IV ENCONTRO DE SANFONEIROS ACONTECE NA CHAPADA DIAMANTINA

O IV Encontro de Sanfoneiros de Rio de Contas será realizado nos dias 25 e 26 de setembro, na Praça Lucianinho, em Rio de Contas, na Chapada Diamantina. Com Del Feliz como anfitrião, o evento terá programação musical a partir das 19h nos dois dias, além de rodas de conversa, manifestações culturais, artesanato e produtos regionais. A entrada é gratuita.

A programação reúne artistas de diferentes gerações da música nordestina. Del Feliz participa dos dois dias e recebe Lucy Alves, Chambinho do Acordeon, Mariene de Castro, Ari PB, do Cacau com Leite, Mayana Neiva, Mestre Gennaro, Luizinho Calixto, João Sereno, Mannu Pinheiro, Emilli Pinheiro, Thaise Lanuzza, Luana Ingry, Reynaldo Barbosa, Vinícius, da banda Xote Baião e Denis Baião de 2.

Gleice Alves, Alberto Filho, Juninho do Acordeon e Vini Honda também integram a programação que também inclui atraçõe regionais. O encontro propõe a aproximação entre mestres da sanfona, artistas com trajetórias consolidadas e novos nomes da música regional.

Além dos shows, o IV Encontro de Sanfoneiros abre espaço para discussões sobre a preservação e o reconhecimento da cultura nordestina. Na sexta-feira (25), a roda de conversa "Forró Sem Fronteiras: O Caminho das Matrizes Tradicionais rumo à UNESCO, Patrimônio da Humanidade" terá as participações de Hermano Guanais, superintendente do IPHAN, Del Feliz e Mayana Neiva.

O debate aborda a mobilização pelo reconhecimento internacional das matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O forró já é reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN, e Del Feliz participa da articulação em defesa da valorização e difusão dessas matrizes.

No sábado (26), a sanfona será o centro da conversa "A Sanfona Nordestina como Patrimônio e Memória – Um momento musical de expressão, identidade, valor e pertencimento cultural". Mestre Gennaro e Luizinho Calixto participam do encontro para compartilhar histórias e conhecimentos ligados ao instrumento e à música nordestina.

A programação cultural terá ainda a Quadrilha Junina Ciranda Cirandinha de Arapiranga e o Grupo de Capoeira Gueto de Rio de Contas. Na Praça Lucianinho, o público também encontrará artesanato e produtos regionais, com espaço para produtores locais.

 "Quando a gente coloca a sanfona como elo, a gente não está falando apenas de música. Está falando de memória, de identidade, de encontros e de uma cultura que atravessou gerações. E neste ano temos ainda um destaque muito especial para as mulheres. Ter Lucy Alves, uma das grandes sanfoneiras do Brasil, ao lado de Mariene de Castro, Mayana Neiva, Mannu Pinheiro, Emilli Pinheiro, Luana Ingry, Gleice Alves e Thaise Lanuzza, mostra a força e a diversidade da presença feminina na nossa música", destaca Del Feliz.


 


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ERA ESSE O NOME, 131 ANOS PASSADOS, POR CARLOS LAERTE

 

Era esse o nome,

131 anos passados

 

*Carlos Laerte

 

De Passagem passou à Vila.

Da encruzilhada, caminho aos "impossíveis" de uma pretensa Califórnia Brasileira, acordou menina a Petrolina que hoje é referência internacional. Ao sabor do tempo e dos temperamentos, mudaram os nomes e as atitudes. Os sonhos e devaneios permanecem imutáveis, soberanos como o rio, que a tudo banha, enriquece e glorifica. Como o "Poema de Pedra", do velho poeta José Raulino Sampaio, que o primeiro bispo, Dom António Maria Malan, um dia fez Catedral, e a partir de onde, tudo cresceu ao redor, a terra foi se fazendo, crescendo aqui, encolhendo dali, explodindo acolá.

O que antes era apenas uma citação pendurada na parede, agora se apresenta qual avenida, beco ou viela de uma metrópole sertaneja. Nem de longe parece mais a feira que já tomou boa parte da avenida Souza Filho, depois virou Mercado Público, ali ao lado da Ponte Presidente Dutra e saiu se espalhando pelos bairros. Quem haveria de imaginar que a atual rua Pacífico da Luz um dia já se chamou de Bahia? Hoje, a Terra do Axé dá nome ao Calçadão, que por sua vez, andou sendo denominado de Tesourão. A rua Coronel José Rabelo Padilha já foi João Pessoa, que também já foi Pacífico da Luz. A rua da Floresta, de tanto se chamar dos Valérios, recebeu o nome do patriarca da família, o mestre de obras Valério Pereira. O Buracão sempre foi o mesmo até desaparecer sob um destes aterros do progresso. Onde hoje brilha a Orla I, um dia já chamaram de Manoel Xavier, depois Maurício Vanderley, depois Joaquim Nabuco. Antes de tudo, se chamava apenas de rua do Grude. A razão do nome, o historiador Euvaldo Aragão fazia mistério, todavia revelou: "Até 1950, Petrolina tinha apenas duas referências: Atrás da Banca e a Rua de Baixo". Como em todas cidades por onde passava a linha férrea, um lado se chamava Banca, o outro, ou melhor, a rua de Baixo começava aonde é hoje a Igreja Universal (antigo Cine Petrolina) e seguia até o Pio XI, atualmente centro. Os poderes constituídos passaram também a chamar de Centro, lugares como Atrás da Banca, que virou Santo Antônio, Alto Cheiroso, que agora é Vila Eduardo e São José, e Vila Mocó, que o povo continua chamando pelo mesmo nome. Houve um tempo onde quem vivia ali pelas imediações do colégio Paes Barreto, na verdade morava era no Cinzeiro.

O mesmo que um dia foi a roça de Seu Melquíades e assistiu aos avançados namoros da geração Chucalhos. O Cacete Armado, de tantos embates e desafios, era onde funcionou pacificamente o Bandepe e o Banco do Nordeste. Nas imediações do Fórum, ali na avenida Fernando Góes, pontificava imponentemente o Caldeirão da Raposa, de onde um dia retiraram as pedras para construir a Catedral, os nobres empreendedores de um tempo, que também mudou de nome. Os mesmos homens de fraque e gravata que relaxavam da dura labuta diária nos braços da difícil vida fácil das meninas do Limo Verde (atual avenida Monsenhor Ângelo Sampaio), do Tombadinho (ao lado do Viaduto Barranqueiro), João Bernardo (próximo ao Tombadinho) e Vila Balão (nos contornos do parque Josefa Coelho). Pelas noites de então, passos bêbados na madrugada dos tempos, entre um gole nos bares do Simplício, Odeon, dos Amigos, Barranqueiro, e o caldo no Mascote de Pereira. Do Ponto Chic para a Iglu, bastava apenas atravessar a rua. A mesma ponte que um dia nossos pais palmilharam, procurando se encontrar.

 

*Poeta, jornalista e diretor da Clas Comunicação & Marketing.


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ELEITORES DE RELIGIÕES AFRO SE SENTEM INVISÍVEIS EM CAMPANHA ELEITORAL

Os brasileiros adeptos de religiões de matriz africana e afro-brasileira não se sentem representados nas campanhas políticas de 2026, avaliam praticantes, religiosos e estudiosos.

O número de brasileiros que afirmou seguir uma fé afro-brasileira triplicou entre 2010 e 2022, de acordo com o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número chegou a 1,8 milhão de pessoas. 

Porém, ao contrário dos eleitores cristãos, alvo intenso de disputas, os de matriz afro são deixados de lado na corrida eleitoral.

A falta de interesse das campanhas e a baixa representatividade na política refletem preconceito, analisam especialistas e religiosos de matriz afro, como a advogada e umbandista Lívia dos Santos. Ela atribui o problema à intolerância religiosa.

"É muito difícil a gente, que é de religião de matriz africana, se ver representado pelos políticos."

"A gente tá falando, em uma última análise, de uma sociedade que não se permite conhecer essas religiões, justamente por todo o histórico de marginalização, criminalização dos povos que sempre cultuaram o orixá", analisa ela.

Para o segmento, o combate à intolerância é uma das agendas mais importantes para a democracia. O Artigo 208 do Código Penal protege o sentimento e a liberdade religiosa e atribui pena de um a três anos para o crime de discriminação religiosa.


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ZÉ MARCOLINO CONTINUA VIVO NUMA SALA DE FORRÓ E NA CULTURA BRASILEIRA

 "Quem, morrendo, deixa escrito um verso belo deixou mais ricos os céus e a terra e mais emotivamente misteriosa a razão de haver estrelas e gente". A frase de Fernando Pessoa traduz o sentimento que o poeta, compositor  Zé Marcolino vive na memória do povo brasileiro. Basta citar a música Numa Sala de Reboco que logo o talento do poeta é lembrado.

Pela sua importância na história da música brasileira, o Poeta Zé Marcolino, merecia muito mais atenção das entidades culturais. Zé Marcolino morou nos anos 70 em Juazeiro, onde foi comerciante. Juazeiro e Petrolina tem uma dívida com a memória de José Marcolino.

No dia 20 de setembro de 1987 a voz de José Marcolino Alves  silenciava por ocasião da morte causada de acidente de carro próximo a São José do Egito, Pernambuco. Em Sumé, na Paraíba, Zé Marcolino nasceu no dia 28 de junho de 1930. Venceu os obstáculos da vida simples e quando teve oportunidade deixou o Rei do Baião...digamos "bestim com tamanha genialidade". 

No ano de 1962, metado do repertório do LP Ô Véio Macho, tem Luiz Gonzaga interpretando as composições que José Marcolino lhe mostrou em Sumé, Paraíba: Sertão de aço, Serrote agudo, Pássaro carão, Matuto aperriado, A Dança do Nicodemos e No Piancó. Estes seriam os  forrós de Zé Marcolino gravados  pelo Rei do Baião. Ele interpretaria várias outras, entre as quais as antológicas Numa Sala de reboco Cacimba Nova e Quero chá.

Zé Marcolino participou da turnê de divulgação do LP Veio Macho, viajando de Sul a Norte do País com Luiz Gonzaga, no entanto, a saudade da família e suas raízes sertanejas foram mais fortes. Depois de um show no Crato, Ceará,  ele tomou um ônibus até Campina Grande e de lá foi para Sumé, de onde fretou um táxi para a Prata, onde morava.

Com o sucesso de suas canções cantadas por vários artistas (Quinteto Violado, Assisão, Genival Lacerda, Ivan Ferraz, Dominguinhos, Fagner, Jorge de Altinho, Elba Ramalho, Mastruz com Leite e tantos outros nomes da música brasileira), é atualmente Zé Marcolino um dos mais talentosos compositores da música brasileira de todos os tempos.

Somente em 1983, produzido pelos integrantes do Quinteto Violado, Zé Marcolino lançou seu primeiro e único, hoje fora de catálogo, LP Sala de Reboco (pela Chantecler). Um disco que está merecendo uma reedição em CD, assim como também seu único livro, necessita uma reedição. No citado disco Véio Macho, com seis músicas de Marcolino, ele toca gongue. No LP A Triste Partida, Luiz Gonzaga gravou Cacimba Nova, Maribondo, Numa Sala de Reboco e Cantiga de Vem-vem.

Zé Marcolino morou em Juazeiro da Bahia e ficou até 1976, quando foi para Serra Talhada, Pernambuco. Inteligente, bem-humorado, observador,  Zé Marcolino tinha os versos nas veias como a caatinga do Sertão. 

Zé Marcolino casou com Maria do Carmo Alves no dia 30 de janeiro de 1951 com quem teve os filhos Maria de Fátima, José Anastácio, Maria Lúcia, José Ubirajara, José Walter, José Paulo e José Itagiba. Zé Paulo e Fátima residem atualmente em Petrolina.

Recentemente Walter Marcolino, lançou o CD ao vivo  "Pai, Filho e Neto". No trabalho consta participação da Banda Corrupio, Walter Junior, Ruy Grudi e Dany Feitosa. No CD Walter Marcolino "Pai, Filho e Neto", tem a interpretação Socorro Moreninha, Amor Divino, Rolinha Branca, Recordando o Ceará e Lata de Lixo.

Fátima é compositora. Em 1996, numa conversa com o seu irmão, cantor e compositor Bira Marcolino, escreveram a música Siá Filiça.

"Cadê a lenha da fogueira

Siá Filiça

Cadê o milho pra assar

Cadê aquele teu vestidinho de chita

Que tu vestia pra dançar

Cadê aquele sanfoneiro

Que eu pedia pra tocar

A canção da minha terra

Um forró de pé-de-serra

Que eu ajudava a cantar

Quando me lembro disso tudo

Siá Filiça

Me dá vontade de chorar"

A música marcou o período junino porque faz qualquer nordestino lembrar dos simbolismos que marcam essa época: o vestido de chita, o milho, a fogueira, balão e o sanfoneiro. Bira e Fátima jamais imaginariam que ela realmente fosse representar dor em algum momento.

Mas quem é Siá Filiça? Siá vem do termo "sinhá", uma espécie de abreviação. E Filiça vem de Felícia, uma senhora que morava na cidade da Prata, na Paraíba, e que todos gostavam muito de brincar com ela quando eram pequenos. Segundo Bira, ela sempre andava com uma lenha. Certo dia, ele estava com a irmã em Caruaru e pensou em "Siá Filiça", que era como chamavam Felícia, e a irmã disse que dava uma boa música.

Então começaram a escrever. Fátima Marcolino foi a autora da frase: "minha esperança ainda dorme, e eu com pena de acordar", que retrata um pouco a espera e o desejo de que a pandemia do coronavírus passe, e o São João volte a ser como era.

Quando foi escrita, muitos artistas queriam gravar a música. O primeiro foi Ezequias Rodrigues, que gravou com voz e violão. Depois veio Santanna e Adelmário Coelho, da Bahia. Mas foi com O Cantador que a música fez sucesso.

A música foi a grande emoção da live de Santanna na véspera de São João de 2020. Quem assistiu, certamente se emocionou. Antes de cantar, disse algumas palavras: "vou me despedir de vocês com uma música... eu não vou pedir desculpa por me emocionar, porque é a emoção que move o mundo. A emoção é impressionante. Me despeço de vocês com essa canção, que é a música que melhor representa o São João este ano".

Ao fim, tirou o chapéu. Ali, estava representada a tristeza, mas também a esperança de todos se reencontrarem novamente entre público e palco, forró, xaxado e baião.

"A música foi que me escolheu, me escolheu como intérprete principal dela. Ela faz parte da minha vida. Ela foi eleita a música do São Joã  e o sentimento é muito grande. A gente que é sertanejo, a gente sabe o que significa uma festa junina para nós. Eu fico impressionado como a música Siá Filiça entra na vida das pessoas", relata.



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PESQUISADORES DEBATEM O PAPEL DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA

Como levar informação de qualidade à população? Como dialogar com o público e estimular a formação de cidadãos conscientes e engajados? Essas são algumas das perguntas que pesquisadores, estudantes e profissionais de comunicação pública vão debateram durante o 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, em Brasília.

Durante três dias, os pesquisadores participararam de palestras, mesas redondas, minicursos, relatos de experiências e apresentação de pesquisas. Haverá também lançamento de livros e entrega de premiações.

“A comunicação pública não se resume a divulgar realizações ou ocupar canais. A comunicação pública precisa ajudar as instituições a cumprir sua missão e permitir que políticas de serviços, de direitos, cheguem às pessoas. Quando isso falha, o cidadão paga o custo em tempo, dinheiro, segurança e perda de oportunidades”, disse o diretor de Relações Acadêmicas da Associação Brasileira de Comunicação Pública, Jorge Duarte. 

Desafios-Os participantes também lembraram dos desafios da Comunicação Pública, como a transformação tecnológica acelerada e Inteligência Artificial, a fragmentação das audiências e o combate à desinformação.

“As instituições públicas não podem ficar inertes à desinformação e elas não podem responder a esse fenômeno só corrigindo informações falsas. Elas precisam construir relações permanentes de credibilidade, transparência e diálogo com a sociedade e também fazer ações de educação midiática”, destacou a diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Glauciene Lara.


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NEY VITAL SACODE O FORRÓ NAS MANHÃS DE DOMINGO NA RÁDIO EDUCADORA E AREIA FM

 O Programa ‘Nas Asas da Asa Branca – Viva Luiz Gonzaga e seus Amigos’ agora tem novo horário e é apresentado aos domingos a partir das 10h na Rádio Educadora do Cariri FM 102.1, no Crato, Ceará.

Em defesa do Meio Ambiente e Valorização da Cultura Brasileira o jornalista Ney Vital recebeu Moção de Aplausos da Câmara de Vereadores, terra onde nasceu Padre Cícero. A homenagem, aprovada pelo Poder Legislativo, foi apresentada pelo vereador José Wilson da Silva Gomes (Wilson do Rosto) e aprovada por unanimidade.

A produção e apresentação do programa é do jornalista Ney Vital, colaborador da REDEGN. O programa é pautado em músicas de Luiz Gonzaga, informações em defesa do meio ambiente, agroecologia (destacando a Floresta Nacional da Chapada do Araripe e o Rio São Francisco), a cultura da região, seus cantadores de Pífano, aboiadores e violeiros.

‘Nas Asas da Asa Branca – Viva Luiz Gonzaga e seus Amigos’ segue uma trilogia amparada na cultura, cidadania e informação. Programa com roteiro usado para contar a história da música brasileira a partir da voz e sanfona de Luiz Gonzaga, seus amigos e seguidores.

Ney Vital considera o programa “o encontro da família brasileira”. Ele não promove rituais regionalistas, a mesquinhez saudosista dos que não se encontram com a arte e cultura, a não ser na lembrança. Ao contrário, o programa evoluiu para a tecnologia digital e forma de espaço reservado à cultura mais brasileira, universal, autêntica, descortinando um mar, cariri sertões de ritmos variados e escancarando a infinita capacidade criadora dos que fazem arte no Brasil.

É o conteúdo dessa autêntica expressão nacional que faz romper as barreiras regionais, esmagando as falsificações e deturpações do que costuma se fazer passar como patrimônio cultural brasileiro. Também por este motivo no programa o sucesso pré-fabricado não toca e o modismo de mau gosto passa longe.

“Existe uma desordem, inversão de valores no jornalismo e na qualidade das músicas apresentadas no rádio”, avalia Ney Vital que recebeu o Título de Cidadão de Exu, Terra de Luiz Gonzaga, título Amigo Gonzagueano Orgulho de Caruaru, e Troféu Luiz Gonzaga do Espaço Cultural Asa Branca de Caruaru e o Troféu Viva Dominguinhos-Amizade Sincera em Garanhuns.

Bagagem profissional-Ney Vital usa a credibilidade e experiência de 30 anos atuando no rádio e TV. Nas afiliadas da Rede Globo (TV Grande Rio e São Francisco), foi um dos produtores do Globo Rural, onde exibiu reportagens sobre Missa do Vaqueiro de Serrita e festa de aniversário de Luiz Gonzaga e dos 500 anos do Rio São Francisco, além de dezenas de reportagens pautadas no meio ambiente do semiárido e ecologia.

Membro da Rede Brasileira de Jornalismo, Ney Vital é formado em Jornalismo na Paraíba e com Pós-Graduação em Ensino de Comunicação Social pela Uneb/Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

“Nas Asas da Asa Branca, ao abrir as portas à mais genuína música brasileira, cria um ambiente de amor e orgulho pela nossa gente, uma disseminação de admiração e confiança de identidade cultural em nosso povo, experimentada por quem o sintoniza a RADIO EDUCADORA em todas as regiões do Brasil", finaliza Ney Vital.

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NEY VITAL SACODE O FORRÓ TODOS OS DOMINGOS NA RÁDIO EDUCADORA DO CARIRI

 O Programa ‘Nas Asas da Asa Branca – Viva Luiz Gonzaga e seus Amigos’, apresentado aos domingos às 10h na Rádio Educadora do Cariri FM 102.1, no Crato (CE), recebeu  uma Moção de Aplausos da Câmara de Vereadores. A homenagem, aprovada pelo Poder Legislativo, foi apresentada pelo vereador José Wilson da Silva Gomes (Wilson do Rosto) e aprovada por unanimidade.

A produção e apresentação do programa é do jornalista Ney Vital. O programa é pautado em músicas de Luiz Gonzaga, informações em defesa do meio ambiente, agroecologia (destacando a Floresta Nacional da Chapada do Araripe), a cultura da região do Cariri, seus cantadores de Pífano e violeiros.

Ney Vital, que atua há mais de 35 no jornalismo, agradeceu à Moção de Aplausos do presidente e aos demais vereadores.

Raiz cultural-‘Nas Asas da Asa Branca – Viva Luiz Gonzaga e seus Amigos’ segue uma trilogia amparada na cultura, cidadania e informação. Programa com roteiro usado para contar a história da música brasileira a partir da voz e sanfona de Luiz Gonzaga, seus amigos e seguidores.

“Fiquei muito feliz. O reconhecimento aumento o compromisso e a Moção de Aplausos para vai para toda equipe da Rádio Educadora comandada pelo Padre Ricardo Pereira. A voz da Câmara Municipal representa a população do Crato e assim aumenta nosso compromisso com a vida e obra de Luiz Gonzaga, ética e condução do programa, visto que a Rádio Educadora vai completar 67 anos de serviços prestados à região do Cariri e ao Brasil“, afirmou Ney Vital.

 

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