FLÁVIO JOSÉ, NANADO ALVES, MARQUINHOS CAFÉ E A PINTURA DA MÚSICA LÁPIS DE COR

A música Lápis de Cor é uma das mais tocadas em emissoras de Rádio e nas plataformas musicais. A música é de autoria de por Nanado Alves, poeta paraibano, um dos mais inspirados compositores da música brasileira. Nanado Alves é exímio instrumentista e poeta.

Na voz de Flávio José, a música Lápis de Cor ganhou o Brasil. A melodia ganhou um arranjo dos mais belos.  Durante o 8º Festival de Forró da Chapada, realizado em Mucugê, na Chapada Diamantina (Bahia), de 8 a 11 de outubro de 2026, um detalhe foi revelado: o arranjo é do cantor, compositor e sanfoneiro Marquinhos Café.

Flávio José conta que "oitenta porcento dos arranjos que estão em seu trabalho é dele próprio, mas o de Lápis de Cor foi feito por Marquinhos Café".

Pelas  redes sociais, Marquinhos Café, conta que a música Lápis de Cor foi gravada no primeiro LP de sua carreira, 2011, que teve o incentivo do mestre Dominguinhos. Lápis de Cor foi gravada neste trabalho também na voz de Flávio José e Marquinho fez o arranjo. Detalhe: em 2012 Flavio José regravou e solicitou a Marquinhos o arranjo que "ganhou o Brasil".

Um arranjo musical é o processo de adaptar ou reorganizar uma composição que já existe, definindo como os elementos (como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação) serão executados por vozes ou instrumentos específicos. 

Enquanto a composição cria a ideia original da música (o "quê" — a melodia básica e a harmonia inicial), o arranjo define a "roupagem" ou o estilo (o "como" — quais instrumentos vão tocar, como será a introdução, qual será o ritmo e a dinâmica). 

Marquinhos Café é um dos mais legítimos sanfoneiros, conhecedor da vida e obra de Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Antenado, Marquinhos é considerado um dos mais talentosos sanfoneiros, virtuoso já foi o vencedor do Festival Nacional de Forró de Itaúnas, Espírito Santo e é presença garantida do Festival Internacional do Forró-Juazeiro-Bahia, entre os outros grandes encontros.

O trabalho de Marquinhos é fruto das inúmeras horas de dedicação, anos de aprendizado dos acordes da sanfona do Mestre Camarão. Marquinhos foi um dos alunos do Mestre Camarão na Escola de Acordeon de Ouro (criada em 1994), em Caruaru Pernambuco.

As primeiras lições aprendeu com o pai, "Seu Antônio", sanfoneiro, consertador e afinador de sanfona que colocava na radiola os discos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Trio Nordestino, Marinês e Jackson do Pandeiro para o filho escutar.

Nascido em Caruaru, Agreste de Pernambuco, Marquinhos cresceu no universo do Forró e da Música mais brasileira. Impressiona a virtualidade. Com o mesmo talento que executa um forró, xote ou baião, desfila no ritmo do jazz e blues. 

O sanfoneiro traz do Mestre Dominguinhos, a humildade e atenção com os amigos e fãs. Todos os anos é um dos gonzagueanos que prestigia a data de nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco.

Marquinhos Café é um dos integrantes do Quinteto Sanfônico do Brasil, com os amigos e sanfoneiros Targino Gondim, Gel Barbosa, Rennan Mendes e Sebastian Silva, viaja o Brasil, tocando e concretizando que a música não tem fronteiras e em cada acorde revela o que existe de mais belo da música universal.

Entre os projetos já realizados, Marquinhos Café participou junto aos principais forrozeiros da coletânea Forró, Festa e São João. O CD idealizado por Flávio José com direção e produção musical de Targino Gondim conta com a participação de 29 artistas do segmento, entre eles o hoje saudoso Antonio Barros e Ceceu, homenageados no projeto.

É Marquinhos Café um músico afinado com a música mais brasileira, universal. Sanfoneiro e cantor que faz balançar um forró bem buliçoso e agrada a mais refinada plateia afinada não só por forró xote e baião e mais  aficionada também por jazz e blues.

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MARQUINHOS CAFÉ, NANADO ALVES, FLÁVIO JOSÉ E A MÚSICA LAPIS DE COR


A música Lápis de Cor é uma das mais tocadas em emissoras de Rádio e nas plataformas musicais. A música é de autoria de por Nanado Alves, poeta paraibano, um dos mais inspirados compositores da música brasileira. Nanado Alves é exímio instrumentista e poeta.

Na voz de Flávio José, a música Lápis de Cor ganhou o Brasil. A melodia ganhou um arranjo dos mais belos.  Durante o 8º Festival de Forró da Chapada, realizado em Mucugê, na Chapada Diamantina (Bahia), de 8 a 11 de outubro de 2026, um detalhe foi revelado: o arranjo é do cantor, compositor e sanfoneiro Marquinhos Café.

Flávio José conta que "oitenta porcento dos arranjos que estão em seu trabalho é dele próprio, mas o de Lápis de Cor foi feito por Marquinhos Café".

Nas redes sociais, Marquinhos Café, conta que a música Lápis de Cor foi gravada no primeiro LP de sua carreira, 2011, que teve o incentivo do mestre Dominguinhos. Lápis de Cor foi gravada neste trabalho também na voz de Flávio José e Marquinho fez o arranjo. Detalhe: em 2012 Flavio José regravou e solicitou a Marquinhos o arranjo que "ganhou o Brasil".

Um arranjo musical é o processo de adaptar ou reorganizar uma composição que já existe, definindo como os elementos (como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação) serão executados por vozes ou instrumentos específicos. 

Enquanto a composição cria a ideia original da música (o "quê" — a melodia básica e a harmonia inicial), o arranjo define a "roupagem" ou o estilo (o "como" — quais instrumentos vão tocar, como será a introdução, qual será o ritmo e a dinâmica). 

Marquinhos Café é um dos mais legítimos sanfoneiros, conhecedor da vida e obra de Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Antenado, Marquinhos é considerado um dos mais talentosos sanfoneiros, virtuoso já foi o vencedor do Festival Nacional de Forró de Itaúnas, Espírito Santo e é presença garantida do Festival Internacional do Forró-Juazeiro-Bahia, entre os outros grandes encontros.

O trabalho de Marquinhos é fruto das inúmeras horas de dedicação, anos de aprendizado dos acordes da sanfona do Mestre Camarão. Marquinhos foi um dos alunos do Mestre Camarão na Escola de Acordeon de Ouro (criada em 1994), em Caruaru Pernambuco.

As primeiras lições aprendeu com o pai, "Seu Antônio", sanfoneiro, consertador e afinador de sanfona que colocava na radiola os discos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Trio Nordestino, Marinês e Jackson do Pandeiro para o filho escutar.

Nascido em Caruaru, Agreste de Pernambuco, Marquinhos cresceu no universo do Forró e da Música mais brasileira. Impressiona a virtualidade. Com o mesmo talento que executa um forró, xote ou baião, desfila no ritmo do jazz e blues. 

O sanfoneiro traz do Mestre Dominguinhos, a humildade e atenção com os amigos e fãs. Todos os anos é um dos gonzagueanos que prestigia a data de nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, Pernambuco.

Marquinhos Café é um dos integrantes do Quinteto Sanfônico do Brasil, com os amigos e sanfoneiros Targino Gondim, Gel Barbosa, Rennan Mendes e Sebastian Silva, viaja o Brasil, tocando e concretizando que a música não tem fronteiras e em cada acorde revela o que existe de mais belo da música universal.

Entre os projetos já realizados, Marquinhos Café participou junto aos principais forrozeiros da coletânea Forró, Festa e São João. O CD idealizado por Flávio José com direção e produção musical de Targino Gondim conta com a participação de 29 artistas do segmento, entre eles o hoje saudoso Antonio Barros e Ceceu, homenageados no projeto.

É Marquinhos Café um músico afinado com a música mais brasileira, universal. Sanfoneiro e cantor que faz balançar um forró bem buliçoso e agrada a mais refinada plateia afinada não só por forró xote e baião e mais  aficionada também por jazz e blues.

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EX ALUNOS DO PEQUENO CORAL DO CRATO RETORNAM AOS ENSAIOS

Mais uma vez um reencontro para os ensaios de ex-alunos do Pequeno Coral do Crato acontece nesta quinta-feira (15). A maestrina Leninha Linard coordena as aulas sempre marcada por emoção, saudade e gratidão. 

Entre canções que atravessaram gerações e abraços carregados de memória os integrantes do Coral farão uma apresentação ainda este ano. Os ensaios também ocorrem em Fortaleza.

LIVRO-Em dezembro de 2025, aconteceu o lançamento de um livro sobre a história do Pequeno Coral do Crato e da SCA-Sociedade de Cultura Artística do Crato. O livro foi idealizado pela odontóloga Diana Feitosa.

Na oportunidade foi realizada uma homenagem a maestrina Divani Cabral.

Fundado em 1967, o coral tornou-se referência de convivência, acolhimento e formação humana. O livro reúne 63 colaboradores, entre depoimentos, registros históricos e textos institucionais.

“Ver Divani Cabral no palco foi a coroação de tudo. Tenho a sensação de dever cumprido”, afirmou na época Diana Feitosa, visivelmente emocionada com o resultado do projeto.

O evento ocorreu no auditório da Universidade Regional do Cariri, reunindo ex-alunos, familiares, artistas e representantes da cultura regional em uma noite dedicada à celebração da memória, da música e do afeto.

Sob a coordenação de Leninha Linard, ex-alunos interpretaram canções emblemáticas do coral, como “O Trenzinho”, “O Circo” e “Boca de Forno”, além de músicas, como “Ben”, “Edelweiss” e “O Mio Papà”, reafirmando a identidade de um coral poliglota e atento à diversidade musical.


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MEIO AMBIENTE: CASCATA DO CRATO É INTERDITADA NA PARTE SUPERIOR

A Defesa Civil do Crato comunicou a interdição temporária da parte superior da Cascata. A medida foi adotada diante do risco de desabamento e do perigo que a situação pode representar para os visitantes.

Para avaliar as condições do local e identificar possíveis soluções, o órgão acionou a professora Ana Patrícia Nunes, especialista em Geotecnia e docente do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Cariri (UFCA).
Segundo a Defesa Civil, a restrição se limita à parte superior da Cascata. A área inferior continua aberta ao público para atividades de lazer, com a recomendação de que os visitantes sigam as orientações de segurança.
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AMIGO É PARA SE GUARDAR NO LADO ESQUERDO DO CORAÇÃO

"Amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo debaixo de sete chaves dentro do coração assim falava a canção que na América ouviu, Mas quem cantava chorou ao ver o seu amigo partir...Mas quem ficou no pensamento voou com seu canto que o outro lembrou e quem voou, no pensamento ficou com a lembrança que o amigo cantou"...

Já são 9 anos de tua ausência física, nove anos da "Viagem Eterna para os Sertões da Eternidade". A sanfona, triangulo e zabumba continuam a lembrar que desafinados cantávamos. Cantar para viver a arte da fé e de ser Feliz. Sorrir para jamais perder a esperança. Cantar para afirmar que Luiz Gonzaga é Mestre dos sertões, do baião, xote e forró sanfonado! 

E na curva da estrada eu escutava sempre o homem/criança dizer assim: Poeta Amigo Jornalista Vitalino, Ney Vital,  estamos chegando em Exu, Pernambuco. Aumenta o som e cantava: Viva a Fazenda Araripe. Meu Araripe, meu relicário  eu vim aqui rever meu pé de serra  Beijar a minha terra  Festejar seu centenário Sejam bem vindos os filhos de Januário para o centenário do Araripe festejar...Viva Luiz Gonzaga...

Na madrugada, 15 de outubro de 2017, se fez silêncio:  "Eu vi a Morte, a Moça Caetana, com o Manto negro, rubro e amarelo. Vi o inocente olhar, puro e perverso, e os dentes de Coral da desumana...vi asas deslumbrantes que, rufiando nas pedras do Sertão, pairavam sobre Urtigas causticantes, caules de prata, espinhos estrelados..."

Nas palavras encantadas de Ariano Suassuna, Assim eu vi, juro que vi a Moça Caetana levando Anésio Lino de Souza Neto Tintas...e ele foi com o sorriso e braços abertos. E partiu assim...Nas asas do Pensamento.

 Petrolina, Garanhuns, Distrito de Juremal, Petrolina Juazeiro, Paulo Afonso, Barbalha-Ceará, Juazeiro do Padim Ciço, Serrita-Missa do Vaqueiro, Feira de Caruaru, Paraíba-Campina Grande, rua Indio Cariris são cidades sonhos que choram tua saudade. E o Riacho do Navio, Rio Brígida, Açude Itamaragi, Parque Asa Branca,  onde nós e Italo/Abilio/Icaro pareciamos meninos a brincar de atravessar pontes e cantar...e o nosso relicário-Fazenda Araripe centenário festejar. E a hora mágica quando na Igreja do Araripe às 18 horas rezavamos Ave Maria.

Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum...Perdoe-me Pai Criador. Morrer tem seu sentido...as escrituras sagradas afirmam que sim: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer, fazer a passagem". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. 

É assim que ouvi e aqui reproduzo:  Anésio Lino de Souza-Neto Tintas fez a grande viagem. Foi colorir os céus do Sertão da Eternidade e em algum lugar está garantindo mais Felicidades e sorrisos na vida dos amigos...e tornando mais belo a razão de viver...e de haver estrelas...(Texto jornalista Ney Vital)

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ELEITORES CEARENSES TERÃO TRANSPORTE PÚBLICO GRATUÍTO NO DIA DOMINGO 25

Os eleitores cearenses poderão utilizar o transporte público gratuitamente no segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro. O benefício contempla ônibus, vans, metrô e VLTs, com regras que variam conforme o tipo de serviço e o trajeto.

Nas regiões metropolitanas de Fortaleza e do Cariri, os ônibus terão gratuidade no dia da votação, das 5h às 18h, sem necessidade de reserva ou apresentação de documentos. O mesmo horário vale para o metrô e os VLTs que atendem a Capital e cidades do Interior.

Já quem precisar viajar de ônibus entre municípios fora das regiões metropolitanas deverá reservar a passagem com pelo menos dois dias de antecedência e apresentar o título de eleitor ou outro documento que comprove o local de votação. A gratuidade começa às 17h da sexta-feira (23) e segue até as 8h da segunda-feira (26).

Para quem optar pelas vans intermunicipais, não será necessário reservar a viagem, mas será preciso comprovar o local de votação no embarque. A medida busca facilitar o deslocamento dos eleitores e garantir o acesso às urnas.


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ATAQUE DE ABELHAS PRÓXIMO A ESTÁTUA DO PADRE CICERO ASSUSTA ROMEIROS

As visitas à estátua do Padre Cícero, na Colina do Horto, em Juazeiro do Norte, Ceará, foram suspensas temporariamente, após um ataque de abelhas registrado nas proximidades do monumento. Fitas de isolamento foram colocadas nas escadas de acesso à estátua para impedir a passagem de visitantes.

Além do ataque de abelhas, um incêndio foi registrado nas proximidades do monumento. Segundo informações preliminares, o fogo teria sido provocado após uma pessoa tentar espantar os insetos utilizando fumaça.

     Em nota, o Horto do Padre Cícero informou que a suspensão também abrange o Museu Vivo do Padre Cícero. A medida segue orientações do Corpo de Bombeiros e tem como objetivo garantir a segurança dos visitantes, romeiros e colaboradores do complexo.

“A medida segue as orientações do Corpo de Bombeiros e tem como objetivo garantir a segurança dos visitantes, romeiros e colaboradores do complexo. O Horto agradece a compreensão de todos e reforça que a medida é preventiva, priorizando a segurança de todos que visitam o local”, diz a nota.

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