RAFAEL DO ACORDEON, 11 ANOS, PARTICIPA DO PROGRAMA NAS ASAS DA ASA BRANCA-VIVA LUIZ GONZAGA

Pedro Rafael Amorim Gomes, 11 anos, conhecido por Rafael do Acordeon, participa do Programa NAS ASAS DA ASA BRANCA VIVA LUIZ GONZAGA E SEUS AMIGO, domingo (18), às 10hs na Rádio Educadora do Cariri FM 102.1 e retransmissão da Areia FM 87.9, Paraíba.

Neste ano de 2026, o Brasil completou 37 anos da morte do cantor e compositor Luiz Gonzaga, o rei do baião.

A expressão que Luiz Gonzaga não morreu e vive em Exu, Pernambuco e se propaga pelo mundo é real. Cicero Gomes filho, ganhou uma sanfona de 32 baixos do hoje saudoso Chico Gomes. 

A sanfona de cor vermelha passou para a mão de Pedro Rafael Amorim Gomes, 11 anos, conhecido por Rafael do Acordeon.

Cicero Gomes conta que "não tinha talento para tocar sanfona e então aos 6 anos o filho, Rafael herdou a sanfona e hoje faz os acordes soarem na região de Exu e sul do Ceará".

Rafael do Acordeon estuda música e contribui com a valorização da cultura gonzagueana, na forma de modernidade e a tradição de não deixar a obra de Luiz Gonzaga morrer.

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EXPOCARIRI-BARBALHA ACONTECE ENTRE OS DIAS 29 A 31 DE OUTUBRO

A Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec), por meio do Sistema Faec/Senar, realiza, nos dias 29, 30 e 31 de outubro, a terceira edição da ExpoCariri, no Campo Experimental da Embrapa Algodão, em Barbalha, no Sul do Ceará. A feira reunirá produtores rurais, empresas, instituições, pesquisadores e representantes de diferentes segmentos da cadeia produtiva do agronegócio.

A expectativa é receber cerca de 100 mil visitantes ao longo dos três dias de programação e movimentar aproximadamente R$ 50 milhões em negócios.

A edição de 2026 contará com 250 estandes, aumento superior a 40% em relação à edição anterior, que registrou 176 espaços. A estrutura incluirá áreas demonstrativas, exposição de animais, máquinas, vitrines tecnológicas, produtos, serviços e programação técnica voltada aos produtores rurais. O acesso ao evento será gratuito e aberto ao público.

Confira programação shows: Juarez Assum Preto, Caninana. Quinta-feira, 30 de outubro de 2026: Ingrid Loyanne.

Show Tributo ao Forró reunindo Amazan, Henrique Brandão, Leonardo de Luna, Joquinha Gonzaga, Joãozinho do Exu, Fábio Carneirinho e Chico Pessoa.

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MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL VISITA O CRATO NESTA SEXTA-FEIRA (16)

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visita, nesta sexta-feira (16), as obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), no município do Crato. O secretário dos Recursos Hídricos, Ramon Rodrigues, também participará da visita. 

A agenda será realizada no Lote 03, no Sifão do Crato, na área de travessia do Rio Batateiras, onde estão em andamento as obras do Cinturão das Águas.

Na ocasião, será realizada uma coletiva de imprensa para apresentação das obras em andamento e anúncio do empreendimento do Sistema Adutor do Pacuí, que será implantado no município de Mauriti, integrando as ações relacionadas ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).


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GOVERNADOR DO CEARÁ ANUNCIA TRANSFERÊNCIA FERIADO DO DIA DO SERVIDOR PÚBLICO

 


O governador do Ceará, Elmano de Freitas, anunciou a transferência do ponto facultativo pelo Dia do Servidor Público para sexta-feira, 30 de outubro. Na mesma data, os funcionários estaduais terão o pagamento dos salários antecipado.

A mudança vai proporcionar quatro dias consecutivos de descanso, de 30 de outubro a 2 de novembro, incluindo o fim de semana e o feriado nacional de Finados, celebrado na segunda-feira.

Apesar da folga na administração pública estadual, os serviços essenciais, como Saúde e Segurança Pública, continuarão funcionando normalmente para garantir o atendimento à população.
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FLÁVIO JOSÉ, NANADO ALVES, MARQUINHOS CAFÉ E A PINTURA DA MÚSICA LÁPIS DE COR

A música Lápis de Cor é uma das mais tocadas em emissoras de Rádio e nas plataformas musicais. A música é de autoria de por Nanado Alves, poeta paraibano, um dos mais inspirados compositores da música brasileira. Nanado Alves é exímio instrumentista e poeta.

Na voz de Flávio José, a música Lápis de Cor ganhou o Brasil. A melodia ganhou um arranjo dos mais belos.  Durante o 8º Festival de Forró da Chapada, realizado em Mucugê, na Chapada Diamantina (Bahia), de 8 a 11 de outubro de 2026, um detalhe foi revelado: o arranjo é do cantor, compositor e sanfoneiro Marquinhos Café.

Flávio José conta que "oitenta porcento dos arranjos que estão em seu trabalho é dele próprio, mas o de Lápis de Cor foi feito por Marquinhos Café".

Pelas  redes sociais, Marquinhos Café, conta que a música Lápis de Cor foi gravada no primeiro LP de sua carreira, 2011, que teve o incentivo do mestre Dominguinhos. Lápis de Cor foi gravada neste trabalho também na voz de Flávio José e Marquinho fez o arranjo. Detalhe: em 2012 Flavio José regravou e solicitou a Marquinhos o arranjo que "ganhou o Brasil".

Um arranjo musical é o processo de adaptar ou reorganizar uma composição que já existe, definindo como os elementos (como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação) serão executados por vozes ou instrumentos específicos. 

Enquanto a composição cria a ideia original da música (o "quê" — a melodia básica e a harmonia inicial), o arranjo define a "roupagem" ou o estilo (o "como" — quais instrumentos vão tocar, como será a introdução, qual será o ritmo e a dinâmica). 

Marquinhos Café é um dos mais legítimos sanfoneiros, conhecedor da vida e obra de Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Antenado, Marquinhos é considerado um dos mais talentosos sanfoneiros, virtuoso já foi o vencedor do Festival Nacional de Forró de Itaúnas, Espírito Santo e é presença garantida do Festival Internacional do Forró-Juazeiro-Bahia, entre os outros grandes encontros.

O trabalho de Marquinhos é fruto das inúmeras horas de dedicação, anos de aprendizado dos acordes da sanfona do Mestre Camarão. Marquinhos foi um dos alunos do Mestre Camarão na Escola de Acordeon de Ouro (criada em 1994), em Caruaru Pernambuco.

As primeiras lições aprendeu com o pai, "Seu Antônio", sanfoneiro, consertador e afinador de sanfona que colocava na radiola os discos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Trio Nordestino, Marinês e Jackson do Pandeiro para o filho escutar.

Nascido em Caruaru, Agreste de Pernambuco, Marquinhos cresceu no universo do Forró e da Música mais brasileira. Impressiona a virtualidade. Com o mesmo talento que executa um forró, xote ou baião, desfila no ritmo do jazz e blues. 

O sanfoneiro traz do Mestre Dominguinhos, a humildade e atenção com os amigos e fãs. Todos os anos é um dos gonzagueanos que prestigia a data de nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco.

Marquinhos Café é um dos integrantes do Quinteto Sanfônico do Brasil, com os amigos e sanfoneiros Targino Gondim, Gel Barbosa, Rennan Mendes e Sebastian Silva, viaja o Brasil, tocando e concretizando que a música não tem fronteiras e em cada acorde revela o que existe de mais belo da música universal.

Entre os projetos já realizados, Marquinhos Café participou junto aos principais forrozeiros da coletânea Forró, Festa e São João. O CD idealizado por Flávio José com direção e produção musical de Targino Gondim conta com a participação de 29 artistas do segmento, entre eles o hoje saudoso Antonio Barros e Ceceu, homenageados no projeto.

É Marquinhos Café um músico afinado com a música mais brasileira, universal. Sanfoneiro e cantor que faz balançar um forró bem buliçoso e agrada a mais refinada plateia afinada não só por forró xote e baião e mais  aficionada também por jazz e blues.

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MARQUINHOS CAFÉ, NANADO ALVES, FLÁVIO JOSÉ E A MÚSICA LAPIS DE COR


A música Lápis de Cor é uma das mais tocadas em emissoras de Rádio e nas plataformas musicais. A música é de autoria de por Nanado Alves, poeta paraibano, um dos mais inspirados compositores da música brasileira. Nanado Alves é exímio instrumentista e poeta.

Na voz de Flávio José, a música Lápis de Cor ganhou o Brasil. A melodia ganhou um arranjo dos mais belos.  Durante o 8º Festival de Forró da Chapada, realizado em Mucugê, na Chapada Diamantina (Bahia), de 8 a 11 de outubro de 2026, um detalhe foi revelado: o arranjo é do cantor, compositor e sanfoneiro Marquinhos Café.

Flávio José conta que "oitenta porcento dos arranjos que estão em seu trabalho é dele próprio, mas o de Lápis de Cor foi feito por Marquinhos Café".

Nas redes sociais, Marquinhos Café, conta que a música Lápis de Cor foi gravada no primeiro LP de sua carreira, 2011, que teve o incentivo do mestre Dominguinhos. Lápis de Cor foi gravada neste trabalho também na voz de Flávio José e Marquinho fez o arranjo. Detalhe: em 2012 Flavio José regravou e solicitou a Marquinhos o arranjo que "ganhou o Brasil".

Um arranjo musical é o processo de adaptar ou reorganizar uma composição que já existe, definindo como os elementos (como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação) serão executados por vozes ou instrumentos específicos. 

Enquanto a composição cria a ideia original da música (o "quê" — a melodia básica e a harmonia inicial), o arranjo define a "roupagem" ou o estilo (o "como" — quais instrumentos vão tocar, como será a introdução, qual será o ritmo e a dinâmica). 

Marquinhos Café é um dos mais legítimos sanfoneiros, conhecedor da vida e obra de Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Antenado, Marquinhos é considerado um dos mais talentosos sanfoneiros, virtuoso já foi o vencedor do Festival Nacional de Forró de Itaúnas, Espírito Santo e é presença garantida do Festival Internacional do Forró-Juazeiro-Bahia, entre os outros grandes encontros.

O trabalho de Marquinhos é fruto das inúmeras horas de dedicação, anos de aprendizado dos acordes da sanfona do Mestre Camarão. Marquinhos foi um dos alunos do Mestre Camarão na Escola de Acordeon de Ouro (criada em 1994), em Caruaru Pernambuco.

As primeiras lições aprendeu com o pai, "Seu Antônio", sanfoneiro, consertador e afinador de sanfona que colocava na radiola os discos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Trio Nordestino, Marinês e Jackson do Pandeiro para o filho escutar.

Nascido em Caruaru, Agreste de Pernambuco, Marquinhos cresceu no universo do Forró e da Música mais brasileira. Impressiona a virtualidade. Com o mesmo talento que executa um forró, xote ou baião, desfila no ritmo do jazz e blues. 

O sanfoneiro traz do Mestre Dominguinhos, a humildade e atenção com os amigos e fãs. Todos os anos é um dos gonzagueanos que prestigia a data de nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco.

Marquinhos Café é um dos integrantes do Quinteto Sanfônico do Brasil, com os amigos e sanfoneiros Targino Gondim, Gel Barbosa, Rennan Mendes e Sebastian Silva, viaja o Brasil, tocando e concretizando que a música não tem fronteiras e em cada acorde revela o que existe de mais belo da música universal.

Entre os projetos já realizados, Marquinhos Café participou junto aos principais forrozeiros da coletânea Forró, Festa e São João. O CD idealizado por Flávio José com direção e produção musical de Targino Gondim conta com a participação de 29 artistas do segmento, entre eles o hoje saudoso Antonio Barros e Ceceu, homenageados no projeto.

É Marquinhos Café um músico afinado com a música mais brasileira, universal. Sanfoneiro e cantor que faz balançar um forró bem buliçoso e agrada a mais refinada plateia afinada não só por forró xote e baião e mais  aficionada também por jazz e blues.

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EX ALUNOS DO PEQUENO CORAL DO CRATO RETORNAM AOS ENSAIOS

Mais uma vez um reencontro para os ensaios de ex-alunos do Pequeno Coral do Crato acontece nesta quinta-feira (15). A maestrina Leninha Linard coordena as aulas sempre marcada por emoção, saudade e gratidão. 

Entre canções que atravessaram gerações e abraços carregados de memória os integrantes do Coral farão uma apresentação ainda este ano. Os ensaios também ocorrem em Fortaleza.

LIVRO-Em dezembro de 2025, aconteceu o lançamento de um livro sobre a história do Pequeno Coral do Crato e da SCA-Sociedade de Cultura Artística do Crato. O livro foi idealizado pela odontóloga Diana Feitosa.

Na oportunidade foi realizada uma homenagem a maestrina Divani Cabral.

Fundado em 1967, o coral tornou-se referência de convivência, acolhimento e formação humana. O livro reúne 63 colaboradores, entre depoimentos, registros históricos e textos institucionais.

“Ver Divani Cabral no palco foi a coroação de tudo. Tenho a sensação de dever cumprido”, afirmou na época Diana Feitosa, visivelmente emocionada com o resultado do projeto.

O evento ocorreu no auditório da Universidade Regional do Cariri, reunindo ex-alunos, familiares, artistas e representantes da cultura regional em uma noite dedicada à celebração da memória, da música e do afeto.

Sob a coordenação de Leninha Linard, ex-alunos interpretaram canções emblemáticas do coral, como “O Trenzinho”, “O Circo” e “Boca de Forno”, além de músicas, como “Ben”, “Edelweiss” e “O Mio Papà”, reafirmando a identidade de um coral poliglota e atento à diversidade musical.


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