedade com mais oportunidade.

Segundo o CLP, a qualidade da educação é considerada um dos elementos relacionados à qualidade de vida e ao desenvolvimento social e econômico dos municípios. O ranking utiliza dados oficiais para construir uma visão comparativa do desempenho municipal.

Para a secretária municipal de Educação, Neyla Brito, o resultado reflete o trabalho desenvolvido por profissionais da área e o compromisso com a educação pública. "Esse resultado reforça o compromisso do município com uma educação pública de qualidade. São muitos profissionais envolvidos, além de uma sociedade comprometida em educar, transformar e abrir portas para os nossos alunos".

Ranking de Competitividade dos Municípios-O levantamento do CLP reúne indicadores organizados em diferentes pilares e dimensões para oferecer um diagnóstico comparativo da gestão pública municipal. A instituição destaca que a ferramenta busca auxiliar gestores na identificação de desafios e na definição de prioridades para políticas públicas.

O resultado obtido pelo Crato no pilar de Qualidade da Educação se soma às ações realizadas no município para ampliar e qualificar a rede de ensino, com investimentos em infraestrutura, formação e políticas educacionais voltadas aos estudantes da rede pública municipal. (Site Prefeitura Crato Ceará)

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CEARÁ ADERE A LEI SECA NAS ELEIÇÕES DE DOMINGO (04)

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) decidiu restringir a venda de bebidas alcoólicas no primeiro turno das eleições.

A proibição à venda e ao consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes, supermercados, estabelecimentos congêneres e demais locais abertos ao público, será das 8h às 18h de domingo (4).

A portaria foi publicada no Diário Oficial da Justiça do TRE-CE nesta sexta-feira (2).

O TRE de Rondônia informou que, no estado, dois juízos eleitorais também decidiram aplicar a lei seca.

O juízo da 25ª Zona Eleitoral, que inclui os municípios de Alto Paraíso e Monte Negro, determinou a suspensão da venda e consumo de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos comerciais e clubes sociais, da 0h às 16h do dia 4 de outubro e do dia 25, se houver segundo turno.

O juízo da 34ª Zona Eleitoral, que engloba os municípios de Buritis e Campo Novo de Rondônia, vedou a comercialização, o fornecimento, a distribuição e o consumo de bebidas alcoólicas, em estabelecimentos e espaços abertos ao público, será das 18h de sábado (3) às 18h de domingo (4).

Com essas decisões, o número de estados com Lei Seca, seja em todo o território seja em alguns municípios, subiu para 14.


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ASSOCIAÇÕES DE JORNALISMO SE MANIFESTAM SOBRE CANCELAMENTO DE DEBATE

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se manifestaram sobre o cancelamento do debate entre candidatos à Presidência na Globo no primeiro turno, nesta quinta-feira (1º/10).

As entidades afirmam se solidarizar com a TV Globo e ver com indignação as decisões judiciais que antecederam o cancelamento. Após Lula (PT) afirmar que não compareceria ao debate, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que o candidato do Missão, Renan Santos, participasse do debate. Já a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu que a emissora mostrasse o púlpito do candidato petista vazio durante a exibição.

“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada”, diz a nota conjunta. “É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos”.

Com a desistência de Flávio Bolsonaro (PL), o debate foi cancelado. Os dois principais candidatos participaram de transmissões online no horário em que o evento estava marcado. De acordo com as associações, o direito dos cidadãos de terem acesso às propostas dos presidenciáveis foi “atropelado” por “excessos judiciais”. Flávio Bolsonaro também criticou as decisões, afirmando tratar-se de "censura" do TSE.

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